Cachoeirão dos Rodrigues ameaçado por represa !
PAC tem projeto que afronta a natureza em São José dos Ausentes ! Veja o post ! Se informe !

quinta-feira, 8 de maio de 2008

Kentucky Derby

Cheguei da pescaria com todo o leite para ver o Kentucky Derby.
Depois de cruzar o ciclone, larguei as tralhas na sala e liguei o computador para ver o que o Steve Haskin tinha a dizer.
Basicamente ele disse que salvo a possibilidade de Big Brown ser um supercraque, o páreo seria duro e Denis of Cork, que entrou com alternate na lista dos vinte competidores era o potro com desempnho mais brilhante nos treinos.









Big Brown. Com pinta de tríplice coroado.





O Derby é o melhor dia do ano para ser fazer uma fezinha é provavelmente o único páreo realmante atrai a atenção do público não turfísta americano e mesmo os favoritos costumam dar um retorno do investimento razoável.
Infelizmente a agencia da Codere, devido a uma percalço legal esteve fechada no fim de semana e eu tive que descobrir um buraco na internet que fazia relay da transmissão da NBC.
Então vi as atrizes no tapete vermelho de Churchill Downs ao invés da genial dobradinha dos cavalos brasileiros Einstein (amigo do TTKOS de longa data) e Out of Control do TNT no Woodford Reverve Turf Classic. Prova de grupo 1 que impulsiona o filho de Spend A Buck em Gay Charm por Gadheer, de criação do Mondesir, para seleta turma dos milionários na sua terceira vitória de grupo I.




Mas voltando ao Derby.
Além da grande pool de apostas é o páreo aonde mais incertezas se encontram para os handicappers. Big Brown havia ganhado o Florida Derby de modo brilhante. Por problemas nos cascos não havia feito campanha com dois anos e enfrentaria o Ky. Derby na sua  quarta saida às pistas. Desde 1913  somente um animal conseguira ganhar o Derby com tão pouca experiência. E largva na raia vinte, a mais externa de todas. Posição em que somente um animal conseguira sair vencedor nos cento e trinta e vários anos de história  da carreira.




A favor de Big Brown pesava o fato de nenhum adversário  ter mostrado que teria talento equivalente ao seu. War Pass estava fora por lesão e Pyro vinha em queda de produção.




As raias são selecionadas por sorteio. O cavalo é sorteado na ordem em que pode escolher sua raia. Tendo poucas opções restando. Richard Dutrow optou em ficar na parte mais externa da pista correndo o risco de se posicionar muito aberto nas curvas e ter percorrer uma distância muito maior que seus adversários ( coisa de geometria, do PI como diz Claúdio Marques ). Mas sair junto da cerca poderia significar ficar preso em tráfego insóluvel. Confiante na superioridade de Big Brown, seu treiandor pegou a raia externa e só que queria que largasse em condições de se posicionar bem na primeira curva.




Saiu tudo perfeito. Big Brown se postou bem. E mostrando que a confiança de suas conexôes destroçou os adversários com uma aceleração avassaladora  no inicio da ultima curva. Foi muito fácil.




Em segundo mostrando muito talento a potranca Eight Belles, de atuação brilhante e em terceiro em atropleda tardia Denis of Cork, que pagou um show polpudo de 4-1.Infelizmente as conexões brasileiras não tiveram melhor sorte. Gayego, treinado por Paulo Lobo, teve atuação apagada e Z Fortune, filho do garanhão brasileiro Siphon, manteve-se em posição de um ataque mas cansou.




A coisa complicou depois da corrida. Eight Belles teve um colapso e caiu na raia  no fim da curva. Gary Stevens, comentando para NBC, cogitou um um aneurisma ou um ataque cardíaco, devido repentino colapso. Chegaram as ambulâncias e em brve as noticias. Eight Belles que havia corrido como craque havia quebrado ambos boletos dianteiro, não restando outra opção além da  euntanázia.
É a segunda quebra catastrófica em três anos em palcos de triplice coroa.
Barbaro no Preakness de 2006. O público ainda deve lembar da perda de George Washington na Bredder's Cup do ano passado. E sendo Eight Belles a unica potranca do páreo, acabam voltando o espectro da craque  Ruffian, que recentemente havia virado filme.




Começaram a se erguer na imprensa americana vozes alarmistas e de sua maior parte ignorantes clamando pelo banimento do esporte, de modo similar as rinhas de cachorro e galo. Dizendo que os cavals sofrem de maus-tratos. Apesar do uso de chicote, que simboliza repressão. Só pode achar que um cavalo criado, treinado e tratado para correr sofre de mal tratos alguém que nunca viu como são estes animais tratados. Abusados são so animais que não recebem cuidado e não tem o que comer. Imagino se algum destes criticos não sejam vegetarianos, o que fariam deles gigantescos hipócritas.




De todo modo é um duro golpe a imagem do turfe no grande público americano, que está se afastando do esporte e que vem perdendo receita com a competição de outras formas de jogos legalizados.




A tragédia de Eight Belles, uma potranca de excepcional conformação física, sendo maior que a maioria dos machos que enfrentou no sábado passado levanta no entanto um discussão interessante. Por que o moderno cavalo de corrida americano é tão frágil. Hoje em dia um cavalo que  faz uma campanha de 15 atuações é uma raridade.  Algo que a trinta anos atrás era que um potro corria antes de tentar o derby.




Os argumentos de Andrew Beyer, do Washington Post, são muito interessantes. Os cavalos hoje em dia são criados com raça de velocidade em detrimento de outras carateristicas. Se for rápido, não importa se é robusto. Animais que fizeram campanha brilhantes mas curtas devido a lesões viram garanhões de sucesso nem uma industria milionária. E o inbreeding  faz deles mais rápidos e mais frágeis. Não é um dado estatistico mas  os cavalos australianos parecem correr em um ano  o que os americanos correm em uma vida. 
Além disso, a indústria e de tal modo que menos pessoas crias cavalos. Então a maioria dos criadores não são propetários de seus animais, não tendo nenhum interesse financeiro em sua saúde durante suas campanhas.




 Há um movimento  crescente  aonde estão mudando as superfícies para areia artificial que gerariam menos impacto físico aos animais. Mas o veredito sobre elas  ainda está em aberto. Alguns alegam que é a solução,outros acham que a mesma coisa ou ainda que estariam aumentado as lesões em tecidos moles (cartilagens e tendões) dos animais.




Provavelente, Beyer está certo,  apesar de ter achado que a raia 20 iria afundar Big Brown . É a hora de se criar animais menos rápidos e mais saudaveis, algo que vai demorar varias  gerações.
Mas  para isso acontecer o mercado tem que passar  valorizar robusteza.
Pois é grana que toma esta decisões.





Powered by Qumana

Leia mais!

terça-feira, 6 de maio de 2008

Botando a casa em ordem....

Cheguei a casa estava arrumadissima. E como mágica, em 24 horas transformei tudo no meu usual e de algum modo "couzy", caos.  Preciso arrumar as coisas.  Depois de trinta e sete anos descobri o óbvio, que se eu organizar as coisas e me lembrar ( importante) aonde eu as guardei  vou perder menos tempo e menos objetos pessoais.
Sofri algumas perdas importantes na viajem. Por que sou esculhambado.




 Outra descoberta  interessante é que eu posso parar para pensar e me dar tempo para fazer as coisas de modo mais eficiente.




Atualmente uso um sistema de armazenamento insprirado na  memórias de computadores : acesso randomico.
Como diria o Gregório : "- Não bom !"
Não sou o anal retentive fisherman mas vou ter que procurar um sistema novo.




Fifo ali, lifo aqui. Filas com prioridades. Separando por grupos : roupas, material de pesca, gibis, documentos importantes (poucas), documentos e papeis inuteis (muitos) e objetos de utilidade indefinida até agora que não quero jogar fora. As duas últimas categorias costumam ser vulgarmente chamadas de lixo. Mas  como se ver livre de um Mouse Genius Serial - senão me engano de 15 pinos, zero kilometro ( que na verdade é do Benjamin). Meus disquetes de 5 polegadas ....
Não... esses eu acho que botei fora. Já dei adeus ao  Tetris para DOS em CGA....




Daí eu vou terminar a história da pescaria com o incansável  Beto Saldanha no Malleo. Porque eu tenho muitas histórias  boas destas pescaria para contar. Várias não são sobre pesca...




