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sábado, 27 de julho de 2013

Fernandez Fierro - 10 anos - parte 1

Depois de  longa atividade aqui no blog, as caraminholas da minha cabeça estão exigindo um pouco de catarse criativa e por um ato de prolixidade. Para que eu possa ir adiante com a longa fila de bobagens esperando pela minha atenção não dividida e compulsiva.



Há pouco mais de mês a Orquesta Tipica Fernandez Fierro, a Grande Patrola do Tango, no cume dos "festejos" de seu décimo ano de existência lançou o álbum "TICS - Tan Idiotas Como  Siempre"". É uma obra com surpresas e deleites que agrada  por sua energia e letras com mensagens que levam a música para além do que convencionalmente é chamado Tango.

A orquesta é tipica, porque como diz o seu carismático cantor, Walter "Chino"  Laborde,  é composta de formação típica: " ...cuatro bandoneons,  cuatro violines, viola, cello, contrabajo y piano". No entanto  o tango da Orquesta é tão típico quanto  Laborde é  chinês.

Não se trata do Tango que gostava seu avô, ou meu pai. Ainda que eu  tenha certeza que se o G.K. estivesse vivo, ele já teria curtido algumas noites de "Pasion Tanguera"  no C.A.F.F. - Club Atletico Fernandez Fierro, a pequena e original casa de espetáculos bancada pela banda localizada no barrio de Abasto em Buenos Aires. Aonde eles criaram um espaço para ensaiar e apresentar seu trabalho e dar espaço a outros artistas que surgiram nos últimos anos. Que usam o Tango, a Milonga e outros ritmos identificados com música típica ou folclórica para expressar idéias e sentimentos modernos. E da C.A.F.F. surgiu  a Radio CAFF, uma radio online que expande este fórum de divulgação para internet.

A O.T.F.F. está no vórtice deste Tango Contemporâneo, que traz composições novas, fugindo dos standards do gênero e cantando em seus tangos,  diferente e  moderno, a Argentina dos dias de hoje.
O TTKOS acha que seu leitor deveria saber disto e conhecê-los melhor. Não sou um expert , sou um admirador, e   espero conduzir com segurança, a quem interessar possa, a razão desta admiração e espero que os links e imagens linkados seja compreensivelmente cedidos e mantidos.

A banda surge da aglutinação de jovens artistas em uma época que o Tango estava em decadência. Os novos artistas não angariavam destaque, o Rock Argentino dominava o gosto dos jovens das últimas décadas.
Mesmo sendo fãs de  rock, eram tangueros. E ao fazer tango, isto se mostrou. Se primeiramente não tanto na música, certamente na atitude.

No inicio, sua música era mapeada pelo pianista e diretor musical à época.  Julian Peralta,  um estudioso da orquesta típica, que fez a  Fernandez Fierro trilhar os rumos de Pugliese mas sempre a inspiração do Nuevo Tango de Piazolla, que  ensinou que o tango poderia ser mais que o "dos por quatro" destinado ao bailado e poderiam ser peças de concerto.
Peralta tinha que trabalhar com a aquiescência dos demais componentes. A OTFF nasceu uma cooperativa, se constituiu legalmente assim e todos os seus músicos e depois, os iluminadores, são donos de igual importância.
Uma  jeito de pensar que era consequência direta  da crise Argentina do inicio dos anos 2000. O País havia perdido o rumo econômico e politico.
E este grupo de jovens artistas queriam se expressar na Buenos Aires nas .."calles hoy derrumbadas" de Rubin, precisavam se juntar, se ajudar para poder fazer isto. Por isso era um tango que não era para bailar.
Era para se ouvir e refletir.

Comecemos com Cuesta Abajo, um tango clássico Gardel e Le Pera. É um clipe importante. Cuesta Abajo era a faixa que finaliza o primeiro album de La Fierro, Envasado en Origen. Um disco que tinha algumas composições originais  e  grande presença de peças instrumentais. Sendo um Gardel clasico, representa bem o inicio da jornada, tanto no arranjo quanto na presença de Laborde.
A Capa de Envasado en Origen
E para divulgar seu trabalho,eles precisavam ir as ruas. Na crise que levava tudo costa abaixo, o tango era a lembrança do passado saudoso.
Por sorte temos  you tube, e agradeço antecipadamente a giokitango por compartilhar ( não pedi autorização).





continua....







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sexta-feira, 16 de outubro de 2009

Reparos de Micro Vazamento Waders Breathable Usando O Método Sem Rosto

Primeiro passo : dar uma googlada.


Para achar umas sugestões de como atacar dois problemas básicas do reparo do wader.


Identificar furos e como remendá-los.


Como se tratam de micro furos em waders breathables. Rasgões, costuras abertas e remendos não são o objeto deste texto.


Os microvazamentos são invisíveis. São decorrentes de perfurações na membrana mas as vezes o tecido externo é trespassada sem deixar vestigios quando se trata de uma punção através da malha.


Uma vez que eu tinha colidido com um arbusto cuiudo de rosa mosqueta deveria haver várias dessa punções para identificar.


As sugestões da internet eram :


O clássico, encher de água e ver aonde vaza.


Usar a saída e ar de um aspirador de pó para encher o wader com um balão em uma variação do mesmo tema.


