Cachoeirão dos Rodrigues ameaçado por represa !
PAC tem projeto que afronta a natureza em São José dos Ausentes ! Veja o post ! Se informe !
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quarta-feira, 31 de dezembro de 2008

Enquanto isso em Paris....

A vingança de Louis Phillippe...


Ainda que os pessoal que de Cruz Alta e da vorta da Lagoa do Casamento duvide...O nosso emissário francês contra ataca com um legítimo Agneu Pré-Salé.


Um "ombro" assado no forno....


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Mas o grande trunfo do gourmand franco-brasileiro é sua adega milhonária...


Para "la piéce de resistànce".


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O grand cru Prieuré-Lichine e o Rothschild que o orçamento permitiu...

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Acostuma-te a lama que te espera...

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Leitãozinho no rolete... A tradição, a engenhosidade de Pedro Nessi para que entremos o ano bem alimentados e fuçando para frente.....

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sábado, 20 de dezembro de 2008

Louis Phillippe fora de controle...


Nosso correspodente Louis Phillippe está fora de controle.


Além de ter arrebentado com a verba de representação, diárias e o sálario do TTKOS em algumas "piéges a touristes" bordalesas.


Nosso correspondente do que costuma dar muito trabalho para o nosso laboratório fotográfico aonde por vezes pode se ouvir ecos da sabedoria do falecido Edgard Planella dizendo os seus dez ou onze palavrões preferidos.





O mapa não está muito legível mas dá para dar um idéia da complexidade da coisa.


Encantado com os "vignobles", grand crus e chatôs, L.P. se acometeu de "name dropping fever" e um uma clara demostração que não sabia do que estavam falando os seus anfitriôes em Bordeaux enquanto alegremente comprometia o patrimônio familiar em nome de sua recém iniciada adega.


Mais uma vez a redação do TTKOS, faz o serviço sujo e vai ajudar L.P. entender o que ele escreveu.


Vignobles, imagino que ele saiba esta, são as vinhas ou como dizem no Vale do Vinhedo, o "pareiral".


Grand Cru...


Hmmm. Aqui é que a coisa fica interessante.


Literalmente ou quase, grand cru que dizer "excelente crescimento". Cru vem do verbo croître, crescer e o grand é grande mesmo mas adjetivando a qualidade e não o tamanho e quantidade. Afirmo isso, porque o "stress", outro termo muito usado do dicionário pedante do enófilo enrolador, proporcionado por solo e clima bastante rudes,e fazem que as tais vignobles não produzam quantidade ( não tem "quilo", como as boas uvas de nossa serra) mas em seus poucos frutos concentram as qualidades ee geram estes vinhos maravilhosos.


A expressão grand cru meio que confundida com grande qualidade é uma classifcação do vinho especificamente produzido por um vinhedo específico, basicamente seu "terroir" ( outra do tal dicíonário). Começou em 1855, quando da Exposição Universal de Paris, o imperador Napoleão III que queria uma classificação que qualificasse o valor e a categoria dos vinhos de Bordeaux.


Assim, a golpe de pena, criou-se um "ranking oficial" classificando a produção de cada chateau pela qualidade de seus vinhos, algo que está relacionado com o terreno da aonde são retirado as uvas. E não por quem faz o vinho ( já que um chateu pode trocar de propietário e a mão de quem faz pode gerar vinhos de diferente qualidade ou da qualidade da safra.


A classificação de 1855, dividia em ordem decrescente de grandeza em cinco faixas de qualidade notável : premier crus, seconds ou deuxièmes crus, troísième...


A exceção do Chateau Haut-Brion de Graves todos os vinhos são do Médoc. Para os vinhos doces brancos de Sauternes e Barsac foi feita uma classificação diferente ( Premier Cru Supérieur, premiers cru e deuxème crus).


Depois vieram classificações de AOC para os vinhas da Alsácia e da Borgonha.


Outro fato notável derivado da histórinha de L.P. é a biografia de Alexis Lichine.


Lichine, fugiu do comunismo para os Estados Unidos e se tornou um dos personagens mais importantes da história moderna do vinho. Primeiro gerente de vendas de Framk Schoonmaker, importante importador e comerciante de vinhos e autor famoso nos Estados Unidos nos anos após a Lei Seca. Em associação com Schoonmaker, convenceu os produtores americanos a qualificar seus vinhos não por um nome genérico apropiado das apellations francesas( borgonha, chablis) mas pelo nome de seu varietal (cabernet sauvigon, merlot , etc...) o que gerou um grande aumento nas vendas dos vinhos americano e prática comum até hoje em todo mundo.


Mais tarde se radicou na França para botar mão a obra adquirindo o Chateau Le Prieurie (um quatrième cru em 1855) e sócio e gerente do Chateau Lascombes ( Second Cru ).


Lichine que também se notabilizou como autor de obras foi um grande crítico de algumas das inadequações da classificação oficial ( que agrega grande valor as garrafas dos vinho que podem ostentá-las) e não sendo capaz de mudar a classificação ele própio lançou sua própia classificação. Classificando os vinhos tintos de Bordeaux (Haut-Medóc, Pomerol, Saint-Émilion, Graves) em ordem decrescente de magnificência, Crus : Hors Classe, Exceptionnels, Grand Crus, Supérieurs e Bons Crus.


Nos Hors Classe nenhuma mudança a classificação de 1855 mas a adição de vinhos do Pomerol e de Saint-Émillion. Lascombes permanceu no segundo time mas o Prieirie-Lichine subiu para a desejável marca de Grand Cru. Em uma atualização de sua lista em 1978, alguns vinhos foram rebaixados.


Como podemos ver a rápida passagem por Bordéus nos levou muito longe e ainda muito há para ser explorado por Louis Phillippe no mundo dos vinhos. Com sorte a jornada o torne mais sábio também.

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quarta-feira, 3 de setembro de 2008

C.P. e a salada Cesar. A esperada volta da do Cozinheiro Preguiçoso.

Fazia algum tempo que o Cozinheiro Preguiçoso não dava sinais de vida.
Perguntei por onde andava e ele me disse que tem tido problemas com as latas de atum e o chucrute alsaciano.
Não quis entrar em detalhes pois C.P. é um cara complicado e cada história poderia me tomar uma hora. Ele  parecia feliz, pergntei qual o motivo para tal faceirice e me respondeu novamente sem fazer sentido...
"Alface romana !"
Meu olhar de surpreendente ignorância, infelizmente,   não evitou que ele me explicasse.
Finalmente havia encontrado em supermercado o raro exemplar da alface romana e tem mais,parecia ser de fato uma alface romana, dizia ele, apesar de não ser tão volumosa quanto aquelas de "filme".
Seguia sem entender razão de tamanho entusiasmo e ele disse que finalmente poderia atender os leitores do TTKOS  e nos brindar com uma maravilhosa Ceasar Salad.
Senhoras e senhores, com vocês, o Cozinheiro Preguiçoso :

"Alegria. Alegria...Meu caro Tinho Kessler finalmente uma alface romana.
Imagino que seja o santo graal do horticultores brasileiros. Diligentes descendentes nipônicos tentando por gerações decifrar o enigma da alface.
Quando moço só existia alface.
Alface era alface. Ponto final.
Então s venho a crespa, e velha alface virou lisa. Depois a mimosa, a roxa e a quando o ápice parecia ter sido alcançado com a alface americana começamos a ser presenatedadsos com frizzly ou frizzé ( a mais saborosa na minha opinião)  e agora a incrível romana.
A tal alface romana "cocrante" e saborosa é tem a textura perfeita para receber molhos mais complexos que o one-two punch do vinagre com azeite.
Interessante é a história de como surgiu a receita. Vou fazer referência ao depoimento de "Le Chef"  José Hugo Celidônio, guru desde os tempos de Rede Manchete, em seu livro  "Histórias e Receitas" da onde  absorvo a história e a receita...