 Na mesa de poquer e no rio estão as metafóras e as lições para todos as questões filósificas da humanidade. Não há nenhum problema que não possa ser resolvido se se poder calcluar as implied odds e ler as tells do oponente e de vez em quando blefar ou  se se sabe ler o rio, escolher a mosca certa e fazer a apresentação. E em último caso pode-se sempre ir "all in" ou meter um wooly bugger.




Passei quase um mês na Argentina pescando ( gracias Doc ) e já extraño la republica. Periodo em que não fiz um aposta (difícil) nem penteei os cabelos ( fácil). Não é nada fácil se adaptar a  esta vida de não poder acordar de manhã e decidir entre o Malleo e o Chimehuin.
Ainda bem que na Net de Porto Algre tem o El Canal Siete que posso ligar durante o café da manhã para ver como anda "El Humo"....




Powered by Qumana




Leia mais!

segunda-feira, 5 de maio de 2008

Volte....



Um aperitivo...
Esta belíssima foto por Renato "Eunãovimaquiparabrincar" Cassol.




Buenas....

Back in the grind again....

Chegar em casa em meio a um ciclone talvez seja um presságio. Mas como os jogadores de pôquer dizem que dá muito azar ser superticioso, vou usar um ferramenta nova que ainda não sei bem manipular.

Algo que se parece com otimismo que passarei a  chamar de não-negativismo.

Passei a vida vendo as coisas deteriorarem por  não achar que valia a pena cuidar das coisas que , no meu infinito pessimismo, iriam  estragar ou dar errado.

Paroxetina ajudou por um tempo mas não conseguiu mudar a minha atitude.

Talvez agora,  tendo muito menos a perder porque já fiz tanta merda na vida eu esteja na posição confortável e meio hipócrita de achar que as coisas vão melhorar.

Não vai ser nada fácil... Nunca é. 
Mas achar que as coisas vão ser  fáceis nunca foi o meu forte.

Mas algumas coisas muito boas aconteceram nos últimos tempos e isto me pegou de surpresa pois não achava que iriam acontecer. Então eu estava, felizmente, errado.



Gracias Doc...

E isto me faz mudar de filosofia.

Agora vivo em constante guerra civil. Lutando com meu humores de neo-realismo italiano, algo que costumam  chamar de pessimismo e com a ajuda da Dra. Sandra Stechmann, uma pessoa para os meus padrões irrealistamente otimista. Um defeito perdoável que deriva de sua natureza excessivamente bondosa.

Agora uso o não-negativismo.
Quando o sentimento negativo se aproxima, ele costumava  encontrar em minha mente um lugar seguro e aconchegante. Então, eu paro tudo. E ao invés de buscar argumentos para qual as coisas vão dar errado, busco argumentos pra me convencer que as coisas podem ser melhoradas e tento me livrar do neo-realismo.



Ás vezas as coisas  vão mal,  é a vida. Mas como no jogo de pôquer, ás vezes a gente da sorte também. In the long run, the deck brokes even....


Então o ciclone que podia ser um presságio do mal tempo que me espera  dever ser,  pensando bem, o sinal da mudança.

Da tal bonança que vem depois que passa a tempestade. Tempo de reconstrução e, não sei se consigo escrever esta palavra, esperança.



Powered by Qumana




Leia mais!

segunda-feira, 7 de abril de 2008

Fu Pescar....

E so devo voltar no inicio de Maio. Não devo nem ver o Kentucky Derby....


Vou a patagônia depois de longa e sentida ausência. Os rios estão baixos por causa de La Niña e a estiagem. Mas tenho a esperança que o outono tragam aguas mais frias...
Levo uma máquina fotográfica boa e não a aquela do  celular e um notebook.


Sim um notebook. Mas o original. Não um Osborne 1 mas  um caderno. Daqueles da mída primitiva mas nunca ultrapassada....Papel.
A minha lapiseira pentel de guerra para tomar umas notas durante a pescaria. Para não acontecer como em Esquina que agora não lembro poruqe o Araújo chamou o Bins de "advogado de piloteiro", que  foi muito engraçado.


O Kentucky Derby para quem tem acesso a "pedra" é um dos melhores dias do ano para se fazer uma fezinha. Mas é dais de bruxarias. Minhas recomendações  olho na posição nas caixas e no estilo de corrida dos bichos (trem de carreira) que podem derruabr o mais sólido favorito no priemiro sábado de maio  e  procurar o bruxo Steve Haskin na bloodhorse.com e ler sua coluna na véspera. Quem ele disser que o bicho que está treinando melhor é o bicho para investir. Acertou Smarty Jones, Barbaro e Street Sense...


Se der, mando noticias pelo meio da caminho....


Fico aqui o meu abraço a todos.


 Não me abandonem.....



Powered by Qumana


Leia mais!

quinta-feira, 3 de abril de 2008

O melhor dia de pouca pesca da minha vida ! (parte 4)

Parte 1 - Parte 2 - Parte 3.


Estavámos eu e o brilhante Beto Saldanha já alimentados e um pouco mais secos e portanto prontos para voltar a atacar  as trutas, que para meu deleite seguiam incessantemente subindo para comer.


O rise estava diferente e identificava que agora não eram mais emergers e sim duns que as trutas comiam. Mas eu não enchergava os insetos para identificar e fazer o que os americanos chamem de "match the hatch". O reflexo causado pela chuva e a pouca luz prejudicava a visualização mas uma coisa era certa se não dava para ver era porque não eram insetos grandes. Para a próxima pescaria estou levando um binóculo, daqueles pequenos. Que teriam me  poupado um tempo valioso já que  eclosões são eventos limitados em tempo.


Tentei o velho tentaiva e erro. Botei a menor Adams Parachute que eu tinha. Arremessava rio acima  e deixava a  mosca  a deriva na apresentação mais natural o possível dentro dos limites das minhas habilidades. E não posso afirmar que isto era o suficiente porque o arrasto e o micro-arrasto causado pela linha  que dá pistas para uma truta educada que se trata de um imitação. Eu tinha a impressão que a técnica era  suficientemente boa e pensando em retrospecto e puxando aum pouco a brasa para minha sardinha, a chuva encobria os defeitos da minha apresentação.
Eu areemessava   e a minha isca passava a centimetros de peixes que subiam para comer. Me ignoravam, em esprezavam e faziam pouco de mim. Se eu botasse a minha orelha dentro da água ouviria as gargalhadas das trutas ecoando rioabaixo.


O problema então  era a mosca.


Após uma talvez um hora de frustração resolvi um jogada de risco. Gamble. Me desloquei dentro do rio para poder enchergar as moscas. O risco era que o deslocamento do minha nada desprezível massa geraria um empuxo que assustaria  as trutas que antes que eu chegasse a dez metros da onde elas estavam elas já estaraim de malas prontas para férias a sombra do vulcão Lanin. Iriam rio acima, comer um presunto de javali na Hosteria San Huberto, como o  saudoso Beto Saldanha fazia na época em que Gustavo Olsen era um moleque.
Sorrateiro e cuidadoso cheguei perto o suficiente de uma drift line, parte da correnteza para  aonde converge o material flutuante e por isso aonde poderia ver os insetos que lá derivavam. E lá estavam como uma flotilha em miniatura. Mayflies, cinzas, com suas asas foscas, cor de chumbo. Pareciam iron duns. Minusculas. Tristemente minusculas. Pois olhando em minhas caixas só que eu encontrei. Eram umas cdc duns atadas em anzol 18. uma mosca pequena atada com plumas da sambiqueira do pato que são impermeabilizadas pelo sebo das glandulas dos patos ( razão que elas não absorvem água e ajuadam o pastos a flutuar, alías CDC - cul de canard).
Eram  pequenas o suficiente. Mas CDC e um material frágil. Após uma truta lhe babar, mosca perde flutuabilidade e o movimento natural das micro plumas. 


O tempo urgia. E eu estava reduzido a minhas últimas tentativas.


Esperei um pouco antes de fazer o arremesso, para reduzir o impacto do meu deslocamento.


Respirei fundo. Arremessei. Iniciei o drift rio acima e vim manipulando a mosca que derivou cada centimetro daquela zona.  Cada segundo  era eterno. Cada metro, um hectare. A mosca pssou pela minha frente e nada e coemçõu a descer o rio. Quando se aproximou do ponto em a esperanças estavm perdidas pois se tornaria impossível pegar algo e eu teria que começar o meu mártirio de novo.


Glup !
Uma pequena bolha se ergue no rio.
A minha mosca fora tomada por uma trut. Este seria o ponto que dizem os americanos que all hell broke loose. Mas na verdade não. Como diz Lefty Kreh, ningúem morre do coração brigando com uma truta. E esta era bem pequena. Mas  a jornada meus amigos. Nas duas ou três horas qe precederam eu pegar esta truta eu cresci como pescador. Me tornei um flyfisherman. Resolvi o quebra cabeça mais divertido conhecido pela inteligência humana. Ativei os atavismos das origens caçadoras da humanidade. Eu era um predador agora.


