Um blog com corrida de cavalos, futebol, pesca com mosca, culinária, hq's e dicas legais que eu encontro na internet e qualquer outra coisa que eu resolva escrever...
Olha o nome na página... É o meu show...
Cachoeirão dos Rodrigues ameaçado por represa ! PAC tem projeto que afronta a natureza em São José dos Ausentes ! Veja o post ! Se informe !
A familia Head é predestinada e faz parte da historia do turfe francês e do maior evento de turfe do mundo, o Arco do Triunfo.
Uma historia contada por muitas vitórias, como jóquei, treinador, proprietários e criadores de puro sangues. Vitórias como a de Three Troikas no Arco de 1979, treinado por Christiane Head-Maarek(Criquette), de propriedade de sua mãe Ghislaine e montada por seu irmão Freddy.
19 anos depois, Criquette ganha seu segundo Arco como treinadora, quando 60.000 pessoas juntas viveram um sonho. Um sonho, quando vimos paralisados a extraterrestre Trêve destruir de forma espetacular a esperança nipônica de ganhar o Arco.
Paralisados também pareciam Orfévre (JPN) e Intello (GER) quando adentraram a reta na perseguição a Trêve, que desprezou a categoria de seus adversários e prendeu vôo em direção ao disco, tirando de mais a mais.
Trêve, que já havia quebrado os relógios e o record de Chantilly, seguiu o caminho da rainha Zarkava e levantou o trio Diana, Prix Vermeille e Arco, sempre com facilidade.
Une histoire de fou!
Sim, uma história de louco. Vejam que a familia Head (Haras du Quesnay), criou a craque Trêve e, ainda antes de começar sua carreira vitoriosa, quando tinha 18 meses, decidiram colocá-la a venda em um leilão, para ser vendida a uns 50.000 ou 60.000 Euros. Como as ofertas não chegaram que a 22.00 Euros, a família Head decidiu ficar com ela.
Predestinados.
Assim como estava predestinado a ganhar o seu terceiro arco Thierry Jarnet. Jarnet, que havia conduzido ela na brilhante vitoria do Diana, havia perdido a montaria para Lanfranco Dettori, quando Trêve foi adquirida recentemente pelo Sheik Joaan Bin Hamad Al Thani. O destino derrubou Dettori na semana do arco e a montaria voltou as mãos experientes de Jarnet, que brilhou.
Me encontrei de novo com os parceiros de Arco, Claudio Marques e Ricardo Felizzola e esposas, para mais esta jornada.
Somos privilegiados, pois vimos mais esta potranca voadora. Espero que ela continue nas pistas e, quem sabe, ano que vem possa nos proporcionar um double!
Mas vocês devem estar se perguntando. E os japoneses? Meus amigos, os japoneses silenciaram novamente. Que karma!
Desta fez, fizeram reverência a esta máquina, Trêve e calaram-se para sempre.
Aos japoneses passo a premonição de Claudio Marques:
"- Depois da derrota de El Condor Pasa (1999), os japoneses nunca vão ganhar o Arco"(sic)
Escreveu e assinou !
Em 2013, Le Sorcier Cardinet, completou 7 Arcos consecutivos.
O Arco tem dado a este turfista muito mais que jamais sonhei ... Zarkava, Danedream, Solemia e Trêve.... Que privilégio !*
Algo incrível aconteceu no sábado, 27 de março de 2010.
Glória de Campeão, um cavalo brasileiro de 6 anos ganhou a Dubai World Cup. A corrida de cavalos mais rica do mundo, com bolsa de dez milhões de dólares. Um grupo 1 de prestígio internacional que costuma ornar o currículo de cavalos que costumam ser referidos como campeões, estrelas ou lendas do turfe.
Video da vitória- narraçao em arábe- mas com entrevistas e premiação
Mas algo engraçado ocorreu no caminho do olímpo turfístico do filho do argentino Impression na brasileira Audacity, um filha do venerável garanhão brasileiro Clackson e eu creio que podemos identificar como Tapeta.
Eu me forço em ser um pouco chato em tentar avaliar os méritos do grande feito do cavalo criado pelo Haras Santárem e de propriedade do Estrela Energia. Talvez o maior feito do turfe brasileiro em toda a história. Qual é o tamanho da vitória brasileiro, à parte da euforia merecida e do descrédito que já vem de alguns textos americanos.