Nos idos da Lei Seca nos Estados Unidos, Tijuana, cidade mexicana na fronteira com o sul da califórnia , bombava com americanos em busca alívio para tensão gerada pela crise econômica e o  surto reacionário puritano.
Em "Tiju" , americanos de todas as idades encotravam a necessária "debauchery" que os adolescentes de hoje ainda buscam lá. Os "de maior" de hoje vão a anabolizada Las Vegas.
Naquela época valiam os velhos chavões : "bebida honesta , mulheres nem tanto" para os homens de sorte e "mulheres rápidas e cavalos lentos" para a maioria restante.

A respeito dos anos de ouro de Tijuana,  o afamado hipódromo de Aguacaliente ( local da única atuatação nas americas e última  do fabuloso Phar Lap, craque australiano que foi enveneando provavelmente por um bookmaker rancoroso) e o bordel Molino Rojo, algumas passagens de Seabiscuit - Uma Lenda Americana, brilhante livro de Laura Hillenbrand que deu a origema filme "Alma de Herói" são deliciosamente  elucidativas.

Era feriado de 4 de julho e durante a "Prohibition"  melhor modo de comemorar a data pátria era saindo do país.
Com os gringos consumindo tudo que a cidade tinha a favorecer como uma horda de gafanhotos chegou a hora  que  o restaurante Ceasar's se viu somente  com alface romana, ovos, limão, queijo parmesão e pão em seu estoque. O propietário e chef Cesare Cardini (foto) para sair do aperto inventou um salada "especial". E para completar, mandava os garçons fazer na hora, na frente de todo mundo.  "Instant classic" para usar um oxímoro batido para "enriquecer" o texto com mais um lugar comum. "Lugar comum" que  alías é  ironicamente,  um lugar comum.
Importante para as pessoas que reclamam do tempero que não havia nem anchovas nem molho inglês ( ver receita adiante) que foram incorporadas  conforme a mistura fez o seu caminho para Hollywood e para os cardápios das cadeias mundiais de restaurantes.  Os dois  componentes  podem ser dispensados sem crises de consciência.
Eu gosto de usar o molho inglês, acho que combina bem com o ovo e o limão e como tem anchovas em sua composição me deixa livre de usá-las.
Sobre o molho inglês,alías worcestershire*. Sou ortodoxo. Ou  Lea & Perrins ou nada.  Não perca tempo com imitações baratas. O mesmo pode-se dizer do anchovas. Use acchiughe ou anchoas mediterrâneas enlatadas são mais caros mas valem a pena. Não use  sardinhas catarinenses "enxovizadas" ou outros substitutos que dão má fama ao componente. Outra dica pro mais sensíveis era do Jeff Smith era dar uma dessalgada no leite para suavizar o sabor.

O alho no entanto é dificil de abandonar, mas não impossível. Devo ressaltar que na receita original e no modo "certo" de fazer, o alho é somente esfregado na saladeira para dar uma perfumada e não massivamente incorporado ao "dressing". Um sacrifico cometido para se fazer o molho com antecedência e em maiores quantidades que acaba levando muitas pessoas  errar na quantidade de alho. Para quem precisa agilizar o molho, sugiro o uso moderado de alhos assados ou  rapidamente fervidos que ficam muito mais suaves e doces.
Não preciso dizer que molhos indutrializados por multinacionais sabor "ceasar salad" são uma ofensa imperdoável  às thortaliças.
Pão velho assado na hora é o ideal. "Croutons" verdes e vermelhos que custam mais que picanha não fazem sentido. Quando é para fazer "à granel" uso o pão torrado do Carrefour.
Costumo fazer no olhômetro e concordo Nigella Lawson que ela é prepararada de forma mais eficiente e erótica com as mãos







Ah ! Nigella Lawson,(vais me dizer que tu não pegava) musa mor da fat people porn, ou seja programas gastronômicos de tv 
Nos tempos de Planet Food a minha a musa maior era Padma Lakshmi,  mas atriz e modelo tem no curriculo a dura marcas de sua  preferencia pela cozinha indiana de seus antepassados e de ter sido esposa de Salman Rushdie. O cara pisa a bola com Alá e ainda pegou esta coisinha. Deus tava de sacanagem.  Guardo no meu intimo a esperança que ela corneana ele.)


Rasgo as folhas de  alfaces já limpas e geladas em pedaços garfáveis boto no parto de salada que euprevaimente esfregeui um dente de alho.
Meto-lhe o azeite ,com ou sem as anchovas dissolvidas e emulsionas a ele.
Sal e pimenta.
Boto um ovo em água fervente por um minuto,  o ovo tem que ser mole. O quanto, fica pelo gosto do freguês, mas nunca mais que três minutos. Espremo o suco de limão. Da para misturar o parmesão ralado e os croutons aqui ou depois par deixar por cima e ficar bem na foto.
Misturo com as mãos para cobrir bem as folhas.

Vualá !

Fácil e deliciosa.. 


Dá para fazer o molho antes batendo os ingredientes em liquidificador ou coisa que o valha. Mas tira o sex appeal que deriva de fazer com a mãos a exceção do fedor do alho na mãos.

Números da Receita do  Celidônio para seis porcões:
-duas e meia xicaras de pão.
-quatro filézinhos de anchova
- UM dente de alho graúdo.
- dois pés de alface romana
  ou um pé de escarola e meio pé de alface.
-sal
-meia colher de chá de pimenta do reino. (Sempre moída na hora, lembro eu !)
- um ovo cozido
- três colheres de sopa de suco de limão
- meia colher de chá de molho inglês
- um terço de  xícara de quejo parmesão ou romano ralado.


Até mais e prometo não ficar tanto tempo sumido !

C.P."



* Pronucioa-se "usterchir"  num esforço para tornar a ligua inglesa incompreensivel.






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quarta-feira, 25 de junho de 2008

Le Pied Sale...

Louis Phillippe estreia como correspondente do serviço cultural online "Tire as Mão do Meú Pé Sujo !"


Trata-se de um quase-ONG que defende a preservação  da brasileríssima cultura de butiquim.


Imperdível....


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quinta-feira, 12 de junho de 2008

Bistrot minha paixão...

Bistrot a Chantily.



Acompanhei Le Sorcier Cardinet em uma incursão aos cavalos no domingo na belíssima Chantilly.


Enquanto ele estudava o programa do Jóquei, eu pesquisava os “bistrots e restaurants” para nos deliciarmos.
Acompanhados da família Kessler e de nossa amiga Tania Cosentino encontramos o Le Goutillon Restaurant.