Nesta contradição entre os sentimentos primitivos e  sofisticados...
Eu estava incrivelmente feliz..
E tudo que eu havia feito fora pescar uma truta.




Powered by Qumana

Leia mais!

terça-feira, 1 de abril de 2008

Rescaldo da Dubai World Cup

A impressão que ficou do meeting mais rico é que  as corridas de areia perdem para  as da Breeders's Cup mas as de grama confirmaram a expectativa, apesar de ter dado um azarão e uma bomba.
A Godolphin Mile foi um bom páreo, melhor que no papel, mas Diamond Stripes confirmou a expectativa que ele era muito  mais classudo que os adversários. Não foi uma vitória humilhante mas foi razoavelmente fácil.
O Derby tambem quase sem supresa. A única surpresa foi que Honur Devil correu muito !  Ganhou por quatro corpos de Royal Vintage. E chegaram zunindo, superando os problemas cauasados pelo sorteio da raia  e  confirmando as expectativas do TTKOS : Cocoa Beach e a brasileira Light Green, nossa melhor representante na festa.
Mais previsidibilidade da areia de Nad  Al Sheba, Benny  the Bull amassou no Golden Shaheen. Prova  que é sempre dominada por americanos, confirmou o que já sabia.  BTB é o melhor velocista americano e portanto do mundo na areia.






Duty Free, melhor páreo do ano !



Também era prevísivel que o Duty Free sria o melhor páreo da noite. Totalmente imprevísvel quem venceria e deu um baita azar. Venceu Jay Peg a 30-1, bomba total. Menos para Dave Compton, corespondente  inglês da Will Hill Radio no Dubai que cantou a pedra. Eu ouvi de primeira mão e não fui atrás. Mas muita gente deve ter se arrumado nos buque.
Darjina correu uma enormidade, fosse só uma milha tinha levado. Perdeu no repique incrível de Jay Peg  que quase perdeu o seu joquei nos ultimos metros porque a sela afrouxou.
Darjina, no entanto não decepcionou o TTKOS que idolatra a craque francesa mais ainda.
A parelha da Godolphin decepcionou. Creachadoir em 8o., Literato em 12ndo.
Archipenko chegou voando e foi batido no foto para o terceiro. Vai incomodar no verão europeu.
A heroína do derby japonês, Vodka mostrou que tem um motorzão e voou no final para um honroso quarto lugar. Na sua cola, Finsceal Beo mostrando que está de volta e pronta recuperar seu brilho nesta temporada. Depis vieram  Seachange e Floral Pegasus, de quem esperava um pouco mais. Mas chegaram no  bolo de uma das carreiras mais fortes do ano onde o azarão que acabou ganhando o baixando o recorde em sessenta centésimos completando, 18oo metros em 1'47''20/100, não é demerito .

O Sheema Classic difilcilmente superaria a emoção do páreo que o precedeu. Mas de um um azarão e foi em estilo. Como previsto, o trem de carreira foi lento o que  abriu uma possibilidade
 para um bicho roubar a carreira correndo de frente uma vez que as principais estrelas do páreo Viva Pataca, Youmzain e Doctor Dino  teriam que vencer posições desfavoráveis para quem vem de trás. 
Sun Classique mostrou que  sua categoria era maior que as carreiras preparatórias no Dubai
e venceu uma turma muito forte.  Seguiram Viva Pataca, Doctor Dino em atropelada
 impressionante, o sorteio  da raia  o atrapalhou muito. Quijano querendo voltar a forma em que venceu em Baden e Youmzain em boa atuação para quem esteve parado desde o Arco e não teve colaboração do trem de carreira.
Mas Sun Classique é que merece as maiores celebrações.






E a World  Cup foi toda de Curlin.



Fora ele o campo parecia parelho e inferior ao campeão.
 A ponto que houve quem disse que a vitória de quase oito corpos de vantagem, a maior da história da corrida não foi muito convincente, em especial porque
 Robbie Albarado teve que fazer uso do chicote para lembrar o campeão a razão de toda aquela viagem.
Como o resto parecia de mais com o resto. Well Armed parecia de mais com um azarão viável. 
Já que tinha colocações em turma muito forte nos EUA. Um bom placê (pagava até terceiro) e por pouco seria a exata que ia salvar a lavoura do TTKOS na jornada.
 Em segundo chegou Asiatic Boy que salvou a sua  reputação, e desengatou muita gente boa com
 a exata e confirmou as declarações de seu treinador Mike de Kock e renovou as confiança deste escriba em declarações dos treinadores (mas  não muito).
Curlin, já havia dito é um maciste. O melhor cavalo em atividade no mundo no momento e por boa margem. Um privilégio ver ele correr.
O desengate do TTKOs chegou depois, em um páreo de claiming em Gulfstream Park, aonde o teorema Kessler dos cavalos de claiming de propiedade de seus treinadores foi aplicado a perfeição. Mas isto é outra história.

Leia mais!

sexta-feira, 28 de março de 2008

Dubai World Cup-

Antes do climax, tem um grande páreo.

O Sheema Classic na clássica distância de uma milha e meia (quatro furlongs), 2400 metros, na grama. Atraindo algumas dos maiores craques da grama.
O favorito é Viva Pataca, vindo de uma vitória convincente na forte prova em preparatória para o Sheema Classic. Tem que ver só com reage a viagem.
Quem certamente não estranha o transbordo é o amigo do TTKOS e globetrotter Doctor Dino, que tem contra si o problema menor de estar só no inicio de sua estrada anual após ter "peaked" no Honk Kong Vase no inicio de dezembro. O maior problema há de ser a raia 15. Dureza total.
Youzmain, place no Arco do Triunfo, parecendo que era o melhor, é o maior inimigo e tem contra si o fato que ele é um atropelador e não existe um paronama de trem de carreira forte para exaurir os ponteadores. No segundo time Sun Classique, egua que dominou a divisão no Dubai mas vai agora em turma bem mais indigesta.
Quijano, o gurreiro alemão, que na preparatótira no Dubai correu pouco mas com certeza vai correr mais e larga em raia razoavel.
Entre as bombas Better Talk Now, precisando melhorar muito de suas campanhas recentes. Latency, campeão do Pellegrini, se se acertar pode fazer bonito e a excelente potranca do Aga Khan, Mourilyan.

Para fechar a festa, a Dubai World Cup.
Curlin e o resto.
Em teoria Curlin é o melhor cavalo em treinamento no mundo. Está em grande forma. Se preparou de forma adequada, viajou antes, correu uma preparatória mostrando excelente forma. e o brilho de sua pelagem parece de kevlar.
Se der uma merda tem os coadjuvanets de luxo.
Jalil da Godolphin foi comprado por quase dez milhões de dólares e pareica ser um redundante fracasso quando resolveu mudar para areia. Vem crescendo e até parece que já recuperou a reputação que lhe era apreciada quando potro. Mesmo sendo o melhor do Dubai na categoria, com duas vitórias contundentes sobre Glória de Campeão, que mesmo correndo muito precisou só confirmou inscrição. de vespéra. Ainda existem dúvidas em mim sobre o real valor de Jalil. Premium Tap fez segundo no passado para Invasor, mas o retrospectos recentes não compararam a forma do ano passado quando estava voando.
Asiatic Boy, pelos os olhos que circulam no Dubai e e pelas palavras de seu treinador Mike de Kock se recuperou da inexplicável má atuação no páreo preparatório. Se estiver perto da forma em que venceu o UAE Derby ano passado faz a dupla com Curlin.
O brasileiro Happy Boy estreiou no Dubai de forma avassaldora que fez o Torrão de Ouro ser seduzido pela Godolphin, por dois e meio milhões de dólares segundo Sam Turner da Will Hill Radio podcast Após atuação de craque, teve uma infecção que descarrilhou totalmente sua praparação para a World Cup. Certamente se ele estivesse na ponta dos cascos, Dettori optaria por ele, uma pena. Mas se estiver recuperando parte do brilho daquela viótia araasadora sobre Glória de Campeão , pode chegar.
E Glória de Campeão, apesar de estar em um nível abaixo,a té agora só correu bem sempre.
O japônes Vermillion supreendeu com um quarto ano passado na DWC e desde de o ano passado está invicto, se tornando poor certo o arenático mais condecorado do turfe japonês, que é turf orientated. Vem do Japão para brigar pelo segundo, o que não é pouco.
Finalmente entre os animais mais notáveis está A.P.Arrow que vai fazer voltar a desfilar em Nad Al Sheba a imortal farda de Allen Paulson qeu outrora adornou o magnífico Cigar. Vindo de correr bem na turma masi forte da areia americana que sempre produz fortes resultados na DWC.