Tapeta é uma pista sintética que substitue as tradicionais pistas de areia, uma pista all weather, como dizem os ingleses, que usam este tipo de superfície para permitir corridas no flat durante as agruras do inverno britânico. Os franceses também usam, chamam de Piste de Fibre Sable, a pista de areia de fibra. E as carreiras em Deauville e Cagnes-Sur-Mer talvez sejam mais importantes em qualidade que as inglesas e na próxima reforma de Chantilly será incluída uma pista secundária em PSF, além da de treinos já existente no hipódromo que se prepara inclusive para receber o Arc do ano que vem (durante o período de reforma de Longchamp).
Nos Estados Unidos, é bem usado nos principais hipódromos do sul da califórnia, em Turfway, Kenneland e em hipodormos menores.
Dois problemas afligem os americanos. As pistas sintéticas desfavorecem os cavalos com características que os americanos chamam de SPEED. Historicamente os americanos criaram os cavalos de corrida para correr perto do máximo durante a maior parte do percurso e o privilégio da velocidade também acaba privilegiando animais com menos estamina.
As pistas sintéticas costumam ser inclementes com os front ruuners que costumam a para feito agua de poço e forçam um cenário "europeu". Com trem de carreiras exitantes e esforços em sprint finais. Muito parecido com carreiras de grama em especial na europa. Pois as carreiras na grama nos estados unidos costumam ser em raias preferencialmente firmes que favorecem speed horse. Enquanto na europa o clima mais úmido tem mais corridas em pistas mais macias.
A intenção dos xeques do Dubai quando criaram a World Cup era criar um campeonato mundial dos cavalos de corrida. Com premiação fabulosa e localização no meio do caminho de um fabuloso centro hípico capas de atrair os melhores de todos os cantos do mundo. Além de criar a oportunidade da familia Al Maktoum exibir os resultado de seus vultosos investimentos em cavalos p.s.i.
O centro de Nad al Sheba tinha um modelo mais americanizado. Pista principal em areia e interna de grama, corridas no sentido anti-horário. Nos quinze anos que precederam a vitória de Glória de Campeão, sete vezes foram vitórias americanas todas festejadas com grande fanfarra pela imprensa americana. Além das vitórias de Invasor, craque argentino desenvolvido no Uruguai mas que por ser treinado nos Estados Unidos é conta como ponto deles.
O hipódromo de Meydan. Sem comentários.
Então o clã Al Maktoun inaugura Meydan City, hotel, shopping center e sei lá mais o que nos entornos do magnífico novo hipódromo erguidos com um investimento na casa de um bilhão dólares. Para comemorar o feito, a bolsa da World Cup foi turbinada para superar o Arc, que tinha usurpado o titulo de prova mais rica do mundo graças ao patrocínio do Qatar.
O novo hipódromo trouxe a grama para o main track e relegou a areia para o anel interno e ainda por cima pista sintética.
Seja qual for a intenção da mudança. Criar um prêmio que reunisse o melhor dos dois estilos, acabou criando um problema. Nos Estados Unidos, as pistas sintéticas foram incentivadas por se imaginar que elas diminuíram as fatalidades, em especial após a tragédias de Barbaro e Eight Belles em rede nacional de t.v. E a mudança provou não mudar em nada o numero de acidentes e ainda por cima desfavorece o melhor da criação americana. Ver Curlin ser derrotado por Henrithenavigator e Raven's Pass em Santa Anita feriu o orgulho gringo.
Então os americanos passaram a ver a World Cup como indigna do status que amelheou no passado. "Não bastasse tudo isso" corredores de grande qualidade do A.W. americano foram vacilantes na World Cup. Gitano Hernando, vendedor do Goodwood Cup, Richard's Kid vencedor do Pacific Classic e Gio Ponti, campeão americano de grama e dos cavalos mais velhos, foram batidos ontem por animais que os americanos consideram inferiores.
È claro que se Zenyatta, que venceu 14 de suas 15 corridas na raia sintética, tivesse se consagrado no Dubai o papo seria diferente. No argumento que Zenyatta tem vitória na areia e que ela provavelmente é tão boa areia normal.