Típico resto francês com o cardápio a giz em um quadro negro.
Mesas pequena , paredes com pedras a mostra e muitos enfeites.



Entre os enfeites, quadros com autógrafos de ganhadores em Chantilly.


O ambiente perfeito para uma refeição antes das carreiras.


Apesar de não termos reserva, Louis Phillipe já é um gourmet conhecido por todo Hexagone (França). Fomos acomodados no segundo andar junto a janela.



O cardápio trés français. Como entreés Foies Gras de Canard, salade de chévres, escargots, terrine de lapin , etc...


                         


Pulamos e fomos direto aos pratos. As mulheres como sempre foram mais conservadores e pediram o entrecot com fritas. Tania que estou treinando na arte de goûter as novidades francesas (recentemente provou “bulot”( Buccinum undatum ) também chamado buccin, um espécie de caramujo do Atlântico Norte), arriscou no filet au poivre.
Arthur pediu sorvete de creme e acompanhou com fritas. Sem comentários...



Eu como bom gourmet e amante da boa cozinha pedi Rognon de Veau flambé au Cognac.(Rim de terneiro).
Ao ponto.



Madames et Messieurs, divino !


Para acompanhar, um Bourgogne Marsanny Louis Latour tinto que dava o caimento perfeito ao rognon.


Uma coisa que por si só vale desviar o caminho em direção a Chantilly (une table excellente qui mérite un détour).
E  ainda podes fazer a digestão visitando o castelo ou o maravilhoso hipódromo.


Todos os pratos estavam excelentes com destaque e louvores ao rognon, é claro. Palmas para o cuisinier.



Arthur aprovou !


Quem vier a França deve se programar para assistir um clássico e degustar da bonne cuisine française.


Mas para isso precisa primeiro consultar o TKOS para se informar das corridas e dos restaurantes.


Para Chantilly:


Le Goutillon
65e, rue du Connétable
Telefone 03 44 58 01 00


Atenção para a reserva !
Nem todo mundo é conhecido como Louis Phillipe


Bon appétit


Louis Phillipe


Cuisinier et Gourmet



PS: enquanto escrevi este, degustava. Vinho? Não senhores ! Cerveja Belga,  que deve ser degustada e saboreada.
Neste caso tomei uma Burgse Zot direto da Microcervejaria Brouwerij De Halve Maan em Brugge


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terça-feira, 22 de janeiro de 2008

Louis Phillipe et Le resto portugaise

Senhores,


Le gourmet esta de volta. Bonne anné a tous!
Após minha incursão a Mont St Michel e arredores em novembro, onde me deliciei com a cozinha Bretã, Tinho Kessler me informou que eu tinha estourado o budget.


Desta forma, me dediquei as brasseries parisienses, que são sempre um grandeprazer, principalmente após primeiro de janeiro quando aboliram o fumo emrestaurantes, bistrôs, boates etc...


E os franceses estão cumprindo!


Bom, novo ano verba nova, iniciei minha incursão gastronômica aos restôs e bristrôs.


Desta vez foi uma coincidência. Sábado tarde, como bom samaritano que sou,  fui  ao 15émé ajudar uma amiga. Estava em companhia de Lu e Arthur,  ou Scooby Doo(ele), Salsicha e Velma. Quando não sou Obelix , sou Salsicha.


No caminho de volta para casa me deparei , em uma  esquina  com nada mais nada menos que dois restaurantes um Catalão, "Le Derrick Catalan" e, ao seu lado, Vasco da Gama, specialités portugaise.


Um dos fascínios de Paris, que exercito como uma religião, é a descoberta das muitas possibilidades gastronômicas. Imediatamente parei a "la parisienne" ( em qualquer lugar) e fui verificar os cardápios (expostos nas portas)


Vinha chegando a portuguesa dona do resto. Conversamos e sai com um cartão e a informação que abriam as 20:00 horas.


Chegamos as 20:00 em ponto, reforçados de minha grande amiga Tania Cosentino.


Perdemos, é claro, alguns (muitos) minutos tentando estacionar. Segundo um amigo Colombiano, que mora a aqui a muitos anos, o segredo do bom estacionamento é muita paciência.


 Preciso melhorar neste quesito.


Restô típico, com toques parisienses: pequeno , poucas mesas, pequenas e muito próximas umas das outras e toques portugueses : paredes cobertas de enfeites e  fotos de Lisboa , bandeiras  de Portugal e do Brasil


O cardápio, de dar água na boca, tipicamente português bacalhau, lulas, etc...


 De entrada optamos por duas porções ( aqui, doses) de bolinho de bacalhau. Cada "dose" tinha 3 bolinhos bem fritos, sequinhos e saborosos . Ponto pro Vasco da Gama.


Para o Prato principal as meninas (Lu e Tania) forma conservadoras: Bacalhau ao Braz; Lu fez sua recomendação de não conter a quase inevitável salsa. Recomendação devidamente cumprida pelo cozinheiro.


O Prato estava muito bom. No Brasil normalmente encostamos um arroz branco a este prato, um acompanhamento "fundamental", diria o Xico Velho.. Aqui não, acompanhava salada verde.


Eu , como gourmet que sou, fui para um prato mais desafiador , hesitei na feijoada de bacalhau e acabei optando pelo Bacalhau em postas frito com pimentões e batatas ao murro. Aqui a quantidade de sal, alho e azeite podem estragar o prato.


Divino!


Porém farei uma ressalva, que fica por conta do alho. O Prato estava deveras puxado no alho e  ele me lembrou disso a noite toda.
Não sou fã de alho, porém posso suportá-lo em doses homeopáticas.
Vou recomendar em próxima incursão pedir  ao solicito cozinheiro que pegue leve.


Para os mais sensíveis, como meu padrinho Luiz Westphalen ( que sente alho até em bolinho de aipim com catupiry), recomendo que seja bem explícito no pedido
.Não sei se o cozinheiro vai seguir, pois cozinha portuguesa sem alho é uma invenção da família Westphalen.


Buenas, acompanhamos os pratos com um Dão Grão Vasco tinto, que estava correto.
Não me venham com esta de vinho branco para acompanhar peixe , que o bacalhau comporta bem o tinto e, vinho branco aqui na França , só tomamos como aperitivo.


Fica a recomendação do blog do Tinho Kessler.   Se vieres a Europa sem passar por Portugal, podes comer um bacalhau em Paris como se estivesses em Lisboa.


Restaurante Vasco da Gama, 39 Rue Vasco de Gama Paris
Tel: + 33 (0) 1 45 57 20 01


Bon apetit!!!


Para finalizar   , informo que não me esqueci do Catalão e devo volver a  calle Vasco de Gama para  provar uma paella ou uma parillada de frutos do mar en Le Derrick Catalan.


Deixei também para a próxima falar do Le Bristot D’ Henry, que está se tornando meu restô , predileto à Paris. Um bristrô muito mais para  um  bouchon Lyonnaise . Meu prato predileto, Rognon. Para os adeptos a parilla argentina Rignones.
Mas isto é assunto para mais adiante.


A bientot!


Louis Philippe
Cuisinier et Gourmet


N.R. O autor, quando morava  no Rio de Janeiro constumava estacionar "à moda carioca". O que implica no fato que o hábito seja do motorista em questão e não das cidades aonde morava !