Para não dizerem que não botei a bunda na janela, aqui vai a minha Pick 6:
Mile : Diamond Stripes
Derby : Honour Devil e Cocoa Beach
Golden Shaheen : Benny the Bull
Duty Free : Darjina e Literato. Mas gostaria de ver Finsceal Beo ganhar.
Sheema : Viva Pataca, Youzmain e Doctor Dino, que não conhece adversidade.
World Cup : Curlin e Curlin.

Loucura , loucura.... Leia mais!

Dubai World Cup

Dentro dos planos da familia Maktoum, que o pequeno mas muito rico emirado do Dubai, de tranformar  sua cidade estado em uma especie de Monte Carlo do golfo esta a dominação do esporte que nasceu nas arábias. O turfe.
Além dos milhões investidos em criação e compras de cavalos para chegar ao topo da industria  e conquistar as melhores e mais respeitadas corridas do mundo. Não fosse isto o bastante, eles construíram hipodromos que são o estado da arte. Montaram temporadas que atraém cavalos de todos os cantos do mundo e criaram a Copa do Mundo.


Atraídos pela  premiação fabulosa, um dia por ano é possivel ver a parcela significatriva dos melhores cavalso do mundo correndo no mesmo dia. Absolutamente imperdível


O encontro que se dá amanhã e será mostrado nas agencia do Turff Sports Bet começa um páreo de cavalso árabes,  que imagino sejam os melhores do mundo, mas não é a mesma coisa.


O filé começa com a Godolphin Mile. Milha na areia e talvez o páreo masi fraco do dia. Os anfitriões possuem duas espadas das masi afiadas. O favorito Blackat Blackiten e o terceira força Elusive Warning. Quem pode estragar a festa é o americano Diamond Stripes, acostumado a turmas muito mais fortes mas vindo com um form muito abaixo do nível que o levou a correr a Breeder's Cup Classic. , razão pela qual não é o favorito. B. B. vem de placê para E.W. no páreo preparatório para esta milha corrida no winter meetingde Nad Al Sheba, mas tem  melhor posição de largada, que pode ser decisivo neste páreo. E.W. cresceu muito e pode levar. Recai sobre B.B a maior confiança de Frankie Dettori, que pode escolher a montaria e isso deve dizer alguma coisa. Barcola foi muita prejudicada pelo sorteio da raia mas a turma em que corria nos E.U.A. era  mais forte.


Depois vem o U.A.E. Derby. Páreo em que as coisa já começam a esquentar. Os favoritos vem do hemisfério sul, e como são favorecidos pelas regras do Dubai em que correm com a idade que teriam euas terra natal este aniamis acabam tendo vantagem sobre os animais do hemisfério norte que acabam sendo muitos meses mais novos.
Os favoritos vêm do estábulo do sul africano Mike de Kock: o argentino Honour Devil e o sul africano Royal Vintage. Vantagem para o primeiro, apesar de derrotado pelo companheiro na anteriror. O treinador  deu entrevistas falando melhor de H.D. pois ser mais precoce e coisa e tal. Mas se tem uma coisa que eu aprendi sobre na Melbourne Cup de 2007 ( Delta Blues- Pop Rock)  é que quando o treinador fala bem de um bixo da parelha é por que a espada é o outro.
Muitos outros bichos interessantes. o vencedor do Ramirez, Rock Ascot, estreiando meio de supetão no Dubai após ter sido adquirido pelo presidente da Chechênia. Díficil sabert em que ponto está sua forma
A craque chilena Cocoa Beach, apesar de em turmas amigáveis mostrou que é puro talento e pode dar um susto.
Até a mesmo os brasileiros Ukrainian e Light Green ( olho nela ) podem se aproveitar da maturidade e dar um susto.
O americano Massive drama ao contrário é um três anos recém feito e obteve preparação boa mas com tantos prospectos forte o Zayat Stable pode  considerar estse devio  para o Kentucky Derby. Pode endurecer.


O terceiro páreo do festival é o velocidade do Golden Shahenn, páreo que costuma favorecer americanos. E que possuem dois americanso muito fortes : Benny The Bull em grande  forma e por isso favorito, apesar de não ter feito um periodo mais longo de aclimatação ao Dubai. Além de BTB há também Idiot Proof. A força da Godolphin está no bicho que de longe se apresentou como o melhor velocista do winter meeting, Diabolical. Os brasileiros Sarissa e New Freedom apresentaram bom desempneho recentemente no Dubai , mas é turma muito dura, mas se conseguirem sustentar por mais duzzentos metros suas incriveis velodicidades iniciais, podem mudar a história do páreo. Cobalt Blue, que pintou craque quando potro , agora com outro propietário vai ter que correr muito no final, junto a Benny the Bull para ter chance.


O quarto páreo é o melhor de todos, absolutamente imperdivel desfile de craques. Os 1800 metros na grama do Dubai Duty Free. Só louco arriscaria um prognóstico firme. Godolphin com a defecçao do craque Ramonti escreveu o um  pouco menos craque Literato, que vai ter que correr em um distância um pouco menor que a que melhor lhe convém. No entanto é força do páreo. A segunda força nos "buque" é seu companheiro de estábulo Creachdoir, um animal com melhor forma na distância que vem de derrota incrível no Hong Kong Mile para Good Ba Ba, tão forte é a parelha de Godolphin que Dettori ainda não decidiu montaria. 
Também corre a heroína de Le sorcier, a magnifica Darjina, em terceiro na Hong Kong Vase, correndo muito, apesar da declarações do seu treinador que  potranca estava cansada ao fim da temporada.
Quer mais ? Que tal a super potranca Finsceal Beo, a campeão dos Mil Guinéus inglês e irlandês e vice do francês (perdendo para Darjina). F.B. tentou distâncias maiores que a milha e turma mais forte e não foi bem sucedida, volta de parada em páreo duro mas pronta para recuperar o brilho do ínicio do ano passado. Darjina devo lembrar, chocolateou Ramonti e obteve outros resultados signifcativos contra os machos mais velhos ano passado. o vice campeão do ano passado Linggari apesar de toda sua garra, vai ter superar a indigesta raia 16, semi letal no percurso de grama de Nad Al Sheba, ainda mais nesta distância. A campeã do Derby japonês Vodka está inscrita, bem como o seu compatriota Admire Aura, os dois talvez achem o percurso um tanto curto. Largando em boa raia mas de parado o vencedor de grupo 1 na Inglaterra, Majestic Roi ( bom azar). Vindos de Hong Kong em excelente forma e largando em boa raia Floral Pegasus e Bullish Luck, segundo melhor bicho em treinamento em Sha Tin. E Archipenko em ascensão.


Talvez seja esta a melhor carreira do ano.


E depois o festival continua...



Powered by Qumana

Leia mais!

terça-feira, 25 de março de 2008

Cheltelham

Este post está meio atrasado, o meeting de Chetelham foi duas semanas atrás.


Parte da minha indiferença advêm do meu diminuto interesse em corridas com obstáculos ou trote...


 Mas pela primeira vez, este ano, um pouco porque estou acompanhando mais as carreiras na europa devido a Le Sorcier e porque a cobertura dos sites ingleses do meeting do Dubai são excelentes e acabam me levando a ler as noticias das provas de Chase.





Denman, british folk hero. Vencedor da Cheltenham Gold Cup.
São quase 10 minutos, mas a vale a pena ver até o último segundo.


Então, a guisa de introdução, faço um textículo sobre as tais corridas com obstáculos.
Existem algumas variações: Se uma corrida é um Hunt, os obstáculos em geral são menores, sejam cercas, cercas vivas ou equivalente sintéticos. Em geral são disputados por cavalos menos experientes. Neste grupo também se incluêm duas modalidades curiosas. O Cross Country  que tem a caracteristica de ter obstáculos com água  e saltos sobre valas e parece com a modalidade olímpica (era pelo menos, só ao invés de um corrida, contra o relógio) em um percurso que foge a idéia de circuito.
Se a corrida é um Steeple-Chase os obstáculos são um pouco maiores e aonde correm animais experientes. Já um Hunter Chase é para cavalos que participaram oficialmente de caça ( a raposa, imagino eu) e só podem ser montados por amadores.
A maioria dos machos são castrados, o que faz sentido, pois nenhum ser vivo com instintos de perpretuação de prole vai se dar ao luxo de se atirar contra cercas.
Sem a pressão de ir para reprodução com quatro anos de idade para render milhões para seus propietários e ao conrário precisando agregar experiência ao talento para as corridas com obstáculos os cavalso acabam ficando ao olhos do público durante muitos anos se tornando celebridades esportivas. Googleie Desert Orchid.