O argumento que existem vários tipos de raia sintética e que a maioria das pistas de dirt ainda são de areia, hã, natural e que portanto isto tira bastante da representatividade do título do campeão da World Cup este até é razoável. Mas dizer que virou roleta, como argumentou Steven Crist no seu blog do DRF.COM soa pra mim como "sour grapes" ( as fabulosas uvas azedas em inglês mesmo em caso do google trazer algum gringo até aqui).
O jeito que a vitória de Glória de Campeão aconteceu, causa ainda mais confusão nos esteites.
Me perguntaram se eu achava se ele ganharia a corrida. Do jeito que ele perdeu o AL Maktoum Challenge round3, páreo preaparatório para o World Cup, eu achei que a coisa tava preta. Sempre correndo de frente, GDP, mesmo impondo um trem de corrida lento não foi capaz de "roubar" a carreira, devido fabulosa atropelada da japonesa Red Desire. Uma de suas adversárias no páreo decisivo. Mas de alguma coisa eu tinha certeza, uma coisa que mesmo quando fora derrotado o cavalo brasileiro mostrou, coragem e persistência. Nunca desiste, galopa a full até o final.
E o T.J Pereira estava ali para garantir que eles iam tentar até o final.
O único cavalo com velocidade natural no páreo, Glória de Campeão, ia ir pra frente no comando de T.J. Pereira. mas para sobreviver eles teriam que usar de frações iniciais ainda mais lentas. E para desgosto dos turfistas americanos, foi bem lento. Tiago botou o craque brasileiro na dianteira e galopou os primeiros 800m em 52 segundos. Mas ninguém desafiou GDP, e ele tinha gás para gastar na reta final. A falta de um trem da carreira e a pista mais acanhada desarmou os atropeladores. O único dos favoritos que parecia ter uma chance, Gio Ponti, não conseguiu.
Final de parar o coração.
O desafio venho do pouco valorizado sul-africano Lizard's Desire em grande joqueada de Sul africano Kevin Shea, que achou que tinha levado e foi cumprimentado pelo jóquei nativo do Dubai Ahmed Atjebi que lutou como louco para ficar a uma cabeça da vitória abordo do faixa da Godolphin Allybar.
Podemos pelo menos apreciar o fair play dos Sheiks do Dubai, a Godolphin única propoetária com dois inscritos e não mandou um bicho de coelho para botar pressão no trem de carreira, no melhor estilo Coolmore. Talvez por que isto não fosse realmente favorecer seus corredores mais fortes.
Seja como for a corrida foi um evento de velocidade estratégica, como dizem os europeus. Ninguém além dos brasileiros teve coragem e foram recompensados pela perfeita administração do pace. Se foi lento e isto prejudicou os outros..
Bom meus amigos não é culpa deles e sim de quem deixou acontecer.
Enquanto Shea comemorava a vitória. Tiago ficou quieto esperando o photo, ele achava que havia levado, mas só termina quando a comissão de corridas da a ordem de POOOOODEM PAGAR.
Os proprietários Stefan Friborg beijou sua esposa Dalva de Oliveira, como que tivesse certeza que havia ganho ou quem talvez não se importasse tanto, pelo orgulho do tanto que já tinham alcançado e que para quem os quatro milhões de dólares que separam o primeiro do segundo colocado não fazem grande diferença.
O foto mostrou a vitória de Glória de Campeão, que lutou até o fim mais uma vez. E a história mudou.
O primeiro cavalo treinado na europa a vencer a World Cup, no trabalho excelente de Pascal Bary. Depois de um primeiro ano razoável e à exceção do fiasco no Arlington Million acertou a mão com craque brasileiro nos últimis dois anos, levando dois grupos I de classe internacional. Com a Vitória no ano passado em Singapura e o segundo lugar na World Cup, aonde GDP amelheou o grosso dos seus impressionante 8.864.693 dólares( incluindo é claro o jackpot de ontem). Maior quantia já angariada em prêmios por um cavalo brasileiro.
Aliás primeiro cavalo brasileiro e segundo sul-americano depois de Invasor a conquistar o feito.
Li um comentário de um blogueiro americano bem legal, elogiando a paciência dos titulares do Estrela Energia, que havia ido ver o Arlington Million e testemunhou o pesadelo que foi o comportamento de Glória de Campeão. E que ele ficava feliz que um proprietário paciente, que relega as idiossincrasias de seu animal e que apesar de já ter conseguido grande sucesso seguiu correndo e que teve na World Cup, uma merecida recompensa.