"Vinho Branco só a para aperitivo...." que comentário lamentável. Gasto uma fortuna na tua formação enogastronômica para tu dizer uma coisa desta.
Ainda vai demorar um pouco mas tu chega lá. Vou aumentar o teu orçamento para tu investir em um Chablis para acompanhar "les huitres" e um Sauternes para dar um susto em um foie gras.


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quarta-feira, 19 de dezembro de 2007

The Frugal Gourmet

Jeff Smith faleceu em julho de 2004 em relativa obscuridade. Seu programa de tv, The Frugal Gourmet e seus livros de culinária,  foram de grande sucesso no mundo inteiro, inclusive no Brasil.


O carismático apresentador estava há algum tempo retirado da "vida pública" devido a um ruidoso processo de  assédio sexual movido por dois chef auxiliares que trabalhavam para ele. Após estas acusações, vários rapazes que trabalharam para ele nos anos 70 vieram a público com alegações semelhantes. Sendo além de uma famosa personalidade televisiva um homem do clero (era ministro da Igreja  Presbiteriana Unida) o caso, resolvido em acordo judicial, representou o fim de sua carreira.


Seus defensores clamam que nada foi provado contra ele e que o acordo foi  simplesmente a capitulação de um homem de idade a um ato público de extorsão.
Por outro lado o fato de vários outras pessoas terem se levantado e corroborado as acusações deram a impressão que o acordo era "hush money".
De qualquer modo o Frugal Gourmet não poderia mais existir.


Fenômeno surgido na televisão pública americana (PBS), o Frugal Gourmet trouxe um pouco mais de sofisticação a cozinha dos lares americanos. Tanto por simplificar a boa cozinha como por valorizar a (injustamente) desprezada culinária americana. E de algum modo é um dos pioneiros da revolução "foodie" que se implamtou nos E.U.A na era  pós 11 de setembro.


Mesmo passando no Brasil na tv a cabo, no canal GNT, ainda com pouca penetração nos lares brasileiros. Smith alcançou grande (relativa ao escopo) popularidade teve alguns de seus livros publicados aqui pela Ediouro e chegou a dar entrevista no Programa do Jô e ser reconhecido na ruas do Rio de Janeiro.
O.K.  Foi uma declaração dele ao Jô, e quem o reconheceu era um surfista adolescente da Zona Sul. Não exatamete um sinal de grande popularidade mas certamente alguém de uma  família com grana para gastar 60 reais ou mais em um livro de receitas. Era neste caso um bom exemplo de atingir os "demographics" certos. Vou me abster de piadas com implicações às alegadas indiscrições sexuais de Smith  e o  surfista  neste momento, mas a bola tá picando...


Tenho a certeza que por exemplo, o aparecimento do aceto balsâmico nos supermercados brasileiros é direta influência de Smith e é claro do dólar barato na época. Mas a moda pegou.


Hoje existem város programas de culinária passando na tv e revistas gourmet e todo um um mercado "foodie" bombando  no Brasil e no mundo. A popularização do vinho ( de boa qualidade) , dos cafés gourmets, dos bons charutos - porque não, do single malt, dos utensílios de cozinha, a valorização do profisssão do "chef" ( do Chefe do Recruta Zero até o Remy de Ratatouiile, uma grande evolução na percepção cultural da profissão), a modernização e explosão de vendas de utensílos de cozinha e a cultura e até mesmo os efeitos terapêuticos de se "guiar" as panelas e se fazer uma janta "gurmê" em casa. Mesmo que se possa se torcer o nariz, tem uma contribuição  importante do Frugal Gourmet.


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quinta-feira, 29 de novembro de 2007

Nhoque da Sorte....

Como o diz um famoso jogador de poquer estadunidense, "Superstições dão azar."


Concordo plenamente. Por isso não sou supersticioso. Mas hoje é o dia 29. E eu comi nhoque porque como disse um famoso físico que não sei agora se foi AlbertEinstien ou Neils Bohr, indagado sobre a ferradura no batente da porta de sua casa. "Diz que funciona até para quem não acredita !"


Descobri googlando em algum lugar que tem a ver com São Pantaleão. Não o do" É mentira, Terta ?". Mas um santo italiano que foi acolhido por uma familia grande e pobre enquanto andava vestido de andarilho. E apesar das dificuldades eles dividiram sua massa com o sujeito sem saber que era. Couberam  sete gnocci para cada um. E quando ele se foi a familia encontrou dinheiro sob seus pratos de comida. Era dia 29 de dezembro. Por isso se tem o costume de comer nhoque nos dias de 29. Não se fazem mas milagres como esse do São Pantaleão. Os santos andam muito sovinas nos dias de hoje. E como  ninguém  quer saúde de qualquer modo acabam  as Igrejas Evangélicas avançando.
Como todo mundo é pouco cristão nesse mundo cristão. Um conto que deveria ensinar que a recompensa na caridade virou uma superstição de gula e ganância.


Devido ao caso de São Pantaleão diz se que se deve botar dinheiro sobre os pratos e comer sete pedaços de nhoque de pé.
Por isso que nunca funcionou comigo.


Mas um conhecido meu garante que funciona. Ele fez tudo certo. Mas não tendo dinheiro para por sob  seu prato. Botou então o cartão de crédito e um cheque em branco
Um dia depois recebeu um carta da operadora de cartão de crédito avisando que seu limite havia sido dobrado.
Ele ficou empolgado, e foi tirar um extrato no banco certo que São Pantaleão iria dobrar seu dinheiro em conta corrente já que botou o cheque em branco.
Como estava 500 conto  no negativo do cheque especial miraculosamente ficou com Mil reais no negativo !


Valei-me São Pantaleâo, que piada infame....


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quinta-feira, 22 de novembro de 2007

Enfim a Salada Lionesa, versão do Cozinheiro Preguiçoso


O Cozinheiro Preguiçoso ficou devendo está por tanto tempo porque é preguiçoso, por certo.
Na verdade ele estava esperando pra achar alfaces "frizzy" que são  perfeitas para salada  lionesa.  Paras maiores informaçãoes leia o post  anterior sobre esta "dilíssia".
Aqui vai com fazer em microondas para economizar tempo.
A alface no gelo, antes de mais nada.
Dai cobre o bacon, comprado já picado por certo, entre guardanapos ou papel toalha e bota um minuto no "micro". O tempo de microondas depende da potência do aparelho que podem  variar. Pro bacon uso a regra da pipoca. Quando diminuir o intervalos entre "espocar" está pronto.
Os  croutons deveria ser comprado pronto  mas tendo esquecido de comprar, o   Cozinheiro Preguiçoso teve que tostar um fatia de pão em um frigideira revestida de Teflon e depois teve que cortar em cubos .Meu Deus!  São dois minutos que ele nunca se perdoará ter perdido.
O Vinagrete é a combinação de uma colher de chá de mostarda, com um colher de chá de vinagre e  umas cinco vezes este volume em azeite de oliva extra virgem. Mas o olhos e a língua é quem guiam o C.P. que considera medidas muito trabalhosas.
E finalmente o ovo pochê feito em menos de dois minutos no  micro.
Pegue o velho potinho de sobremesa de duralex de guerra ou outro de volume equivalente que vá ao microondas. Bote água o suficente para cobrir o ovo, meia xícara quiçá. E aqueça por um minuto.
À água quase fervente acresente um pouco de vinagre (1 ou 2  colher de chá)  e o ovo.
Cubra
Mais 30 segundos de micro e desligue.
Dependo da potência do aparelho e do ponto desejado. Pode se deixar mais alguns segundos ou esperar o ponto desejado com o micro já desligado e o ovo ainda na água. 