Usar uma lanterna.


Spray de rubbing alcohol.


soluçao.JPG


O bom e velho álcool isopropilico. Em vez da solução 50/50 que uso nos meus monitores.


Aumentei a concentração de álcool para 70%


O método da agua que sempre usei com os meus waders de neoprene não é uma boa opção.


Para começar porque moro em um apartamento pequeno e a molhaçada seria dureza.


Devido a grande quantidade de punções seriam impossíveis de marcar devido tal molhaçada.


Mas a principal razão é que enquanto neoprene é robusto e elástico e assim pode ser inflado com menores traumas, os waders breathable são sensíveis ao tensionamento, podendo romper a malha da membrana interna que tem a função de respirar/transpirar.


Então esta via foi abandonada a 15 do primeiro tempo.


O meu aspirador não tem modo reverso então abandonei também.


Imagino que com poucas punções, seja uma técnica usável.


Fui pra lanterna.


Peguei uma lanterninha de leds que comprei nos camelôs de Torres. Não é a melhor lanterna do mundo e´é provável que não seja a ideal para o serviço pois possue vários leds. Ou seja, vários focos de luz.


A técnica sugere que se deve trancar em um ambiente escuro e passar a lanterna junto ao tecido interno do wader e esperar um facho de luz vazar.


Não deu certo para mim. A membrana do wader não é muito espessa e na escuridão com os feixes junto ao tecido transluziam.


Não foi possível identificar os furos com essa técnica. Talvez em um wader com mais camadas de tecido ou seja feito com tecidos definitivamente opacos ou waders mais grossos.


Outro problema é marcar lugar da punção no escuro. Bom se tivesse funcionado talvez a escuridão não fosse problema.


Então vamos ao tal rubbing alcohol ou álcool de fricção.


Algo comum nos esteites e até aonde eu sei totalmente incomum por estas bandas.


Trata-se de um solução de álcool isopropilico ou etanol e acetona usado a esfregar em juntas e músculos doidos para aliviar dor muscular ou das articulações. Uma procura no google deu em nada então nem me dei ao trabalho de ir a farmácia e pedir o tal álcool de fricção. Termo que encontrei na internet em páginas lusitanas.


Como tenho sempre álcool isopropílico a mão para limpar telas de lcd, discos ópticos, lentes e circuitos eletrônicos. Esta era a minha melhor opção, c certamente eu teria usos mais nobre para álcool etílico.


Abandonei a idéia da acetona e fiz uma solução três partes de isopropanol e duas de água destilada. Umas das minhas preocupações é o álcool dissolver a película repelente a agua do wader. Estes materiais transpiráveis possuem em sua camada externa de tecido m tratamento químico impermeabilizante que reforça o isolamento à água e permite melhor dissipação do vapor gerado pelo corpo através da membrana transpirável, os gore tex da vida.


espraiando.JPG


O wader virado do avesso é embebido pela solução de álcool com um spray.


A´técnica sugeria um suave névoa de álcool borrifada na superfície do tecido.


Mas como deveriam haver tantas perfurações que o wader iria o wader iria ficar embebido em álcool.


Botei a solução em spray e ai vem um dilema. Por dentro ou por fora ?


Em um site dizia por dentro e em outro for fora. Testei os dois métodos em um pequena área experimental


Minha conclusão, por dentro é melhor.


Por fora, além de expor mais da impermeabilização ao álcool, os vazamentos ficavam pouco visíveis mas eram perceptíveis.


Mas como desde o inicio, se fosse bem sucedido o reparo dos vazamentos, eu iria lavar wader, já um pouco encardido da pescaria e aplicar TX Direct da Nikwax para recuperar a impermeabilização.


O que é recomendável. De modo que se em seu wader for mas fácil de identificar borrifando na camada externa, sempre dá para recuperar um pouco da impermeabilização.


Mas virando o wader ao contrário é funciona muito bem.


Foi assim que fiz.


Borrife uma névoa da solução de isopropanol no tecido na zona aonde o wader estava vazando.


Desvire o wader e observe. O álcool vai começar a passar pelas punções e fica fácil identificar a zona que deve ser reparada.


identificafuros.JPG


O álcool começa atravessar de dentro para fora pelos vazamentos e criam uma mancha ao embeber a superfície do tecido.Ficando fácil de identificar o furo.


Para marcar o local do vazamento resolvi marcar com hidrocor para não ficar vestígios depois que eu lavasse o wader.


Pura estupidez. O álcool que vazou acabou borrando todo as minhas marcas.


Mandei as favas a´preocupação com o visual e passei a usar uma caneta marcador permanente. Para poucos furos não é problema, mas se você abraçou uma roseira é ruim.


O meu wader ficou petit pois. Sugiro uma caneta com tom parecido ao tecido externo para minimizar o problema.


Segundo passo. Escolher o adesivo.


O melhor é usar as marcas boas. The good stuff. Tenho um tubo de Seam Grip que venho com m wader Patagonia (marca high end para que não sabe) que resolvi economizar. Outra marca premium altamente recomendável é Aqua Seal.


São adesivos de forte aderência e boa flexibilidade. Demoram algum tempo para curar mas são o melhor que se pode usar.