Mas certamente temos que admirar Stefan Friborg e sua esposa pelo tanto que investem no turfe nacional e pela coragem de encarar o mundo. E ele é capas de ser louco por corridas o suficiente de aceitar o convite do Sheik AL Maktoum e trazer GDP para mais uma temporada de inverno em Meydan.
A felicidade de Tiago Josué Pereia.
O T.J. Pereira tem fibra e braço e ganha merecido o reconhecimento internacional que suas vitórias com Glória de Campeão proporciona.
E se Glória de Campeão não for lembrado no Estados Unidos como tendo a grandeza de Cigar, Dubai Millenium ou Invasor, pior para eles. Pois ao lembrar da bandeira do Brasil desfraldada na foto da vitória posso dizer que tamanho da vitória de Glória de Campeão é imensurável.
Escrevi o título no sábado passado enquanto jogava os satélites do Turbo Takedown e pensava no rescaldo do que foi uma dia curioso nas carreiras do Dubai.
As coisas que poderiam dar erradas com o favoritos aconteceram mas infelizmente não fui capaz de me aproveitar disto.
Eu talvez tenha subestimado o quanto a raia de areia estava favorecendo os cavalos que corriam de frente. Mas pela hora da Dubai World Cup eu já deveria ter me dado conta.
Não foi a única razão para vitória de Well Armed, com me apontou o Dr. Mauro, a mente´por trás do CanalX. Ganhou muito longe e fácil, para que o motivo principal não seja outro que o fato que era muito melhor que os outros.
Na milha até deu a lógica. Dettori levou Two Step Salsa de frente e este confirmou a forma de sua vitória anterior. Talvez se a raia não estivesse favorecendo tanto front runners, Gayego poderia chegar mais perto.
Godolphim Mile - Dobradainha da Godolphin - Two Step Salsa e Gayego.
Passado a primeira carreira, entrei em contato via skipe com Le Sorcier.
Que a pouco tinha dito que Gayego era barbada. Mas que agora era certo que Desert Party iria fracassar como franco favorito.
Motivo : Dettori nunca ganha duas carreiras a fio.
Eu e o Dr. Mauro ficamos supresos com o Teorema de Le Sorcier n.1.
Em especial porque Dettori é muito ganhador. Uma vez ganhou as sete corridas em uma reunião na Inglaterra.
No entanto o teorema de Le Sorcier, talvez gerado pela mágoa de alguma acumulada que morreu pifada, se confirmou.
Regal Ransom correu muito e levou corrrendo de frente. Desert Party chegou em segundo. Parecia que ia ganhar com dificuldades e nem isso.
O primeiro sentimento é que a noticia era ruim para o pessoal da Godolphin. Gastaram os tubos e agora não tinham nada para o Kentucky Derby.
Talvez não.
UAE Derby. Regal Ransom e Desert Party.
Seguindo as razões do mestre Steve Haskin, Desert Party está fortalecido. Mostrou serviço em condições adversas e "levou uma carreira" para se preparar a perfeição. E lembrou que Secretariat fracassou no Wood Memorial e depois fez história. Na impressão de Haskin, o segundo lugar foi melhor que ganhar fácil uma prova fácil e não ter a impressão que o potro tem o potencial para grandeza.
De quebra para Godolphin, Regal Ransom mostrou talento acima do esperado e ainda que limitado taticamente. Correndo de frente e em menores distância. Ganah status dentro dops estábulos de |Saeed bin Surror. A Godolphin, agora tem dois bons potros na estrada da Triplice Coroa.. Azarões.
Mas o sentimento inicial que Deset Party já era, acho que da para esquecer.
Apesar de terem chegados bem distanciados, gostei das atuações de Soy Libriano e So Shiny. A última fez bom proveito do track bias mas cansou miseravelmente e ficou em quarto, mas pode brilhar em menores distâncias. O primeiro tinha ação no final e buscou o terceiro lugar em uma raia que se mostrou dificil para atropeladores. Usando os principios de ratings e handicapping podemos descontar cinco corpos de Soy Libriano. Somando o track bias : a atuação já fica mais interessante.
E vale lembrar que Invasor falhou miseravelemente no UAE Derby.