Junte a alface, o bacon e o pão no prato. Tempere como vinagrete. E  enfeite com ovo.


Voilá. Salade Lionnaise, versão C.P.





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terça-feira, 13 de novembro de 2007

Finalmente a Ambev me deu uma alegria...


Não posso dizer que a Brahma nunca tenha me dado alegrias. Me deu várias. E alguns desgostos, devido a ressacas. Mas sou co-autor nesses casos.
Depois que engoliu e Antartica se tornou uma multinacional gigante virou uma espécie de Império da Guerra nas Estrelas. Trabalhando em bar tu tens que lidar com uma empresa que meio dura de fazer negócio. O chopp é o melhor das industrializadas mas abusam do leverage que elas tem junto ao pequeno varejista. Sem falar do serviço de entrega ALL. Além do mais de quem foi a idéia de acabar com a Antartica Choppinho. 


Mas fora isso, a não ser o fato da minha irmã poder comprar Brahma em Los Angeles. A Brahma estava passando batida. As melhores cervejas nacionais são de longe as das microbreweries. Em especial Eisenbahn e da Abadessa.
Das gigantes acho que a uruguaia Patricia, a quatro conto o litro, vale cada tostão.  A cervejaria Salus é 48% de propiedade da AmBev, então alguma alegria a Ambev dá.


Mas esta semana o Diego me trouxe da noticias alvissareiras. Que tinha cerveja Lambic Kriek no Nacional para vender. Eu disse que tava sabendo devia ser boa mas era muito cara para encarar. "Não" ele disse. " A Belle-Vue. E custa um pouco mais de quatro pila."
UEEEBA.


O Diego ( Westphalen, primo , gremista, gerente do Botequim Carioca)   se tocou pra uma european tour neste inverno e tinha como plano beber o máximo de cervejas possíveis em sua breve estada na Bélgica. Recomendei a Belle-Vue Kriek. Uma cerveja de cereja (kriek) que 15 anos atrás L.P. se encantou na Bélgica e até trouxe umas na mala. Tive que concordar com ele. A cerveja é muito boa. Uma das poucas contribuições gastrônomicas positivas que ele pode dar nestes anos. Ao contrário de toda sabedoria e iluminação que eu trouxe para o seu paladar desorientado na minha breve existência na terra..
O Diego detestou a cerveja. Ai fiquei questionando as minha lembranças. E agora pude beber de novo.
A primeira impressão que eu e o Ipe tivemos esta certa. E a segunda , que o Diego é uma besta, também !
Quem nasceu para rabanete nunca chega a moranguinho !


Mas vou dar um desconto pro Diego, pois se trata de um produto para paladares sofisticados. Requer certo requinte para aproveitar certos sabores. Ainda bem que  gosto não se discute...


Obviamente saí atrás da cerveja e encontrei. Produzida pela ImBev e importada pela AmBev e tá razoáveis quatro conto. É uma lambic, uma cerveja  de trigo de fermentação " natural" , que  não possue a introdução de leveduras para apurar a fermentação. Depende das leveduras do ambiente e provavelmente as que vem junto as frutas que são adicionandas (cereja, framboesa e pessegos) . Resulta disso maior demora e resultados irregulares. Mas  duvido que uma cerveja do grupo ImBev ainda seja feita assim. Vê-se na etiqueta atrás da garrafa que além de trigo a cerveja é feita de malte de cevada. Fala em lúpulo mas não fala em levedura. E no rótulo clássico ainda se gaba que é maturada em barricas de carvalho. Por três anos, diz nas costas da garrafa.


Bebi uma a pouco.
Matei as saudades da Bellevue Kriek.
O aroma de cereja está bem presente quando se tira rolha, não é muito persistente, o buquê, mas certamente é agradável. Tem boa  formação de bolhas e mas o colarinho não é muito denso. Não formou um "brussels lace". Mas aparentemnete isso  é comum  em lambics devido o  método de fermentação. É ricamente carbonatada, talvez por alguma fermentação na garrafa, já que ela vem com rolha ao estilo espumante, mas pode ser agarol  Entendo a recomendação de se tomar em flutes de champanhe. Faz sentido.
A cor rubi convida a beber e matar  a sede. Na boca o gás  e a doçura fruta tomam conta no inicio e depois uma leve  "tanginess" de bala azedinha da uma sensação refescante. A fruta persiste na lingua  e da até para sentir  traços do carvalho. Tem bons 5.1% de alcool, um bom  corpo.
O contraste dos maltes e da fruta. Do azedo com o doce. Fazem desta "bira" um bom aperitivo e um excelente "digestivo" após uma refeição, mas não vejo ela combinando com um prato principal. Obviamente harmoniza com frutas como a cereja, framboesa e o mirtilo. No livro Beer Lover's Rating Guide de Bob Klein ele da duas sugestões para outras Lambic Krieks que ele degustou no livro. Gostei da sugestão de frutas com queijo acho que iria bem com Bellevue. Sobremesas com chocolate, não sei. Talvez um meio amargo de sobremesa.  Acho que um aperitivo duca com  a Bellevue Kriek seria uma pimenta, isso mesmo, pimenta vermelha  dedo de moça, em conserva nova. Tipo as que se compram na fruteiras em Torres. Uma mordida e um gole ou  no pão com  azeite extra virgem. Faria o contraste dos sabores da cerveja com o picante, estilo thay.
Vou tentar e se sobrevivier, digo  se funciona.


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terça-feira, 6 de novembro de 2007

Brasserade Royale - uma aventura de L.P.

Louis Phillipe, ocupadíssimo, foi passar o feriadão na Normandia.
Mandou notícias. Estava enfasteado pois já não aguentava mais comer todo aqueles frutos do mar e todas aquelas maravilhosas ostras. Como todo bom gaúcho queria carne. Um churrrasquinho se possivel, para afastar a anorexia.



Achou a brasserade royale. Segundo ele,  carne de gado, porco e pato,levados cru àmesa, em tiras fínissimas. A assados na  hora, pelo própio cliente, em um rechaud à carvão. Uma churrasqueirinha de aço fundido. Um Hibachi. Um Gengis Khan.
Acompanha batatas cozidas e/ou fritas.
"-Um clássico !". Exclamou L.P.
"- Comes com molhos de mostarda, maionese, molho americano e uma salada verde e pão."
"- As lascas de pato estavam espetaculares."
: Aonde o gourmand acidental achou tal acepipe :
     Le Cox Grill Cafe
       tel 23 39 09 55 0
    : 23 Rue Couraye
     Granville

"Em plena Normandia, terra de frutos do mar e ostras encontramos esta jóia,
um restaurante especializado em comidas de Savoie:  raclettes, tartiflettes e fondues.
De quebra tem os grelhados. È um bar termático. O dono é um aficcionado por  fuscas (coccinelle em francês.- Cox é  redução de coccinelle).