Como eu não queria usar o meu good stuff que iria se acabar com tanto furos, parti para uma alternativa.


A 3M tem um adesivo a base chamado Scotch Flex. O Beto Saldanha me disse que tinha usado com muito sucesso para remendar wader e um produto de boa qualidade que se encontra em qualquer supermercado. Talvez algum adesivo para remendar vinil de infláveis também seja uma boa alternativa.


A minha experiência é que o Scotch Flex não produz um "remendo" tão robusto que o Aqua Seal. É menos flexível e forte mas cumpre a tarefa muito bem.


Um problema do adesivo que eu escolhi é que ele escorre um pouco antes de curar em ponto de trabalho.


Então para evitar este problema e aplicar o adesivo direto do tubo no tecido que criei um sistema moldes para os pontos de cola.


moldes.JPG


Que uma fita crepe e usando um perfurador de papel, vazei um circulo a fita. Posicionei estes pedaços de fita com os furos sobre os locais aonde eu havia marcado os vazamentos.


No inicio usei um daqueles furadores de dois furos que se usa me escritórios para anexar folhas avulsas em pastas arquivo.


Péssima idéia. A fita ficava grudando no furador.


Mas eu não ia gastar dinheiro em outro furador sem saber se o método era eficiente.


tecnologia.JPG


Um boa idéia feita do jeito mais complicado. O uso do firador de dois furos.


Mas te digo que é deverás irritante. Quando descobri que a trinta metros da minha casa, vendiam aqueles one hole punch pro menos de dez reais. Comprei na hora.


detalhe molde.JPG


Os moldes de fita crepes são posicionados no avesso do wader nos pontos foram identificados os vazamentos.








A decisão é usar por dentro. Porque os remendos ficam protegidos ao atrito.


Aqui é que a coisa fica interessante, pois todas as decisões tomadas foram razoavelmente sensatas.


Porém, administrar o spray no avesso, desvirar o wader para marcar os vazamentos na parte externa e depois virar de novo do avesso para identificar esta marca na parte interna aonde se pretende aplicar o adesivo é simplesmente estúpido. A melhor decisão não é muito prática. E esta é toda a beleza do método sem rosto.


muitos furos.JPG


Muitos, muitos furos.


Como o meu wader fora transformado em um filtro pelo arbusto de rosa mosqueta. Eu teria, para piorar as coisas, que fazer este procedimento varias e várias vezes.


A tinta borra externamente e deixa aparência feia, o que não chega a ser o maior problema. O problema é marcar o lugar do vazamento na parte interna.


Para diminuir o problema com a marca de canetas e com a identificação do lugar do vazamento na parte interna. Pois se eu botava o molde diretamente e depois virava o wader ao avesso, alguns moldes adesivos podiam soltar.


Os laboratórios TTKOS desenvolveram um grande avanço tecnológico em benefício do Método Sem Rosto. Ímãs.


Com o auxilio de dois ímãs circulares de pequeno diâmetro que eu tinha nos meus alfarrábios. Coisas que vieram em um prendedor de geladeira.


Foi possível correr um ímã com a mão por dentro do wader até o ponto sob a marca externa do vazamento e colocar outro ímã e fixá-los de modo que é possível desvirar o wader para colocar o molde de fita crepe para posicionar o adesivo.


tecnologia2.JPG


O uso ímãs tornou o processo mais seguro e limpo.


Antes de usar o adesivo eu passava na zona a ser aplicada um algodão com álcool isopropilico para retirar gordura e outra impurezas que impedem a fixação do adesivo. Se for fazer isso é importante só aplicar o adesivo quando o tecido estiver bem seco,


Assim, passei a simplesmente o adesivo sobre os lugares demarcados.


Em alguns segundos o adesivo começa a curar e se ele ficou mal posicionado pode ser alisado. Eu costumo embeber a ponta do dedo em saliva ou se tenho em casa em detergente para maquina de lavar louça. Assim é possível trabalhar o adesivo sem que este pegue na pele.


Após secar o adesivo é só retirar, cuidadosamente a fita. Puxando no sentido horizontal e não puxando para fora e se precisar, calce o remendo com um dedo. Para evitar que a retirada da fita tire o remendo.


Vualá !


detalhe remendo.JPG


O Método Sem Rosto permite sem dúvida um remendos discretos.


Talvez não prestem. Mas fica asseado.


Cento e poucos remendos feito com precisão cirúrgica.


A aparência não é das melhores. Mas acho que salvei o wader. O problema é ver se adesivo escolhido vai segurar os remendos quando passarem a sofrer atrito e ao trabalho devido a flexibilidade do tecido.


Mais um exemplo de como o Método Sem Rosto tem um jeito complicado de resolver o seu problema.


Quais são as conclusões desta épica tentativa, aparentemente bem sucedida de salvar um wader.


Talvez seja melhor dar perda total num caso como o meu. Foram mais de 120 remendos.


O melhor talvez seja comprar outro wader.


Mas para poucas perfurações, a técnica é muito boa. Tanto que já incorporei a tralha a fita crepe, os ímãs, perfurador e o spray com o onipresente álcool isopropilico.


MAS se aplicação do álcool pelo lado externo tivesse sido eficiente em identificar os vazamentos, esta seria melhor solução. Pois dai era só virar do avesso. Marcar e aplicar o vedante.