O Golden Shaheen foi merecidamente vencido for Big City Man, grande vitória para os propieários da Arábia Saudita. Um velocista de sucesso em Calder não tinha o curriculo brilhante de Indian Blessing. Esta não teve a melhores das largadas e talvez tenha sido prejudicada pela raia em que largou. De qualquer modo, não foi um resultado muito surpreedente. Não tinha me animado a comparecer ao guichê e comecei com uma exara box e obivamente acertei esta combinçaõ par um pequeno lucro.
Golden Shaheen é de Big City Man.
Marchand D'Or confirmou que a areia não é para ele e nas condições em que a raia se apresentava pior ainda. Mas isto era quase certo que iria acontecer, o que não impediu os franceses dongas o fazerem favorito na PMU. Para o deleite de Le Sorcier que se baba por um overlay. Pena que provavelmente pelo menor bolo nos exotics da PMU em uam reunião alienigena a exata não foi tão compesadora para o Mago do 17eme. Diabolical que era o melhor do resto, mas se a Godolphin levar "pros" Estados Unidos ao invés de tentar a grama na Europa, pode pescar outra prova de grupo. Lucky Quality mostrou ter velocidade aluciante e zero estamina. TAlvez tenha sido mal corrido e pode mostrar serviço fora de Hong Kong.
Por estas razões que só a lei de Murphy explica os sogros de Dr. MAuro estavam na cidade e eeste teve que se ausentar para um almoço em familia jsutamente no páreo que masi prometia. O Duty Free. Se não me engano corriam 10 vencedores de grupo I, seis cavalso com mais de 2 milhoes de dolares empremios acumulados. Nehum deles chegou an trifeta.
Mesmo se ter recursos exuberantes para tentar uma loucura. Resolvui bater um home run e virei de última hora. As condições de raia anunciavam que as raias externas seriam mortas e que a raia de dentro seria rápida. REsolvi ignorar os muros altos e aidna acredirei em Archipenko. Vodka nunca havia corrido em gram pesada e isto me deixou grilado. POr esta e outras botei Niconero no elevador.
Gladiatorus roubou a corrida. Mas como no caso de Well Armed. Nada pode ser retirado da sua atuação dominante. A dúvida se a distA^ncai extra em relação ao seu recorde no 1500 metros iria ser problema não chegou a ser uma questão relevante pois faltando 400 metros o páreo ja eztav decidido. Todo mundo se grudou na cerca e e Pervis mesmo largando por fora fez uma atropelada que mostra que ele não estava fora de turma em companhia clássica.
Dubai Duty Free - Muito Galdiatorus e um pouco de Pervis
Gladiatorus, foi preparado por Mubarak bin Shafia. Ex treinador dos arábes de endurance da familia "real" do Dubai e agora treinador do time b dos PSI dos al Maktoum. E foi montado pelo local Ahmed Atjebi, que podemos declarar como herói nacional.
Vodka e Archipenko, em especial, decepcionaram. Alexandros da Godolphn mostrou serviço pegou um terceiro e é nome para cuidar na temporada européia. Paco Boy sucumbiu as dificuldades que enfrentou e se saiu ileso do Dubai deve voltar vencer na Europa, de preferencia em 1400 metros. No entanto, a galera que enterrou a crista ainda dever estar passando mal. Penso no loco que cravou 10 mil libras na Coral uma semana antes da carreira. Aí começou a chover e o potro pegou a raia 13. Roteiro de filme de terror,
Os rateios foram altos mas eu nem cisquei. Mas nada que me preocupasse. Tinha ido para alto risco.
Mais uma oportunidade se apresenatva ana zona do risco com o Sheema Classic. Raia de dentro lá vamos nós.
As impressões que Youmzaim iria ter problemas com a falta de velociadade na carreira e a comnfiguração do percirsa se confirmaram. E o qurto lugar mais uam vez da impressão que Ricahr Hills não sabe resolver estes problemas. Me escorei em Quijano, mas a seu baixo rendimento em raias pesadas poderiam decretar o seu fracasso. Mas acho qie o piro foi percurso mesmo. Achava que sua melhior chance residia em ele tomar a frente. E se botou em posição para atropelar e não houve trem de carreira e ele não tava em um dai inspirado.