Outras razões para a popularidade da modalidade é que além dos acidentes e grande número de animais por páreo que rendem bom preços aos apostador, as corridas de obstáculos se beneficiam de pista macia e pode ser corrida no meses de inverno e inico de primavera ocupando um nicho de mercado esvaziado pela as flat races que costumam hibernar.


Os quatro de dias Cheltelham que incluem várias provas de grupo I,  provas de todos os gêneros e a maior corrida de de chase de mundo, a Gold Cup. As previsões eram de  um movimento de apostas acima do bilhão de libras esterlinas, bilhão com B, folks
O favoritos, em geral, pagam razoavelmente bem  e um meio azar forra os bolso da turma.
Desde o inicio a Gold Cup vinha sendo anunciada como o enfrentamento entre o campeão do ano passado e favorito do público Kauto Star contra o seu companheiro de estábulo Denman, segunda força do páreo, a corrida mais esperada em décadas.
Estes bichos me passam uma imagem de heróis do proletariado, os propietários ainda que muito deles imagino sejam muito ricos não são Sheiks e Imperadores nem os magnatas da industria turfística e os joqueis não precisam pesar quarenta e oito quilos.
Um cavalo ganha o teu afeto e permanecem vários anos em campanha aonde se pode torcer, vibra com as vítórias e ter seu coração partido pelas derrotas e com sorte, de lambuja, ganhar alguma grana.


A corrida em si, aún que algo massante por sua extensão,  teve momentos eletrizantes proporcionados na maioria pelos torcedores que lotavam o belíissimo hipódromo, quando o jóquei de Kauto Star iniciou o ataque aos líderes o rugido da platéia foi enorme. Só superado pela a ovação em reconhecimento a performance heróica de Denman, que pressionou desde o ínicio tirou  para longe e mesmo se mostrando extenuado após superar o último obstáculo ainda tinha garra para lutar sem deixar que seus perseguidores se aproximassem.


De quebra, me percebi um ,senão um admirador deste tipo de carreira, pelo menos de Denman e  adquiri novo respeito aos animais e cavalos, muito bem valorizados pela narração da Racing UK que vi.  Dando a dimensão da emoção, da coragem e da técnica necessária para se alcançar o topo deste esporte.


A emoção do jóquei após da vitória é fantátisca.
O cânter de volta ao padoque para a premiação é a recepção de um herói.


Emocionante. Vou ter que ficar de olho no Grand National....



 


Powered by Qumana

Leia mais!

quarta-feira, 19 de março de 2008

Novidades do Sorcier




Depois de enfrentar uma gripe seguida de bronquite durante 4 semanas, retomo minhas tardes turfísticas.

Semana passada recomeçou a temporada em Saint Cloud, um dos meus hipódromos preferidos, pela beleza e , é claro, pelas incríveis árvores, no meio da pista, logo após o disco de chegada.


Ainda em recuperação , não pude comparecer, mas neste sábado (15/03), marquei presença e, como os leitores do Blog do Tinho já esperavam, fiz estrago.

Hipódromo lotado, temperatura amena para o inverno francês (15 °), ou seja, uma tarde agradável e perfeita para assistir os belos PSIs desfilarem na grama de Saint Cloud. Choveu um pouquinho no final da tarde, mas não atrapalhou o divertimento.

Os "Poulains" e as " Pouliches" iniciaram as preparatórias rumo ao grande confronto em 11 de Maio em Longchamp, quando teremos o Poules d'Essais de Poulains et Pouliches.

No segundo pareo, Prix de Rose de Mai (Premio 55.000€), 2100M na grama, 5 Pouliches partiram, 3 irlandesas e 2 inglesas 5 (curiosamente nenhuma francesa).

A irlandesa TOP TOSS (Linamix/ Tossup) com T. Thulliez a bordo ganhou com extrema facilidade batendo a favorita do AGA KHAN Vadsalina (Sagacity/Vadaza) com nosso amigo C. Soumillon.

Dobradinha irlandesa reforçando a teoria do Sorcier de que a melhor criação de PSI hoje é a irlandesa.

Top Toss completou terceira vitória consecutiva em 4 saídas , na estreia tirou segundo, é desde já uma seria candidata a Poules de Pouliches

Pule de 2,50 para vencedor e a dupla deu 4,00. Nada que aguce o faro azarista do Sorcier Cardinet.

No Prix Maurice Cauillat, sexto pareo, 2100 grama, enfrentaram-se os Poulains.

O favorito Anacarde (Anabaa Blue/Genuine), pule de 2,00, dirigido por CP Lamaire, impôs-se, porém sem facilidade.

Teve que esforçar-se em um mano a mano com Court Canibal (Montjeu/Pas D'Heure) conduzido pelo Mestre Stéphane Pasquier.

Anacarde conta com uma retrospecto impressionante : em 5 saídas 4 vitórias consecutivas e um segundo na estreia. Court Canibal, é uma grande promessa , havia ganho na estreia e agora fez uma placê firme.

A tarde ainda nos proporcionou um Grupo III para 4 anos ou mais, os 2000m grama do Prix Exbury.

Christophe Soumillon deixou sua marca com o favorito Spirit One (Anabaa Blue/Lavayassiere), outra pule de 2,00, ganhando com muita facilidade

Tivemos uma carreira em 3000 metros que larga da entrada da reta e faz toda a volta. Belíssimo!

Exceto pelo resultado. A dupla do sorcier So Long e Bosphorus liderou da partida ao disco, porém a "la maison est tombé" a 50M do disco quando

La Madonnina passou por dentro na pista pesada e derrubou o sorcier.

Nada que afetasse meu bom humor , pois a tarde não foi só de pules de vinte e o Sorcier 3 pareos antes já havia deixado sua marca.

No quarto pareo para 3 anos, o sorcier pegou a ponta e dupla Adnamick(Adnaan/ San Ka Mick) e Kawa Son (Kawa Boy/Pashadena). O vencedor pule de 9,00 e dupla a bagatela de 94,80.

Arthur, que não perde uma jornada a Saint Cloud, compareceu e aprovou!

Salue!

Le Sorcier Cardinet

Leia mais!

terça-feira, 18 de março de 2008

Iotti Senatore !

O signore Carlos Henrique Iotti, cidadão brasileiro e italiano, jornalista, cartunista e principalmente flyfisherman, está embarcando em audacioso empreendimento
É candidato ao senado italiano para a cadeira que cabe aos cidadão italianos da américa latina.
Finalmente a imenso número de cidadãos italianos nascidos no Brasil  poderão ter seus interesses representados no seu governo.


The Tinho Kessler Online Show, como o New York Times e o Washington Post e até mesmo o JB,  honrosa exceção na imprensa brasileira, não finge  parcialidade tendo seu conteúdo parcial.
Aqui damos a letra justa e defendemos sa candadaturas que acreditamos irão contribuir para a melhoria da nação brasileira e neste caso italiana.


Como uma das vítimas do preconceito legal que me  impede de reclamar os meus direitos de cidadão italiano de modo igual aos demais descendentes de imigrantes,.não podendo legitimar as minhas origens lombardas venho conclamar a mobiliazaçao dos cidadãos ítalo-brasileiros.


 Como,milhares de outros legítimos cidadãos italianos desterrados, vejo na plataforma do sr. Iotti a esperança de ter esta injustiça corrigida.


Esta é uma das idéias principais da plataforma do nosso candidato


Por esta razão e pela certeza que a excelente contribuição que este homem já deu a sociedade brasileira pode se extender aos cidadãos italianos dos quatro cantos do mundo em especial da américa latina, que The Tinho Kessler Online Show urge que todos  os brasileiros de dupla cidadania que compareçam as urnas e elejam Iotti Senador.


P.S. Estou falando sério. Veja mais em Iottisenador.blogspot.com.




Powered by Qumana

Leia mais!

segunda-feira, 17 de março de 2008

O que estou fazendo....O Zen e a arte de atar moscas.



Em breve em um rio de Neuquen




Atando moscas.





Estou com um pescaria programada na patagônia e estou me vestindo de festa para o evento. Estou a algum tempo sem pescar e não tinha iscas o suficiente. Como sou do tipo "hands on" ao invés de comprar a moscas eu vou lá e faço eu mesmo.