E o tratamento impermeabilizaste tem quer de qualquer modo recuperado após a lavagem.


Um pequeno percalço no inicio da viajem me fez andar o caminho mais longo. Uma característica comum do Método Sem Rosto para complicar a vida do pescador a mosca.


Uma última dica. Evite os arbustos de rosa mosqueta, obviamente.


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quarta-feira, 25 de março de 2009

Reparos de Micro Vazamento Waders Breathable Usando O Método Sem Rosto - O Inicio

Não se trata tanto de um guia de como fazer estes remendos. É mais um lamento.


Quem tiver paciência para sofrer comigo enquanto eu relembro esta empreitada certamente adquirirá conhecimentos valiosos.


Wader, para os não mosqueiros saberem, é aquele "macacão" impermeável que nos permite entrar dentro dos rios de água fria sem se molhar.


Breathable, respirável porcamente traduzindo. Transpirante ao considerar a verdadeira função. Estas "jardineiras" são compostas de três camadas basicas. Uma malha interna de nylon bem fino, dizem os fabricantes, tricotado. Cuja a função básica é proteger a membrana breathable ( gore tex ou equivalente) e uma camada externa de microfibra ou outra malha leve e resistente. A malandragem dessas membranas é são porosas. Mas o diametro do poro permite que uma molecula de vapor passe mas não permite que uma molecula em estado liquido. Assim a evaporação do suor escapa para fora do wader mas a água não entra.


Estas peças de "vestuário" são a coisa mais incrível que já ocorreu na pesca desde a multiplicação dos peixes. São leves, não retem suor e permitem grande mobilidade. Está para o macacão que o meu avô usava para entrar no bannhado assim como uma Hilux zero kilometro está para o Jeep Willys que ele tinha. Tenho dois waders e innfelizmente nehuma Hilux.


normal_Tinho.jpg


A foto do Beto Saldanha comprova que breathable waders são muito confortáveis


A vantagem dos macacões de outrem é que eram quase aprova de balas e provavelmente um borracheiro seria capaz de fazer consertos rápidos.


Já os waders brathable são peças mais delicadas de vestuário. em especial aqueles que eu costumo comprar. Modelos mais caros possuem camadas externas extras e material mais resistente. Mesmo assim, Mas é comum acontecer pequenas perfuraçãoes que são invisíveis ao olho e que são facilmente lacrados com um ponto de cola. Rasgos de maior calibre tem que ser resolvidos com remendos.


Fazer um reparo em waders destes modernos não é ciencia aeronautica mas requer algum engenho. Razão que é necessário um certo estudo e método para um pessoa menos habilidosa, como eu, fazer a coisa de modo eficiente.


O incio da história se dá no último dia de pescaria na temporada passada, depois de vinte e poucos dias pescando com os pés galhardamente secos deu-se uma pequena tragédia.


Doc Kroef sugeriu que pescassemos El Chime na confluência com o Quilquihue aonde o Franco havia tido uma boa pescaria há alguns dias. Estacionamos a caminhonete perto da ponte e no metemos mato adentro, seguindo o curso do Quilquihue até chegar ao Chimehuin.


Desconfiio que a trilha pela qual o bom doutor nos conduziu não seja a rota ótima, mas como ele é o nativo, resolvi não complicar. Mais ou menos nesta hora o bom doutor proferiu uma lição para vida inteira.


Tomem nota, crianças.


"- Cuidado com a rosa mosqueta¹ !"


Mas de nada adianta um bom professor se o aluno é uma anta.


Em algum lugar no matagal entrei reto em um arbusto. Para quem não sabe, a rosa mosqueta é uma rosa e tem vários espinhos.


A continuação da pescaria, ali nos fundos do bairro Jardines del Chimehuin, pude constatar que o wader estava entrando água. No entanto, como era o último de pesca eu não precisaria fazer remendos de emergência. Não é chega a ser um consolo vindo do meu recém encontrado otimismo.


Waders vazandos e a depressão de fim de pescaria dificilmente seriam amenizados pela satisfação proporcionada pela preguiça e a falta da necessidade. Por sorte, engatei uma marronzinha migratória, a primeira migratória no último dia de pesca. Isto sim te da a satisfação e voltar para casa "pescado".


lamigra.JPG


A marronzinha compensou os pés molhados.


A preguiça e a falta de propósito são minhas companheiras inseparáveis. Depois de dez meses resolvi atacar o problema usando nada menos que o Método Sem Rosto .


(Depois tem mais)

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terça-feira, 30 de dezembro de 2008

Recuerdos do Chimehuin - Prólogo

É tarde da noite e não consigo dormir. Entre um episódio de IBS, o calor da noite e o zunido da tevê que passa o jogo da NFL ( Carolina x Tampa Bay).


Fecho os olhos mas o sono não vem...


As idéias passam a a circular por minhas memórias como fantasmas nesta grande mansão abandonada que é a minha mente.normal_Tinho.jpg


O Pescador Sem Rosto, meditando depois do vinho.


A busca do sentido da vida começa nas barrancas do Chimehuin...


Algumas dessas assombrações são as lembranças da minha ida recente à Patagônia ( e lá já se vão sete meses). E de um problema que vem me incomodando. Como as boas histórias que lá aconteceram, não conseguiram se transformar nos causos que eu gosto e, às vezes, preciso contar.