Voilá!


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quarta-feira, 17 de outubro de 2007

La Tartiflette em imagens


A Apellation d'orirgin controlle: Vin de Savoie engloba uma grande variedade de vinhos e crus da região alpina Especializada em vinhos brancos florados e  refrescantes   que em sua maioria são feitos com varietais Roussette(Altesse), Chardonnay, Chasselas and Jacquère entre outras.
Dentro da apelação são produzidos ainda que menos destaque  rosés tintos com Gamay, Pinot Noir and Mondeuse  e mais uma grande variedade de varietais  que  indo até os Syrah e  Cabernets Franc e Sauvingon ( fonte WineGeek).


O conzinheiro preguiçoso vibra com as lesmas enlatadas.


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La Tartiflette - Mais uma de Louis Phillippe

Se voce quer conhecer a gastronomia francesa, não se prenda a Paris.
Prepare seu cartão de crédito, alugue um carro ou vá de TGV fazendo um tour por várias regiões: Normandia, Bretagne, Alsace (para os descendentes de alemão), Cote D’Azur (comida mediterrrânea) ou Alpes, entre outras opcoes como o sul da Franca lado do Atlântico, onde podes ainda encontrar Javali selvagem, mas isso ainda vou descobrir pessoalmente.


Uma boa  sugestão e a regiao dos alpes por exemplo Annecy. http://www.lacannecy.com/
Junto ao um lago maravilhoso e aos pe dos Alpes podes curitr de uma excelente gastronomia e vinhos locais.


A pedido do Tinho Kessler fui investigar.
( N.d.R. ta me saindo caro está brincadiera !)


Me instalei no hotel l’Impérial Palace :
L'IMPÉRIAL PALACE
Allée de l'Impérial - 74000 Annecy - France
Tél. +33 (0)4 50 09 31 20 - Fax +33 (0)4 50 09 33 33
http://www.imperial-annecy.com


A beira do lago com uma vista espetacular e casino a bordo. Recomendo a todos!
Aproveitei e fui em uma excursão ao topo da montranha onde tem um a reserva ambiental.
Montamos as barracas fizemos fogo com lenha e improvisamos uma de costela de porco no fogo de chao a lenha. Depois desta aperitivo e fomos provar de um verdadeiro Taftiflete. Bom vinho uma noite bonita, mas não é para isso que Tinho Kessler me paga, então aprendi com os mestres locais a receita do tartiflette


Caneta e lápis na mão ou CUT and Paste e


La vaí... ( N.d.R. Só falta terminar com Q.E.D.)


Bon apetit!!!


RECEITA para 4 pessoas


- 1 reblochon.
(N.d.R.Díficil substituir sporqe se trata da alma do prato ! Tem que ser um queijo que derreta bem. talbez uma combinação de ementhal com um toque creme de leite ou com brie)r
- 1 Kg de pomme de terre ( N.d.R.Batatas !)
- 3 cebolas
- 250 gr de bacons picados
- sal, pimenta do reino
- manteiga


La vai:


Refogar bacon em pequenos pedacos num pouco de manteiga, acrescentar as cebolas finamente cortadas, e fazer dourar o tudo com as batatas.( cortadas em pedacos pequenos).
Quando as batatas estiverem quase são cozidas, colocar tudo num prato cobrir pequenas tiras de bacon com  reblochon raspado.
 Fazer gratinar à forno muito quente. Servir com salada verde e um bom vinho branco seco de Savoie.
Et Voila!


Atenção que o blog do Tinho kessler testa tudo e ilustra com fotos aproveitem.


Bon apetit!!!


Louis Philippe - Cuisinier et gourmand


PS1: Para aquele gosta de coisas ao vivo recomendo este site
http://www.annecybernard.com/webcam/ ou via direto a torre Eiffel http://www.paris-live.com/


PS2:  Para os purista segue a receita em francês
P
our 4 personnes
-1 reblochon
- 1 Kg de pomme de terre
- 3 oignons
- 250 gr de petitis lardons
- sel, poivre
- beurre
Faire revenir dans une poêle le lard en petits dés dans un peu de beurre, ajouter les oignons finement coupés, et faire dourer le tout avec les pommes de terre. Quand les pommes de terre sont presque cuites, les placer dans un plat à gratin ainsi que les petits lardons et les oignons et recouvrir d'un reblochion gratté. Faire gratiner à four trés chaud. Servir avec une salade verte et un petit vin blanc sec de Savoie


(N..d R. Que frescura !)


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segunda-feira, 15 de outubro de 2007

Quesadilla... Pra lá de improvisada !

Para acopanhar um cerveja, uma  maravilha !
Quem sabe um caballito de tequila com uma sangrita do lado!


Ja declarei a minha admiração pela massa de pizza de frigideira.
Aqui tento fazer uma Quesadilla mexicana. Que nada mais é que uma panqueca de tortilla recheada com queijo. Logo uma queijadinha.
Da para botar qualquer coisa no recheio junto com o queijo.
Ao invés de tortilla a massa de pizza.
Estes dias cruzei por uma tal de "pimenta americana" no super que achei com cara de jalapeño e resolvi comprar. Preço acessível. Só que não era jalapeño, descobri depois de uma pesquisa. Sem dúvida se trata de uma pimenta americana. Pimiento Anaheim ou New Mexico. É um cultivar da Capsicum Annuum. Assim como são o pimentão, o jalapeño e pimenta caiena. Então comprei para dar um tom mexicano. Mas é suave demias, ficou mais para Califórnia, Anaheim é o melhor nome mesmo.
Uma delícia de qualquer modo.
Jalapeño é uma pimenta muito usada na cozinha mexicana. È suavemente  picante  e uma  maravilha .Existe jalapeño em conserva no mercado  mas o preço é muito picante.


Eis a receita.


Sem me estressar muito :


Douro um bacon, confortavelmente comprado já picado.
E junto a pimenta em juliana para dourar já que dá muito trabalho tirar a pele.


Douro de um lado a massa e viro. Cubro um metade com o bacon e a pimenta e junto o queijo.


 Dobro a massa e douro em cada lado até derreter o queiijo.


Corto em bocados para aperitivar.


P.S. Caballito é o copinho oficial de beber tequila. Sangrita é suco de tomate e laranja temperados com sal e pimenta que acompanham muito bem a tequila.
Por pura preguiça.. As velhas fotos  de celular....


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quarta-feira, 10 de outubro de 2007

Introdução as maravilhas enlatadas. Choucroute à l’alsacienne, parte 1.