Além de ser um economia razoável de dinheiro e uma boa distração.




É claro que   pelo ponto vista econômico, mesmo fazendo isto a uns dez anos,  é provavel que eu esteja a recém saindo do vermelho pelo tanto qu investi em material através dos anos.  Vendi uma ou outra mosca para amigos por preço de custo o que ajudou a desempatar o investimento em material e o tanto que economizei em moscas que eu deixe de comprar.




Basicamente eu prendo um um anzol a um torno e  usando uma linha fina eu amarro pedaços de penas, pelos e outros  materiais para montar algo que represente um inseto ou um peixe... Uma isca !

(Googleie ou Youtubeie "flytying" )

Toda vez que alguém  se da conta que se trata de uma atividade repetitiva, possivelmente entediante mas todos os seus praticantes adoram fazer e que por quase mágica gera imitações milagrosas elas qualificam como se fosse "ZEN".

Talvez....


 Fiz cursos com o Scotiinho e o Gustavo Tachinni. Pude discutir com o Roger "ganso" Silveira, que é um atador fabuloso. Mas eu sou mais do que qualquer outra coisa autodidata. Por isso eu sempre rejeitei esat história de zen. Um clichê.

 Posso dizer que  o maior impulso me foi dado pelo Tati, que me ensinou a  entender o as instruções dos manuais de atado e deu a lição mais valiosa.

Para sempre atar as moscas como se fossem ser vendidas e portanto elas tinham que ter a qualidade que eu gostaria de ter ao comprar uma mosca. Se .a coisa não estava indo bem. Desmancha e  faz de novo.

E é claro que só a repetição e a prática leva ao aperfeiçoamento. Algo Zen.

Então se houve um mestre Zen foi o Tati, mas foi um contato breve.

O truque inicial é autocrítica. E eu tenho bastante. E eu sempre tive a mente aberta para entender a crítica feita pelos amigos.

Além disso, paciência, persistência e curiosidade.

Eu comprei vários livros e  jogo de xadrez que é pescar trutas acaba te levando a um mundo de entomologia, teorias sobre o comportamento dos peixes, física, quimíca.... E tudo isso dirige o pensamento em maneiras de se construir e montar moscas de maneira mais eficiente.

Livros que li  e recomendo : Caddiesflies e The Dry Fly :New Angles de Gary LaFontaine, Fly Fishing Strategy de Swisher e Richards, Designing Trout Flies de Gary Borger e   Trout Fishing Techiniques John Goddard. Por que ensinam a pensar no projeto das moscas como um modo mas eficiente de pescar. Não simplesmente imitar...

Estudo intenso faz parte das disciplinas  "zen".

Estava a talvez dois anos sem atar uma mosca e estava com medo que não conseguisse produzir a quantidade, na qualidade e em especial as mosca de tamanho diminuto para o fim de temporada.

E comecei a atar devagar e com certa reticência  e agora estou fazendo compulsivamente. E as horas passam como se eu não estivesse ali e quando resolvo parar, quase sem saber como, existe uma pilha de moscas prontas a minha frente.

Apesar da minha escrivaninha parecer Stalingrado sitiada, as moscas estão boas e eu me lembro bem como fazê-las.

Talvez o ápice deste conto, que agora me dou conta,  zen budista acidental é tal história da jornada...

Sempre me achei um atador razoável, porque não existe limite para prática, para a variação dos materiais e para o quantas respostas pode obter se  sabemos quais perguntas fazer. 

E agora tendo que me dedicar a esta empreitada me dou conta que finalmente, mesmo depois de tanto tempo sem  ter praticado, sei atar moscas. Zen style.



Tags: , , ,
Powered by
Qumana




Leia mais!

segunda-feira, 10 de março de 2008

O melhor dia de pouca pesca da minha vida ! (parte 3)

Parte 1 - Parte 2


Estávamos lá , eu  e jovial Beto Saldanha, dentro do Fiat Palio estacionando ns barrancas do rio Malleo. Almoçávamos  chorizo, os pãos e biscoitos da Panaderia Buamscha e o vinho Pequeña Vasija. Nos protegendo da chuva e observamdo fascinandos o fato que os peixes seguiam a subir, caçando frenéticamente.
Aquilo já durava mais de um par de horas e nós esperavámos que as trutas permanecem ativas enquantos nós também  forravámos nossos estômagos.
Apesar de eu ter apanhado para pegar duas trutas entre tantas que subiam e que pareciam rir de mm, eu queria que a festa continuasse.


 Eu estava vivendo um sonho.
Um hatch de mayflies, como nos livros.
O problema que a história dos livros nem sempre tem um final feliz.


Quando eu comecei a pescar trutas, eu já tinha lido o suficiente sobre este animal mas nunca tinha ficado na situação  que dizem encontramos as trutas mais dificeis de serem capturadas. As trutas SELETIVAS.  Supostamente, animais tão inteligentes que são capaz de reconhecer a marca do anzol em que a isca foi atada. Toda vez que alguma coisa que costuma dar certo ou que o peixe estava díficil vinha algúem dizer que os peixes era seletivos.


Não sendo a mosca, perfeita, e manipulada pelo mais habilidoso dos pescadores, nada feito.


O início do meu dia no Malleo  poderia dar esta impressão
Mas o fato da truta "estar" seletiva não siginifica que ela ´"é" seletiva. Seletividade, vim a aprender eu mais tarde, siginifica que um peixe está concentrado em se alimentar de uma fonte específica, selecionando o que come. É um comportamento disparado pela ofertas de alimentos.
A truta fica seletiva em um hatch por que  nesta situação porque o tal  alimento específico é abundante "e"  fácil de predar ou por  outra, compensador em termos da razão calorias consumidas/dispendidas para comer o alimento. às vezes um hatch não dispara a fila do buffet das trutas.


No caso especifico das mayflies, emergers são presas especialmente mais  fáceis  porque as ninfas ascendetes não são nadadoras muito eficientes, porque os subimagos  precisam de um certo tempo para se livrar do casulo  e as vezes não conseguem fazê-lo e ficam mais vulneráveis.
  Razão pela qual cripled emergers, montagens que representam subimagos presas a pupa são eficientes, porque a um meio abundante de comida de uma eclosão, se distigue como alimento mais vulnerável. Invenção/descoberta  se não me engano de Swisher e Richards.
Além disso, por um idiossincracia darwiana, efêmeras eclodem sem possuir a capacidade imediata de voar. Precisam, dizem mas não sei se é um fato cientifico, secar suas asas antes de  prender vôo. Neste meio tempo ficam flutuando a deriva na corrente , totalmente vulneráveis a ação de seus predadores. Para completar o ciclo, as efêmeras mudam paar sua fase imago ou spinner fora da água e após copular e depositar  seus ovos ná agua caem esbugalhadas ou spent como dizem os flyfishermen. Este estado de esbugalhamento ocorre pouco tempo após a mosca decolar pela primeira vez e elas caem mortas na água como o maná nas bocas das trutas.
Se o pescador tem um imitação eficiente da comida em  que a truta esta "sintonizada", ele passa ter dois problemas :  competir com a grande quantidade de alimento natural e "apresentar" a mosca de modo  que ao peixe lhe pareça natural.



O rise padrão das trutas caçando imagos de efêmeras.
Ilustração por Charles Jardine.


Para escolher tem que saber o que o peixe estavam comendo. Eu sabia que eram  mayflies. Os detalhes que me faltavam eram tamanho e  cor.


Um erro que costumamos fazer e parte os problema da pesca da truta seletiva em um hatch é nos prestrarmos muito a atenção nos insetos que estão voando. Dependendo do hatch e do vento os insetos que voam a nossa volta podem não ser os que os peixes estão consumindo a sua frente.
Truta não é peixe-voador.
À  menos que você acredite em um amigo jura que viu um salmão sair fora da água para pegar um pássaro durante uma flotada no rio Aluminé.
Eu, como pescador, sigo o código de ética de sempre acreditar e de sempre dizer a verdade. Porque um  pescador carrega a triste sina de sempre ser considerado mentiroso.
Eu acredito no salmão que come passarinho e na pescaria do meus primos de pacu em Esquina.
E espero que as pessoas acreditem nas abelhas da Pehunia que comem carniça e roubaram um pedaço de presunto picado do meu farnel.
Esta história verídica, pode estar errado só o fato que talvez seja um vespa e não um abelha,  me causou grandes cosntrangimentos familiares e me fez vítima de escárnio e me desacreditou entre aqueles que tem o meu própio sangue. Porém é verdade.
E eu acredito no salmão.
Tristemente os mesmos que não acreditam nas minhas abelhas são aqueles que mentiram sobre os pacus.... Mas divirjo. Esta é uma questão de ética para outro post.