Logo que voltei resolvi que iria "passar para o papel" em ordem cronológica. Isto se tornou um obstáculo porque os fatos mais interessantes não chegam em ordem de chegada.


Estes "melhores momentos" acabam ganhando certa dileção na memória e acabam tendo tratamento preferencial na fila. Como uma gestante ou um idoso que vai ao banco.


Talvez a melhor analogia envolva uma mulher muito bonita que recebe tratamento preferencial por sua aparência.


Na minha tentativa de gerenciar esta fila eu usei um approach pouco profissional e resolvi deixar de lado certos fatos menos interessantes.


Descobri que ainda algo talvez chato ou constrangedor pode ter importância para a seqüência dos fatos. Como nas aulas de história do Prof. Pontello. Devemos buscar as causa e a conseqüências para que entender como as coisa aconteceram.


Entendendo os porquês, talvez eu me capacite a contar os tais causos.


Assim, revisitando um dia frustrante de pesca na confluência do Malleo com o Aluminé, eu acabei sendo visitado por fantasmas de uma outra tarde de pesca pouco agradável. Lá em 2001, no Ñorquinco. E só então eu consegui achar o fio de meada. Descobri a solução da equação.


E agora estou escrevendo....Tem aquele probleminha descrito por Gierach. Ás vezes, o pescador/escritor acha que a história é extremamente relevante. Até tentar contar esta história e descobrir que era tão somente pesca.


Mas com sorte podemos almejar um pouco de Norman Maclean que disse* : "a storyteller's belief that at times life takes on the shape of art and that the remembered remnants of these moments are largely what we come to mean by life".


* Em Young Men and Fire : livro em que relata o destino fatal de 13 bombeiros que atuaram no incêndio florestal de 1949 em Mann Gulch, Montana. Deixei em inglês pela eloquência de Maclean na lingua inglesa e pela minha falta de eloquência na língua portuguesa.


Nunca li este livro. Tirei a citação da crítica ao livro "The Norman MacLean Reader" do Los Angeles Times.




Mas para deixar as coisas ás claras : " a crença do contador de histórias que às vezes a vida toma forma de arte e as reminescências destes momentos são em sua mairoia o que nós viemos a entender por vida."

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quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008

Back in the grind... Até a próxima, Torres.


Praia Grande, tal qual a última flor do Lácio


Já estou  com aproximadamente 8 horas de podcasts recuperados da semana passada desde que voltei ao mundo permanentemente conectado a tal internet, ontem. Estou tonto e confuso. Semana passada recuperei quase tudo das semanas anteriores.  Vou tomar uma "navargina", como diz o Pedro Nunes.
As entrevistas com Steve Woznaik são médias a entrevistadora parecia uma fã fazendo perguntas de fã e francamente podia ter saído mais da entrevista. Alguns detalhes bons como o fato que ele nunca saiu da Apple  e outros dispensaveis como as suas partidas de Segway  Polo. Curioso,  tipo da coisa que milionário do silicon valley faz no sábado de manhã quendo está entediado. Mas um completo disperdício de dinheiro, tempo e energia eletrica. Deveria  de fazer como John MacAffe. Pegar o jatinho e ir pescar trutas.

 (Nota: Não tenho certeza agora se é realmente o criador do anti virus scan. Tenho duas referências na minha memória. De um programa  de tv, produção de PBS americana, sobre a ascenção do mercado de informática que passou na GNT. Mostrava  um dos magnatas da informática, especificamente de antivirus, por isso tenho quase certeza que MacAfee, que morava em uma mansão a beira de um rio pescando com o filho. Outra referência foi o depoimento do guia argentino Adrian Cataldi que a mesma pessoa ( MacAffe or otherwise Norton ou outro milionário da informática que criou um anitvirus ) que foi guiado por ele foi de jatinho e deixou todo o equipamento de gorjeta antes de embarcar, por que só gostava de pescar com equipamento novo e tava na hora de trocar. Considerando a qualidade do equipamento do gringo, excellent tip !)


De qualquer modo alguma coisa  de boa saiu da entrevista, em especial o fato que Woz ficou rico e botou muito dinheiro na cultura e na educação da região de San Jose aonde cresceu. Museu, teatros e um grande envolvimento pessoal na educação tecnológica de jovens no colegial.  Woz é o cara !

Queria ouvir a repercurssão do Super Bowl e agora tenho que me por em dia com todos o resto do mundo. Os super trades da NBA ( Gasol nos Lakers, Shaq em Phoenix, Jason Kidd em Dallas ) o mercado de cãmbio na europa. Tem uma oferta excelente sign in bonus em um site de poker em euros. Ou  "eiscelente' com dizem o pessoal  do Bola na Costas, que dizem que os seus podcasts estão para acabar. O que seria uma pena pois é hilário.

Como eu disse a mídia brasileira ainda não pegou o jeito com o formato. Podcast rules, e eu tenho que ouvir quase tudo em inglês.