O cozinheiro preguiçoso, por preguiçoso, adora conservas, defumados, embutidos e até mesmo enlatados.
Apesar de ainda ter pesadelos com as salsichas enlatadas que comia na infância,  este que vos escreve se delicia com azeitonas, atum claro e outras delícias prét-a-manger .
Quem neste mundo pode fazer pouco das qualidades culinárias de um confit de canard ou de um salmão defumado.
A seção de enlatados e conservas do supermercado médio do brasileiro costuma dar arrepios até em pessoas de paladar menos requintado. A verdade é que  as tecnologias associadas de congelamento e refrigeração, embalagens à vácuo e esterilização dos alimentos,  diminuiram a importância dos outros métodos de conservação de comida
No entanto ainda existem preciocidades que além de deliciosas estão pré-prontas. O segredo é ser seletivo quanto a qualidade dos produtos. E, é claro, cuidado com o preço. Alguns produtos importados são tão caros que o cozinheiro preguiçoso deixa de lado seus instintos e perde uma meia horinha cozinhando para economizar uns trocados.
Os produtos muito baratos, em geral , são desaconselháveis.
E, por fim,  presunto e carne bovina cozidos enlatadas, apesar de ainda populares no hemisfério norte devem ser absolutamente banidas. Por razões até de príncípios morais.




No entanto existem "vazios legais".





Louis Phillipe  costuma se deleitar com cassoulet enlatados en la Ville Lúmiere.
Os embutidos reinam nas finas Enoteques do sul da Califórnia. Aonde o Lambrusco Tinto Seco impera junto ao Salumen, nome italiano fresco para embutidos curados com sal. Do prosciutto até a injustiçada "mortandela".
A chegada do atum claro (yellowfin tuna)  enlatado nacional revolucionou a cozinha do cozinheiro preguiçoso.
Junte azeite e oregano a azeitonas e terás um italianissímo Pinzimonio.
Compre azeitona pretas, ovos de codorna, 'lonchas de jamón'. atravesse os com palitos de dente. E se tem buffet de Tapas. Perfeito para  acompanhar um "Xerês".




Está na hora de derrubar o preconceito.




 E venho, por meio desta, propor a todos que experimentem um clássico da fina comida francesa.
Da região da Alsácia-Lorena, que trouxe para o mundo a Quiche Lorraine e  vinhos brancos que seduzem os paladares mais exigentes.




Rufem os tambores, clanguem os clarins....




 "Le piece de resistánce" do uso de conservas para requintada cúlináriia.....




Le choucoutre á l'alsacienne.




Ou  seja, chucrute com "chalchicha".




(continua)




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quarta-feira, 3 de outubro de 2007

Le Salade Lyonnaise

Eu que achei que tal dia nunca chegaria. Fiquei um pouco chocado quando meu irmão, Louis Phillpe, me deu uma dica de culinária útil.( fica aqui mais uma vez o incentivo a doação de córneas!)
A príncipio fiquei contrariado pois se trata de uma salada. Comida saudável, por princípio, não faz a minha cabeça. Mas quando ele me explicou que faziam parte da receita mostarda, bacon frito, ovos e pão tostado,  resolvi experimentar.




Acontece que, forçado pela profissão, o rapaz teve que se tornar um vagamundo. Passou a ter a oportunidade de experimentar a culinária de vários recantos do mundo. E agora, vivendo en La Ville Lumiére, até restaurante chinês ele frequenta.



A salada, pode ser com qualquer  tipo de alface. Mas devido a natureza do "dressing", folhas mais crocantes são recomendveis. A alface frizzé, que de vez em quando eu encontro pela cidade, para mim é ideal. Saindo do gelo, é crocante e doce.
A ídeia do "Le chef" José Hugo Celidônio de combinar escarola com alface americana é supimpa. Sugestão dada no seu excelente livro para a receita da clássica Ceasar Salad.

Googlei a salada e encotrei milhares de variações, o que normal em uma receita tradicional. Quanto mais tradicional o prato maior o número de variações que alegam ser a receita original. Vira receita de familia.




O basico universal :
Alface ( pode ser  endíiveas).
Croutons. (Jeito  fresco de chamar  pedaços de pão tostado.)
Bacon frito em pedaçinhos.
Ovos.  Pouchê,  um para cada porção.
Mostarda, azeite e vinagre.




Bacon todo mundo sabe fritar, o melhor é botar baixar o fogo quando começa a tostar, para tostar lentamente enquanto a gordura derrete e deixar crocante sem queimar. Mas é coisa que pode ser feita em microondas. Basta  botar duas fatias de bacon dentro de folhas de papel absorvente por um minuto ou mais. ( Tempo de micorondas depende sempre da quantidade de material que vai receber energia e da potência do aparelho).




O ovo pochê, cabe uma variação, tem gente que faz ovo pochê como se fosse mágica. Mexe na água, gira com a colher e faz uma escultura, sai como se tivesse sido cozido na casca. Mas é dificil, antes de eu aprender a fazer ovos poche no microondas era um desastre, parecia que tinha caído no chão e metade da clara ficava boiando na água. No entanto, pode ser substituído por  ovo cozido mole (por dois minutos ou três)  e cuidadosamente descascado (super dificil descasar ovo mole e deixar inteiro),  resulta em aspecto super dramático levar a salada a mesa e estourar ovo na hora de de servir. Encontrei este link sofisticadísismo que mostra tudo isso em vídeo.
Para pazer ovos pochê no microondas, pomos um pote de sobremesa com agua, meia xicara, sei lá e uma colher de sopa de vinagre. Para ajudar na coagulação. Aquece a água um minuto. BotA o ovo, tapa, e dá mais 30 segundos de microondas. Após os trinta segundos, pode se deixar o ovo abafado  na água quente até alcançar o ponto desejado.




Tostar o croutons na hora é o que pode ser de melhor, mas o gúrmê preguiçoso da preferencia as prontas. Não aquelas caras, de caixinha com nome francês, mas as torradinhas de pacote da padaria do Carrefour. O que poderia ser mais francês ?




A vinagrete é  vinagrete. Vinagre, azeite de oliva e uma colher de chá de mostarda de dijon. Mexe ( emulsione)  e prova. Sempre feitos no olho e na língua. Sal e pimenta se for do gosto.




Na hora de servir, a alface rehidratada, resfriada em gelo e sequíssima.Adicionada dos croutons, e do bacon e banhada pelo vinagrete. Bota o ovo poche por cima e desmanche ele para a gema escorrer sobre a salada.




Magnifique !




E cláro que vai rolar mais um slide-show com os segredos da salada linênsa de microondas do cozinheiro preguiçoso. Aguardem.




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sábado, 29 de setembro de 2007

A ciência do ovo frito !

A verdadeira contribuição da ciência à culinária foi a decodificação do ovo frito. Muita gente desconfiava, mas até ser analisada proteína por proteína, ninguém poderia ter certeza.




As proteinas da clara, coagulam a temperaturas bem mais baixas que a da gema. Por isso muito calor e óleo quente provocam bolhas e a denaturação da clara que ficará seca e com textura desagradavel. A clara deverá ter consistência gelatinosa e porém firme e parelha.




Me perdoem os que pensam ao contrário. Mas a gema tem que ser molinha, líquida até. Quando rompida,   espalha os sabores por tudo.. As proteinas da clara que ficam junto a gema também são mais complicadas de coagular. No entanto, ácidos e sal, aceleram a  coagulação.




O segredo então, do ovo frito perfeito, é fogo brando e manteiga, de preferência. Sal  somente na gema e imediatamente envolta dela. E abafa a frigideira para cozinhar melhor a superfície. Quando a clara envolta da gema coagular, isto é, ficar opaca, o ovo está pronto.
   A manteiga agrega mais sabor e fogo brando garante esta não vai queimar nem denaturar a clara.