Front House teve a chence de galopara na frente e se acabou miseravelemente. Decepcionou
Aliás, só correram muito três bichos. Spanish Moon fez o que eu julgeui ser a estratégia certa. E parecia que havia dominado. Purple Moon de novo perdeu por pouco. Especialidade de seus treiandores, Luca Cumani e de sua bela filha Francesca e da fabulosa Darjina.
Enquanto só os dois pareciam ter chance para uma decisão histórica, surge Eastern Antehm. Com um raio pela linha três. Mais uma vez das mão de bin Shafya e esta hora, celebridade, Ahmed Atjebi. Nos ratings do Racing Post foi a carreira mais fraca. Mas foi emocionante, em especial, por causa da Atjebi, o menino que montava em corridas de camelos que foi apadrinahdo pelos Sheiks do Dubai e estimulado a ser jóquei. E que ,depois de muitos anos e jornadas, retribuiu em grande estilo os esforços investidos nele.
Dubai Sheema Classic- Sensacional foto entre Spanish Moon, Purple Moon e Eastern Anthem
Restava só a World Cup.
Quatro vitórias dos Emirados e uma da Arabia Saudita.
Tava na hora da coisa mudar. Eu achei que ia para o Japão e quando parecia que era hora de Casino Drive se mexer. Nada.
Aliás na corrida devemos citar positivamente quatro bichos.
Well Armed. Todo mundo sabia que ele ia para frente mas talvez não ficaram preocupados pois suas atuaçõesrecentes eram menos empolgantes que aquelas que me fizeram jogar no placê dele no ano passado.
Mas ele galopou sozinho e confortavelmente. E quando era hora de decidir, ele tinha muita ação e levou o páreo por incriveis e inéditos quatorze corpos.
O tempo não empolgou mas há quem (Haskin) conteste.
O Racing Post e o Timeform deram ratings bem altos para sua atuação. A "fabulosa" atuação de Well Armed salvou um páreo que era terrivelmente fraco para importância que tem.
Dubai World |Cup - Well Armed e o segundo gordo para Glóri de Campeão.
Eu pessoalmente achei que a atuação de Well Aremd foi bastatnte favorecida pelo track bias e de como se constituiu o trem de carreira. Mas é dificil arguementar contra os quatorze corpos e a facilidade da vitória.
Grande vitória para a Winstar Farm , Eoin Harty e Aaron Gryder.
E é claro, pra o legado de Tiznow, pai de Well Armed.
Glória de Campeão correu oque ele sabe correr. Bem dirigido pelo J. Leme, buscou a cerca e galopou junto ao trem. Se proveitou do track bias e respondeu as exigências de Leme para buscar o segundo lugar que valeu um 1,2 milhôs de dólares. Repete Siphon e é merecida recompensa a coragem do Estrela Energia.
Treinados na Arabia Saudita e pagando uma baba, o terceiro lugar e quarto de lugar de Paris Perfect e Muller mostraram que havia valor nas suas mega pules. O place de de Paris Perfect a 22-1 justificaria pegar os "sauditas" em apostas each way (ponta e placê). Além dos dois teria que levar Joe Louis que correu pouco. O argumento de um dos analsitas do Racing Post é perfeitamente aceitável Pelo preço e pelo que vinham apresetando os sauditas durante todo o meeting é que era bom negócio. Este tipo de raciocínio é normal na Inglaterra aonde se joga muito em banca e páreos cheios chegam a pagar place até o quarto lugar
Com certeza eram muito negócio que Albertus Maximus que era favorito e que aprentemente sentiu a distância. Correu meio contrariado tentando acompanhar os líderes e no final não tinha nada. Apareceu um inflamação de tendão que pode justificar o fracasso.
My Indy também sentiu a distância mas o pupilo da Godolphin mostrou que na milha pode incomodar.
Happy Boy não correu nada. A magia de bin Shafya e Atjebi havia acabado. Mas a recuperação promovida por eles no tordilho cria a esperança de uma campanha melhor para o cavalo brasileiro nesta temporada.
E o que dizer de Asiatic Boy. Outra grande decepção. Este junto Anak Nakal foram meros "also rans".
Wel Armed correu bem mais que a prceria. Ganhou um páreo relativamente fraco e que taticamente lhe favorecia. Sua sorte é que a turma também não está lá muito forte nos EUA. Mas dificilmente ele faz outro crime destes.