Voltando ao que interessa...


A eclosão completa é como o espeto corrido das trutas  e o leitor pode entender agora porque é o sonho de todo os mosqueiro que se dedica a lubridiar trutas.


Nos Estados Unidos as eclosões nos rios de truta são acompanhadas minuciosamente, de modo que se sabe específicamente qual o tipo de mosca eclode em determinado rio em dada época do ano.
Parece loucura mas é ótimo pois poupa  o pescador do ato de especular qual o tamanho e a cor da mosca que está eclodindo, dimínuindo o numero de variações da "tentativa e erro"  de uma centena para talvez um dúzia, as vezes até a especificação exata.


Alguns hatches de mayflies gigantes como a Hexagenia e as Drakes são como festivais religiosos anuais que disparam a migração de milhares de pescadores que tornam os rios absolutamente insuportáveis de pescar. Tanta importâncioa dá-se ao fato que quanto maior o inseto mais energia a truta absorve pelo esforço de pegá-la. Insetos muito pequenos compensam muito pouco este  esforços e um animal grande gasta mais energia que um pequeno. Assim, além as trutas explodir nas drakes e hexagenias como se estas fossem a primeira refeição em meses. Estas eclosões são capazes de por em estado seletivo até a gigante do rio. Aquela  costuma não se se expôr  e perder tempo com insetos  pequenos que precisam ser consumidos em grande quantidade para abstecer seus corpos massivos.


Além disso a subida da truta na mosca seca é o nirvana do flyfisherman. A expectativa que suas ações e  escolhas estratégicas sejam capazes de enganar o peixe. A silenciosa expectativa, o drama que se constrói na espera enqaunto a mosca deriva rio abaixo em direção  à truta. O peixe as vezes delicadamente, ás vezes explosivamente toma a isca. E aquele momento de pura perfeição se tranforma em perfeito caos enquanto brigamos com o peixe. O marechal marchando para a vitória...


A tais trutas gênios realmente existem, após um longa temporada de pesca em zona de devolução obrigatória elas desenvolvem  um reflexo pavloviano após serem trespasadas algumas vezes por anzóis começam a  percebem que se trata de um imitação e  passam a evitá-las. Por isso a mosca tem que ser uma imitação  precisa como também precisa dever ser sua apresentação pelo pescador.


 O que eu achava no inicio da minha carreira de mosqueiro que era uma truta seletiva é na verdade uma truta educada. Por sorte, elas não possuem memória muito longa e se sobrevirem a um certo período sem ser pescadas, sem estudar, elas esquecem de tudo que aprenderam.
E as trutas seletivas são de certa forma burras pois incapazes de melhor arbítrio quando se dedicam a um comportamento coletivo de gula, ganância e competição.
Duas caracteristicas assaz humanas destes peixes.


E eu ali atrás do volante do Palio, estava vivendo um sonho.


Tags: , , , , , , ,


Powered by Qumana

Leia mais!

sábado, 8 de março de 2008

Orquestra Spok Frevo






A Orquestra Spok Frevo me pegou de surpesa !




Nos últimos anso me tornei uma pessoa meio alienada musicalmente. Me afastei um pouco do mercado. Não ouço rádio ( para ouvir música),  não compro discos ou dvds. É só internet, poquer, corridas de cavalos e t.v. a cabo. O meu Ipod é mais podcasts do que músicas.




De vez em quando pinta uma coisa que eu me grudo. Um disco de Paul Simon, a excelente trilha de  Chavez Ravine de Ry Cooder, La Fernandez Fierro, Yamandu...
( Sou a a favor de parar de usar o sobrenome Costa, Yamandu como um craque de futebol , ele  só precisa de um nome...)
Mas se eu pegar a lista dos mais vendidos, não conheço a esmagadora maioria.




Estava, então, zapeado, compulsivamente pelos canais da NET, quando passando pelo canal Brasil,  que sempre tem boa música, estava tocando Armandinho, "guitar hero" baiano, acompanhado de uma orquestra.
Dizia no fundo do palco : " Spok Frevo Orquestra".   Uma incrível naipe de metais, guitarra e bateria. E aparte do vitruosismo  ás vezes demasiado do Armandinho. Uma puta sonzeira.




Fiquei impressionado.




 A Orquestra Spock Frevo, leva o nome de um de seus fundadrores e seu líder, o maestro Spok, saxofonista que fica a frente da turma. Além do desafio muito bem sucedido de tirar o frevo do confinamento do carnaval do Recife, a orquestra consegue muito bem mostrar algumas das semelhanças com o jazz, tendo ares de big band e be bop.  Tem dez anos de estrada e eu nunca tinha ouvido falar.




E  a juventude dos músicos e a roupagem que a orquestra para o ritmo tradicional tem aquele clima cool de La Fernadez Fierro.




A Spok Frevo lançaou um dvd ano passado, que era o show que estava vendo no cana Brasil, além de Armandinho, uma participação de arrepiar de Léo Gandelman tocando "Lágrimas de Folião" e no final. palco cheio para Vassourinhas em clima de mega jam session.




Live long and prosper.




Tags: , , ,
Powered by
Qumana

Leia mais!

sexta-feira, 7 de março de 2008

O melhor dia de pouca pesca da minha vida ! (parte 2)


Sem Rosto, em momento rubinho. "-Bruuuuto!".
  Choveu, não peguei muitos peixes e no entanto foi um pescaria inesquecível.


Passado o cansaço da primeira semana de pesca e ainda tendo um dia antes que a turma chegasse. Eu e o sábio Beto Saldanha resolvemos que seria muito mais agradavel  Malleo do que lo mucho mas cercano Chimehuin, que iriámos pescar no dia que seguinte,  quando o pessoal chegasse devido ao horário de chegada do vôo em Chapelco. ( par ler o início dessa saga clique aqui.)


Uma ligação rápida desde a Pousada da Turca  para uma locadora de automóveis aleatóriamnte escolhida na lista telefônica de San Martin e em poucas horas tinhamos um Fiat Palio estacionando aos fundos da Pousada e   " en frente de la casa aonde moro El Bebe".
Na manhã do dia seguinte, tinhamos que fazer alguns preparativos antes de partir rumo ao rio. Tinhamos que descolar uns comes e bebes.
Eram tempos mais dífíiceis aqueles, quando o peso ainda mantinha paridade  frente ao dólar e o real estava entrando em decadência. Esta informação é muito significativa, pois tínhamos comprar o que beber. E uma das coisas que faz a Argentina um pais maravilhsoso é o a fato que o vinho é tão barato quanto refrigerantes. Mas como eram tempos bicudos nos contentamos com um Pequeña Vasija ou coisa que o valha. Vinho que apesar dos excelentes serviços prestados hoje seria visto com certo desprezo. Acho que pelo preço em dólar daquele vinho eu compraria hoje um Cavalero  de  la Cepa. Minhas asias e ressacas estarão muito melhor servidas em futuras pescarias.
Levamos do supermercado também uns frios mais notadamente um chorizo, um salame rico o suficiente em páprica para tingir os teus intestinos de cor de laranja. Mas isto é outra história.
Passamos na Panaderia Buamscha para nos fornir de alguns pãos e biscoitos, aliás excelentes.
( Leio agora que as simpáticas velhinhas propietárias da padaria foram  barbaramente assassinadas  dois anos atrás e que o caso ainda está em juízo  Lamentável.)


Rumamos as barrancas do rio,  por familiaridade e porque o tramo do rio com acesso público é bem maior, decidimos pescar Malleo  abajo. Basicamente a parte rio abaixo da ponte da Ruta Nacional. Passado alguns quiilometros o rio cruza território  Mapuche,  mas o preço do acesso ao rio é bem reduzido. Um pouco antes da cancela do território Mapuche tem um lindo "run", que é de fácil acesso por carro. O que era importante ja que estava começando a chover.
Mal havia parado o carro na barranca do rio e o aquilino Beto Saldanha já havia percebido algo de unusual.
Podíamos  ver os peixes "nadando" no rio.  Eles subiam. Sinal que as trutas estavam, antes de mais nada, ali (ou como costuma dizer o Beto: " Ei., ei... Elasss isstão aquiiii! ") e se alimentando.  Uma grande quantidade de peixes em atividade, se alimentando, é claro sinal de uma eclosão. E era uma quantidade razoavel de insetos. Um banquete capaz de atrair uma quantidade grande de comensais.