Ovo feito desta maneira mesmo que  aumente o colesterol e faz  bem ao coração de tão bom que fica!




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Sanguinosôio 3. AInda não acabou. Lawyer Ron e a volta de Discreet Cat

Loucura, loucura.
Começeu em Ascot,com a raia listada como de bom para macia, Ramonti seguiu o lider Duke of Marmalade e executou. Darjina foi contida para tentar uma atropelada ficando atrás com Excellent Art . Na entrada  da reta Ramonti assumiu a ponta e Excellent Art e Darjina tentaram a atropelada. A potranca francesa foi exigda e não respondeu. Excellent Art veio como um furacão. Lanfranco Dettori , o jóquei de Ramonti, partiu pra uma tocada  furiosa que fez Ramonti chegar em primeiro na chegada. Seguido por Excellent Art. Duke of  Marmalade em um repique sensacional garantiu o terceiro do ataque de Cesare.


Em Santa Anita, categoria "turf mares and fillies". Nashoba's Key segue  invicta. Vencendo bem a a favorita Citronnade no Yellow Ribbon Stakes e se capultou a estrela americana da categoria, que costuma ser dominada por Europeus, ou melhor dizendo, costumava ser dominada por  Ouija Board. Na mesma categoria, em Belmont,  Wait a While fracassou em uma carreira em que o trem de carreira amigavel facilitou para Rosinka controlar a liderença até os últimos 100 metros quando Lahudood , em mais uma condução de craque de Alan Garcia, zuniu grudado à cerca para roubar a vitória.


Atuação de luxo para Hard Spun, que conseguiu vingança  contra Street Sense( Eu aviseeeeeeei!). Com o forfait de Muqbil, ficou ainda mais fácil para Hard Spun que controlou o trem de carreira da corrida sendo perseguido por Strret Sense, que tentou dar o bote na reta mas o líder ainda tinha muito no tanque e venceu bem o que foi  um mano a mano com masi duas testemunhas. Stream Cat, entrou o terceiro lugar que poderia entrar, dada as circunstâncias  e fechou a raia Cat Shaker.


Hard Spun cresce em boa hora para o B.C. Classic e Street Sense "levou" a carreira que sua conexões queriam para aprontar para a mesma carreira.


Em Hawthorne, Student Council confirmou. O tempo lento de 125 s para os 2000 metros da Hawthorne Gold Cup, não desanima. O trem de carreira foi lento e a pista de areia está lenta neste inicio de "meeting". Student Council com o passaporte já garantido para a Breeder's Cup Classic ganha credibilidade com sua fácil vitória.


Assim como Tiago, que venceu uma carreira duríssima na cushion track de Santa Anita, superando por diferença mínima a Awesome Gem no Goodwood Handicap. Lava Man fez forfait e tem que se esperar notícias pelas suas condições. Tiago, junta mais um grupo 1 a sua vitoria no Santa Anita Derby  e já tá  dentro da B.C. Classic também e em grande estilo.


Os vencedores de sábado precisarão melhorar   para vencer Lawyer Ron, que tenta   neste domingo dar continuidade ao "tour de force" no estado de Nova Iorque , enfrentadoo podero Curlin. Vencedor do Preakness Stakes, que vem de atuação desapontadora no Haskell aonde terminou batido por muito para Any Given Saturday. Curlin tem que mostrar serviço, e a reta promete ver o potro vindo com sangue nos olhos atrás de Lawyer Ron. Sun King vem depois.


Muitos destaques no "undercard" do domingo em Belmont, valendo entradas diretas para os páreos da Breeder's Cup.
Discreet Cat  volta de parado depois do fracasso na Dubai World Cup, seguiu uma cirurgia na garganta, o super craque filho de Forestry, sem atuações este ano nos Estados Unidos, só qualifica para Breeder's Cup se vencer o Vosburgh Stakes. Curiosamente um páreo de sprint, em 1200 metros.  Discret Cat mostrou ter bastante velocidade no passado inclusive igualou o recorde de Easy Goer  para a milha em Aqueduct Park.  Tem que estar tinindo ou o potro da Godolphin não arriscaria de cara um prova de grupo 1. Mas terá parada duríssima pela frente em First Defence e E Z Warrior, respectivamente segundo e terceiro para Hard Spun no King's Bishop Stakes.


Na turma de grama, Englissh Channel tenta se qualificar pra B.C. saindo com favorito proibitivo no Joe Hirsch Turf Classic Invitational. Os invasores europeus ( que costumam roubar a carreiras em grama nos EUA) Stream of Gold e Green Girl não assustam.


E para finalizar deve seguir o tour de force de Ginger Punch, que tenta firmar sua posição como líder da Distaff division tentando levar o Beldame Stakes e carimbar o passaporte para a B.C.


Loucura, loucura.


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quarta-feira, 26 de setembro de 2007

Culinária é coisa séria. Você conhece a cozinha Vietnamita ?

Paris, além da Torre, da Notre Dame e da Sacrè-Coeur é uma fonte interminável para experiências gastronômicas.
As opções são muito variadas.
O blog do Tinho Kessler vai se propor a enviar este pobre correspondente para testar e avaliar as diversas cozinhas disponíveis.

Cozinha Vietnamita, Chinesa, Japonês...
Francesa
Indiana
Brasileira, etc ….
E dicas de culinária.

Para iniciar, este valoroso gourmant comenta sua recente visita ao bairro Chinês de Paris (13ème), onde visitei o famoso Pho14 Specialitès Vietnamites. E claro que não somos amadores e fomos acompanhados de um parceiro nascido e criado no Vietnã que fez as honras da casa e analisou e sugeriu as escolhas no cardápio.

Os vietnamitas foram chineses um dia, logo sua cozinha é bastante semelhante. Inclusive normalmente os restaurantes se definem como specialités asiatiques ou cuisinne chinois et vitenamien.

As vezes thailandeses também.

Como a maioria dos restaurantes em Paris o Pho 14 é pequeno, com poucas mesas e pouco espaço de circulação.

Alguns dos parceiros de mesa fumavam o que atrapalhou um pouco , mas neste caso não tínhamos escolha.

Todos fomos na dica da sopa de massa PHO (ou soupe Tonkinoise ). Pho é soupa em chinês .

As sopas variavam entre 6 e 7 Euros (as pequenas).

Eu preferi uma pequena, que era bem servida, porém a Pho special, a mais completa, com rosbife, almôndegas e tripas . O caldo não era gorduroso e muito saboroso.

Excelente!

Apimentei e ficou superbe.

Claro que tive que tomar umas cervejas chinesas para amenizar a pimenta.

Depois testamos um complemento: pastel de porco e sobremesas. As sobremesas todas baseadas em coco, passei, exceto uma : um doce de ovos que estava muito bom.

Na saída uma fila gigantesca de asiáticos em espera, comprovava a nossa escolha do restaurante

Então para os fãs da comida asiática:
PHO14 ou Pho Bahn Cuon 14
129 Avenue de Choisy, no coração do bairro chinês, é uma excelente dica . Telefone: 01 45 83 61 15.

Atenção não tem nada a ver com aquelas coisas agridoces das “fast foods “ de shopping centers ¡

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Louis Philippe
Cuisinier et gourmand


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