Atei algumas moscas, mas não muitas. Mas quando o tempo tava ruim o pessoal ficava me chamado toda hora pra jogar poquer. Mesmo em férias, a agenda tava lotada. Sou muito requisitado. Vida dificil...Torres, tomada pelo crepe no palito. Antigamente eram o "xisburguers". Davam arrepios no meu pai quando tinha  aproxidamente a minha idade, para ver como são as coisas. Ainda somos os mesmos e vivemos como  nossos pais, dizia o fanhoso Belchior. O potencial do milho verde, do abacaxi e do tomate gaúcho ainda não foi descobertos totalmente pelos vendedores no calçadão. Tem a quisoque do Schardosim aonde comprei um a pamonha deliciosa. E estava fechado os classícos churros do Vô Gervásio que talvez tenha morrido de velho. Faz falta.
Deveriamos explodir os crepe nos palitos e as bancas que vendem "capeta" como sugeriu o Dado. Melhoraria o nivel automaticamente, e não falo do ponto de vista social e sim do gastronômico.

Tirariamos o Gaudério da aposentadoria ou do túmulo, se fosse o caso para fazer um desses churasquinho gurmês que é moda agora em Porto Alegre.
Fariamos uma estatua para o Ildo junto ao Mariscão carregando uma bandeija de chopps, talvez servindo o GK sentado em um daquelas barracas de madeira da SAPT. E todos os quiosques deveriam usar os produtos colhidos e produzidos na região que são deliciosos. Excessão seria a marisqueira com canela, que ao contrário da "branquinha", é um veneno. E proibiria a Velho Barreiro e outras cachaças industriais. Pelo que sei Dom pedro da Alcantara ( ali na beira da BRIOI) é recheada de alambiques e tem uns dois ou três em Osório e Maquiné é claro Santo Antônio. Fazendo cachaça boa. Se fizessem por um um bom preço seria "eiscelente". Porque a barreiro custa tres onto a a Velho Pescador custa vintão, e aí só pra vender caipa pro Gerdau ou pro Waltinho..
No Botequim Carioca ( lar do melhor chopp de Porto Alegre) substituímos a barreiro pela Santo Forte de Dois irmãos (é cachaça de baixo custo do alambique que faz a muito boa Dom Braga) com vantagens.

Gostei do projeto dos novos Molhes que apareceu na imprensa.

Viajada na maionese total, mas seria bom se saisse do papel, ou ainda, do cad. Deveria ir adiante. Até para ver se regrediria o assoreamento da Prainha.

 Eu me livraria do palco e do campo de futebol. Ou transferiria para juntos dos Molhes. Transformando em um complexo cultural junto do surfe e a pesca e para longe de mim.  Para concentrar os dejetos em um só lugar. Aos desavisados, me refiro a água que vem do Mapituba e que costuma tornar os molhes na única praia não balneável do litoral norte. Aprendi nas minhas pescarias de robalo que  Nebacetin não adianta nada...

Obviamente a tendência é o contrário, eu me afastar da minha amada Praia Grande.O piscinão de ramos do paralelo 29º20'07", sul. Talvez vá para Guarita, fora do parque que tem que pagar para entrar, de carro, junto com os Argentinos. Churrasqueira e chopp Ralph's beer em punho.Ou volte a pescar papa-terras em Itapeva  se o pessoal do condomínio não arranjar um jeito de cercar praia.Mas isto fica pro ano que vem. Pois agora estou de volta pra Porto Alegre.

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terça-feira, 12 de fevereiro de 2008

Férias, exílio...Parte 2


O outro lado de Torres

Depois de meteórica passagem pela capital gaúcha devo voltar a mais bela paria do litoral riograndense, Tres Tours sur Mer. A capital mundial do crepe no palito. Não pude escrever muito. E me  prendi a escrever sobre o Superbowl, que ainda por ciam era noticia velha.
"La verdad es" que estive com a agenda cheia.  Já no domingo teve um poquerzinho, Paguei as contas, fui comprar  mollejas e morcilla. E a galera do futebol de segunda, aonde eventualmente vou dar apoio moral aos fabulosos atletas, comer um churras e eventualmente...jogar um poquerzinho.

Então poderia ter escrito mais...mas não deu. Além do que um semana de podcasts em atraso que signfica que o tô sempre com os fones nos ouvidos. A lot to catch up.


Baixei um novo  que parece promissor. DishyMix:  Sucess Secrets froam Famous Media and Internet Bussiness Executives. Apesar do titulo ridiculo  baixei as entrevista de Steve Wozniak, que tristemente devo admitir era um dos meus ídolos do pós-infância, junto com Renato Portaluppi ( eu não batia muito bem da cabeça). Para quem não sabe, Woz era o criador da Apple ( Junto com o mascarado Steve Jobs) que projetou os  primeiros computadores. da Apple. Destaque para o Apple II que mudou tudo. De repente assino o podcast.

Além disso o Bolas nas Costas segue engraçadíssimo. Destaque para a edição de carnaval. E uma semana de PTI pós Super Bowl.

As carreiras, tive que neglicenciar. O Festival do Dubai está embalando. Os bichos brasileiros segeum correndo em bon npuemro e com resulatdos bons. Duas semanas atrás outra dobradinha brasileira New Freedom ganhou e Sarissa fez outro placê pro Estrela Energia que daqui a pouco desencanta. A craque chilena  Cocoa Beach ganhou os Mil Guinéus deu o troco em Fiesta Lady e ganhou por  mais de cinco corpos.