Ilustração que mostra a "subida" de uma truta para pegar "emergers".
Por Charles Jardine e desarvergonhosamente "ripada" do magnifico livro Trout Fishing Techniques de John Goddard.
Jardine, além de artista, é um dos maiores pescadores/autores da Inglaterra.


Eclosão é quando um inseto em estado "pupal" ou sua naiade, ou como preferem os mosqueiros,"ninfa"   se transforma  em um inseto "adulto", genericamente a fase alada. As condições ambientais  para que isto aconteça, as vezes proporciona que toda a população de um tipo de inseto ocorra em certa parte do rio e tanta comida disponível faz que a truta que um predador que come sempre que tem oportunidade fique enlouquecida..


O estilo do "rise", da emersão das trutas, naquele momento era indicativo de emerger de  mayflies, que são as efemerópteras na transição da ninfa para o estado "adulto". As efêmeras são iinsetos curiosos, são de algum modos primitivas. Só possuem um estado "ninfal", enquanto a maioria dos insetos áquaticos comos os dipteros (mosquitos)  e tricópteros possuem uma fase larval e uma pupal antes de eclodir. Estes eclodem  em insetos alados plenamente capazes de se reproduzir. Já as mayflies emergem em uma fase alada, sub-imago ou dun, que não é  sexualmente madura. Depois sofre outra metamorfose para uma outra fase alada, imago ou spinner, que é capaz de copular e botar ovos.
Por terem vida tão curta, efêmera, devo lembrar. As mayflies tem seu sucesso atribuído a quantidade e frequência em que se reproduzem. Isto em implica em hatches com populações numerosas e tornam as efêmeras um das presas preferidas das trutas.



Ilustração que mostra o ciclo de vida ds efêmeras de modo  se possa  entender todo o papo de ninfas, emergers, duns e spinners.
Imagem ripada do guia de pesca com mosca, Curtsi Creek Manifesto de Sheridan Anderson.
Uma brilhante obra em quadrinhos que ensina  flyfishing com graça e inteligência.


Todo  o pescador de trutas é um marechal de campo. Tem que lutar empunhando seu caniço e tem que ser um estrategista capaz de atacar seus "inimigos" com máxima eficiência. Estratégia para se pescar trutas pode ser grosseiramente resumido localização, seleção e apresentação. Localizar  o peixe, selecionar a mosca que atrairá um ataque e colocar e apresentar esta mosca na área de ataque deum  modo que o peixe dispare contra a mosca.


Localizar foi fácil.
Estacionamos o Palio à 100 metros das trutas.


E  certamente naquele momento elas comíam emergers de mayfly.


Aqui chegamos ao primeiro problema a ser solucionado.
Eu não sabia o tamanho e a cor dos insetos, e pior ainda. Tinha poucas imitações de emergers de mayfly e nenhuma muito pequena.
Trutas, ao contrário do que pensam algumas pessoas, não são phd em Entomologia. Sua capacidade de distiguir uma imitação depende se água é clara, limpa e de sua velocidade e da luminosidade e da refração da luz na água, de como a luz desvia ao entar na água e distorce a visão dos objetos que estão fora da agua. O que é mais ou menos óbvio porque a truta vai ser prirmariamente lubridiada pelos seus olhos. ( Outros peixes e iscas podem fazer uso de cheiro e  som além de imagem pra convercer o peixe).
E apesar de trutas enchergarem muito bem a sua capacidade de reconhecer comida pode  depender de uma caracteristica como brilho que em certos momentos pode ser tão mais significativa que a forma e tamanho que as trutas se atiram contra pedaços de metais que giram em torno de garatéias com avidez. Dito isto  pode se imaginar que uma mosca, uma isca artificial não precisa ser uma imitação anatomicamente exata. A isca precisa sim ter características expecíficas que disparam na truta a reação atacar.Pode sem relativos a função ( ninfa, emerger, seca, afunda, fica em "meia água", flutua), cor, tamanho e até  fatores, digamos assim, da psicologia da truta..
Escolher a mosca certa passa a ser uma decisão de inferência proporcionalmente ligada a quantidade de informações que o pescador têm. Como quase sempre ele nada sabe, acaba pescando por tentativa  e erro e no fim pega um peixe na sorte ou com um wolly bugger.


 E tendo escolhido a mosca certa, digamos  que alguem tenha lhe dito qual a mosca usar, o  sucesso depende ainda a habilidade do mosqueiro aremessar e manipular a  mosca de modo a  truta "pense" que aquilo é comida.


Resolvido o primeiro mistério, tratavam-se de emerger de mayflies, eu tinha um problema. Eu não sabia o tamanho e a cor na emerger que as trutas do Malleo estavam comendo. O unico jeito de saber isto seria  eu me direcionar  rio abaixo e  coar a água do rio para ver quaiserma os insetos. Não sou uma pessoa  muito sutil me deslocando no rio. Não queria que a minha presença atrapalhasse o "feeding frenzy"
Não estranhe o verbo coar. Mosqueiros fazem estas coisas no desespero de descobrirr o que está comendo ou pode comer a truta.
Todo o marechal de campo precisa de um serviço de inteligência  e espiões. E não vamos entrar no mérito da velha piada qeu inteligência militar é um oxímoro.
E se coar  não fosse loucura o suficiente, pescadores costumam virar as pedras do fundo do rio para amostrar a população de náiades, e mais raramente costumam fazer sondas estomacais nas trutas e em casos mais extremos fazem mergulho para observar o habitat.


Já eu, me voltaria para tentativa e erro   e não tinha muita variedade pata tentar. O experiente Beto Saldanha me disse que ia  fazer uso de suas táticas que funcionavam a mais de trinta anos. Iria rio acima. Perguntei,  " bicho preto ?"  Para  qual a resposta foi outra pergunta , " e lá existe outra mosca ?"
Bicho preto é uma variação do wooly bugger inventada por ele responsável por a maioria da quantidade nada desprezivel de trutas que esta lenda do flyfishing tupiniquim pegou.


Eu resolvi encarar a batalha pelo front oriental. Queria solucionar  o mistério da truta e enganálas em seu própio jogo. Eu ja tinha uma abertura, mas seria um jogo de xadrez e teria que tenatr vencer com um olho vendado pois não tinha  boas imitações.


Tive uma longa  hora que de frustração, nenhum ataque enquanto as trutas subiam para comer. Se botasse a minha cabeça dentro da água,poderia ouví-las rindo de mim.


Resolvi usar um sparkle pupa emerger. Uam imitação de pupa emergente de tricopteros inventada por um sujeito genial chamado Gary LaFontaine. Mosqueiro, guia, biólogo, pesquisador e autor  brilhante. Era um dos tais sujeitos que mergulham no rio Ele pesquisou a fundo a populações de tricopteros dos rios americanos e como os insteos se comportavam  na água e como as trutas reagiam aos insetos. Num mergulho daqueles ele percebeu que as pupas brilham dentro da agua quando estão para eclodir pois enchem seus corpos gom bolhas de gás. E ele inventou uma mosca usando fibras de antron. Uma fibra sintética trilobal criada pela Dupont  que eram amarradas de modo a mimetizar o brilho dos gás nos corpos das pupas. Infelizmente ele faleceu


Em inúmeras passadas em dead drift, usando uma apresentação que imitava o comportamento passivo a correnteza, tive pouco sucesso. Passei então a fazer uma apresentação mais ativa, rio abaixo. Em uma estrategia mais típica de quem esta imitando uam pupa de caddis e não uma emerger de mayfly. ( Apesar de ds emergers serem um tanto ativas, elas flutuam simplesmente à superfície, elas realizam movimentos.)


Gol !  Peguei um bela truta.


 O Beto vinha descendo o rio e fotografou o momento. E a foto do inicio deste post. Na hora de fotografar o peixe, as partes do meu caniços se  separaram e eu tive que juntá-las  uma a uma no rio enquanto a truta saia nadando. Em mais um momento patético da minha busca por uma foto perfeita.  (Mais detalhes aqui)
Em seguida peguei outra que por ser muito menor eu consegui tirar uma foto.


Achei que tinha resolvido o  quebra cabeça e que agora ia matar a pau. Passou talvez mais uma hora e nada. Ao que esfomeado Beto Saldanha (não mais do que eu) sugeriu que saissemos da chuva e  matassemos aquele vinho. Quem sou sou para discutir com ele.


(continua)


Tags: , , , ,
Powered by
Qumana



Powered by Qumana

Leia mais!