Os velhos amigos do TTKOS voltaram a correr. Einstein tentou turma forte de areia no Donn Handicap, não foi de todo mal apesar de ter ficado descolocado. Largando por fora, tentou forçar pra pegar a frente, mas o trem de carreira foi muito forte e ele acaboua fazen a primeira curva correndo por fora e fora de suas caracteristicas. Spring At Last não perderia de qualqer modo porque correu uma enormidade, queria saber o Beyer que cravou. Os atropeladores se favoreceram e fizeram  trifeta, AP Arrow e Brass Hat. Grasshopper finalmete pegou um trem de carreria favoravel e levou sua primeira prova de grupo.
E para finalizar as heroína das pistas Ouija Board deu a luz a seu primeiro potro, um filho de Kingmambo. E agora o seu desafortunado propietário, o  tal  Earl of Epsom, vai levar ela para europa para ser cobertura poelo alemão  Monsun, pai de Manduro.

Em uma semana volto de novo.


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quarta-feira, 30 de janeiro de 2008

Férias, exílio....

Vou me afastar da internet por uns dias, desintoxicar. Então aproveitem para ler algo útil como um livro ou a bula de seus remédios..


Em caso de necessidade, leiam o incrível patrimônio cultural produzido aqui nos últimos meses.


Eventualmente vou passar em uma Lan House ou coisa parecida e vou postar alguma coisa. Ou não !


O ócio puro me espera e como a mente ociosa é o jardim do diabo em bem possível que pinte muitas idéias novas por aí.


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terça-feira, 29 de janeiro de 2008

Podcasts, ferramenta de produtividade. Gerenciamento de Ócio, parte 3

Mais um capítulo na série de auto-ajuda que vai me tranformar no bussiness guru mais incandescente do final da primeira década do vigésimo primeiro século da era cristã.


As pessoas me perguntam como posso ser tão informado, como algúem poderia saber que Volcada a 12-1 no quinto páreo do programa de segunda na  noite da Melbourne Cup era uma boa aposta. Como eu fiquei sabendo sobre o escandoloso caso de roubo  no Absolute Poker que foi desvendado nos fóruns da internet.  Ou como eu fiquei sabendo do deputado astrauliano que tinha comido cera do ouvido.
Todo mundo mundo sabe que isto é notícia livre da internet, e as pessoas que navegam regularmente tem os seus site preferidos aonde buscam suas informções e entretenimento.
Mas como é possível otimizar a busca de informações


Em uma palavra "agregadores".
Genericamente, um agregador é uma página na internet ou um cliente ( um programa instalado no seu computador que entra em contato com um outro programa em outro computador, o servidor,  para genericamente requisitar serviços, é o modelo mais comum de comunicação em  rede). Este agregador pode ser carregado com endereços de páginas XML da internet,  basicamente uma endereço com conteúdo dinâmico. Este programa/página da internet,  toda vez que acessado/inicializado, checa suas páginas e atualiza o seu conteúdo.


Para feeds, eu uso o Goggle Reader, mas poderia usar o cliente instalado no Opera ou algum cliente grátis tipo o FreeReader.
Quase todos os blogs possuem feed, assim voce pode assinar o meu blog como eu assino vários como  o do Xingu,do Ado, do Mino Carta, do  Paulo Henrique Amorim, gente deste nível. Além disso, a maioria das páginas de noticia tabém tem feed, é so procurar pelo simbolo RSS em algum canto da página. Um funcionalidade legal do Google Reader é que posso compartilhar as noticias que mais gosto tornando elas publicas. E além disso estes meus items públicos podem ser linkados no blog. Como o pode-se ver ai na coluna da direita. Aonde as Noticias do Terra Popular costumam ser as vedetes.


Podcasts sã arquivo de mp3 que ditribuem em um feed. Já existem páginas que agregam as suas assinaturas de podcasts. Mas um cliente torna o podcast é uma excelente ferramenta.
Apesar do nome relacionando a Ipod, uma vez que o arquivo é mp3 pode ser ouvido em qualquer player incusive o seu aparelho celular. Um bom agregador, porém, deve além das atualizações sincronizar dos seus arquivos com o player de forma mais transparente o possível ao usuário.


Na wikipédia tem esta lista de agregadores.


Como tenho um Ipod, uso o agregador do iTunes. Que possuem a vantagem extra de possuir um catálogo de podcasts na iStore com sistema de assinatura automatizado em um click. .


Os podcasts são agora quase 90 % do conteúdo tocado no meu player. Perdendo somente para a música de abertura do Ultra Seven que me inspira a levantar de manhã e combater os daikaijus  do dia a dia.


A óbvia vantagem de se ter o conteúdo transferido para um player é que a portabilidade da informação a torna o podcast um ferramenta poderosa de gerenciamento de ócio. Podemos baixar as noticias e informações que mais gostamos e ouvir em qualquer lugar.


Durante o sono,  que segundo consta,é um modo de studar enquanto dorme. No banheiro, fazendo compras no supermercado, no ônibus enquanto nos deslocamos no dia a dia. Música é excelente. Combate o tpedio, inspira e distrái, mas um podcast pode ainda  nos manter informados e pode ser uma ferramenta   que pode aumentar a sau  produtividade  ( já que pode ser usada simultaneamente a outras atividades) e pode te levar  ganhar dinheiro( pela mehoria do seu jogo de poquer e as barbada no prado).


Infelizmente as grande geradoras de contéudo  de noticias e midia do Brasil ainda não abraçaram a tecnologia  Fiz muitas buscas e achei muito pouco conteúdo. No Brasil o que existe mais são podcasts pessoais que são muito bons mas que me parecem mais direcionados ao entretenimento do que para informação.


Achei um que achei ia ser uma ferramenta poderosa mas não é mais atualizado e seus arquivos não estão masi dispiníveis para download :   " BroxaMusic, música ruim de qualidade". Não procurei muito mais. Mas por exemplo do Globo o unicos podcasts que tinha eram interessantes eram de Esporte : Bola nas Costas (humor, muito bom, uma espécie de Sala de Redação muito engraçado) e Por Dentro dos Boxes (automobilismo). Mas muito pouco conteúdo, especial se compararmos com a quliade dos blogs brasileiros.


 A Rádio Gaucha anunciou tempos atrás mas não foi adiante. Existe o live stream e o arquivo recente para steraming, mas um arquivo em serviço de podcasts seria relativamente fácil e uma grande ferramneta para gaúchada que tá fora dos pagos de onde nasceram.


Alguém que tiver boas sugestões de podcasts em lingua portuguesa bota um comentário com o endereço pra me dar uma ajuda a galera.


Mas é um nicho mal explorado pela industria brasileira. Hoje assinei um podcast do Financial Times inglês,por exemplo. Basicamente par ficar olho no mercado de câmbio e para parecer sofisticado para os meus leitores que ficariam francamente decepcionados vendo os podcast que eu assino.


Uma lista rápida dos que uso no dia a dial.


A ESPN americana tem vários podcasts. Apesar de acompanhar a NBA, a NFL e MLB é claro que um boa parte do contéudo não é útil por falta de unversalidade  mas sempre recebe boas informações e humor ouvindo PTI, Around the Horn e eventualmente The Best of Mike and Mike in The Morning.


Do PTI, acabei assinando o Tony Kornheiser Show. Este um cara é um dos apresentadores do PTI e agora um dos apresentadores do Monday Night Football. Grande suceeso da tv americana. Ele é um comentarista esportivo do Washington Post que ficou muito famoso pela tv e tem esse talk show em uma  rádio de Washington, DC. O programa é mais uma egotrip envolta do cara e  é uma rádio local, então tem muito conteúdo local. Mas é bem engraçado e inteligente. O Washington Post da minha distância me parece ser o que de melhor tem na imprensa americana, junto com  NY Times, e vários articulistas do WP fazem participações no dia após dia  no showde Mr. Tony.


Corrida de Cavalos são um excelente assunto para podcasts. Uma grande ajuda quando não da para fazer uma análise de risco mais extensiva nos retrospectos.
Da Australia, os programas  Racing Central  que é centrado nas corridas de lá e da onde saiu a barbada supracitada e o International Racing Preview, que especialmente útil para ficar de ouvidos abertos para o mercado asiático.
Na Inglaterra assino os podcasts da William Hill e da Ladbrokes, duas bancas de apostas famosas.  É complicado confiar nos palpites de quem se benficia de tuas perdas, mas sempre sai uma barbadinha e ajuda acompnhar o movimento dos cavalos clássicos na Europa.
A RHR, Racing Horse Radio tinham vários programsa de palpites mas agora estão todos fora. Vão fazer falta na próxima temporada em Saratoga. Tenho baixado o Throughbred Racing Radio Network, mas ainda não pude fazer bom uso do conteúdo por que é muito extenso,  quase três horas diárias. Podiam meter um resumão "The Best OF".


Poker tem tido bom conteúdo assino o Twoplustwo, PocketFives e o Pokerroad. O mais útil pelo ponto de vista de estrátégia  é o Twoplustwo mas o mais divertido é o Pokerroad.


De noticias acabo não ovuvindo tanto pois leio muita coisa no Reader para poder linkar. Mas por exemplo a história do deputado comedor de meleca eu ouvi no Kornheiser Show e depois procurei no Terra e achei no Youtube.


Tenho escutado o Keith Olberman da MSNBC, cara que ficou famoso com apresentador do Sportcenter americano e que tem um dos programas mais fortes de noticias politicas, fazendo um contrapopnto "liberal" ao pessoal da Fox News.  O cara é very sharp, e em época de eleições americanas estou tentando ficar com um olho no gato, outro aquário.


The Economist e agora the Financial Times, porque  os ingleses me parecem mais austeros em relação a pensamento politico-econômico.


Fly Fish Radio e The Itinerant Angler são excelentes podcasts para quem gosta de pesca com mosca. Entrevistas com grandes pescadores, novidades do mercado e dicas de viajem.


Espero que apareçam mais coisas no jornalismo brasileiro nesta mídia mas por enquanto eu tenho usado estes podcasts. Sem dúuvida é uma forma de se ganhar tempo e adquirir um mundo de informações de grande utilidade. Uma verdadeira ferramenta de aperfeiçoamento pessoal do novo século.


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