Cachoeirão dos Rodrigues ameaçado por represa !
PAC tem projeto que afronta a natureza em São José dos Ausentes ! Veja o post ! Se informe !

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Focinho, focinho,focinho, focinho e focinho

Nada como grama macia para deixar tudo europeu.
Parecia final de Quinté+ em Maisons-Laffiti.
Seis bichos na foto, sábado em Saratoga.
È só ver o chart do equibase.

Nose-nose-nose-nose-nose

O video é emocionante. O vencedor por um lado quase entregou a rapadura ao quase cair pela largada e fazer a curva five wide, na grama macia, e innert turf de Saratoga. Pelo menos escapou do tráfego e matou o páreo. O  jóquei Ramon Dominguez ia ter que dar sérias explicações por propietário não fosse o focinho de Grassy o primeiro da fila.
O brasileiro Rock In Bage tendo que encarar o trafego amargou um quarto meio injusto.
Mas a foto é coisa mais linda.
Amazing Six Way Photo Finish at Saratoga

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sexta-feira, 21 de agosto de 2009

Shuffle Demons = Funkin' Pumpkin

Quando Le Sorcier estava de bobeira em Amsterdam, vários e vários anos atrás, apareceu um bando de malucos na rua.
Deve estar em algum lugar  dos videos do Ronald.
Os Shuffle Demons, uma banda de jazz fusion canadense que tocavam nas ruas com uns intrumentos meio baleados.
Totalmente desconhecidos no Brasil fizeram sucesso no Canda, sua terra natal.
Me lembrei deles e achei este clipe.
Dev
Vai para Le Sorcier. Como eles diziam na dedicsatória do cd que ele corajosamente comprou...
Keep Shuffling.



Shuffle Demons - Funkin' Pumkin (Live)

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segunda-feira, 10 de agosto de 2009

Zenyatta - Ainda invicta, mas matando o piru do coração

ZENYATTA - 2009 Clement Hirsch Stakes

Zennyatta sobrava mas a coisa ficou preta. Quase que Mike Smith fez merda. Deu luz para um trem lento. Ficou pindurado na linha 6 na curva e se não fosse pela incrivel explosão muscular da campeâ que fez 28 segundos nos ultimos quinhentos.
Ainda em aberto  a questão de quem é melhor. Zenyatta ou RAchel Alexandra.
 
Em relação ao Arlington Million e Einstein. Quando vi de manhã que a grama tava yielding fiquei meio desorientado.
A condição tirava Pressious Passion e acabava com trem de carreira forte.
Einstein não correu bem.
Em grama seca gostava de Cima de Triomphe e Gio POnti.
Mas a nova condição favoreceria o outro invasor Stostfold.
Gio POnti, mudou um pouco o seu estilo de corrida e ganhou com categoria.
Por sorte não fui aos guichês. Por que iria amargar três placês.
Alnadana perdeu o Beverly D. para Dynaforce e Black Bear Island ficou em segundo para Take The POints.
Em dois shows de Kent Desormeaux que escovou em páreos consecutivos John Murtagh e Cristophe Soumillon.
O parlay de places dos meus fancies europeus pagaria 72-1. Mas não faz muita diferença. Pois eu não jogo em acumulada de placê.
A vida é assim mesmo.
Tomara que Einstein saia em bom estado pra tentar o Pacific Classic. Passou da hora de dar  break nele. Agora é correr até o fim do ano e aposentar como herói.


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Le Tour - Le Grand Finale

Só para não deixar outra sinfônia inacabada vamos repassar o final da grande novela do Tour.


Já passou algumas semanas, mas o tempo só torna o relato mais dramático e é claro menos fatual.


Melhora muito.


Passado os Alpes e o contra relógio individual só uma coisa estava ente Alberto Contador e a imortalidade.


Mont Ventoux.


Lá seria a última chance de um ataque dos irmão Schleck. Andy com menos chances de roubar a camisa amarela e Frank com uma boa chance de voltar ao pódio e virar a mesa contra Lance Armstrong.


A novela da camisa verde teve mais um capitulo no entrementes. Etapa plana pero no mucho.


O pelotão engoliu os escapados mas o sprint seria em subida, O que claramente favorecia Thor Hushvod. No entanto Mark Cavendish tinha um ponto pra provar. Com poucas chances de ser campeão por pontos por ter sido desclassificado por fechar Hushvod em um sprint.


seu objetivo era cinco etapas ou seis e ir ao pódio no Champs Elyssés.


Mais uma vez a equipe Columbia HTC foi novamente perfeita liderando e lançando o britânico nascido na Ilha de Man. E mesmo em subida, Cavendish, se esforçando bravamente consegiu sua qunota etapa. Hushvod mesmo quando parecia ser favorito foi novamente dominado por Cavendish.


Com isso o britânico tinha a quinta etapa e já garantiria um tour memorável, mais prêmios que Hushvod levaria com a Camisa Verde.


Chegara então a hora da verdade


A montanha da morte.


Mount Ventoux. Aonde de fato, em 1967 o ciclista britânico Tom Simpson morreu em uma etapa da Volta da França. Desiadratado, com insolação e um coquetel de anfetaminas e alcool na tentativa de doniar o Gigante da Provênca.


O cume desprovido de vegetação e de solo calcário branco da a impressão que se esta´chegando na lua.


O Mistral venta acima de dos 90 k/h mais de 240 dias no ano e que pode chegar aos 200 km/h, batizou a montanha.


Um vento quente que açoita os ciclistas exaustos tentando alcançar a glória.


Um dia que que sprinters e que suas equipes precisam se hidratar e se economizar para o Champs Elysees. Em dia de trégua e amizade. Thos Hushvod e Mark Cavendish pedalaram lado observando a paisagem.


O vento talvez não tennha sido um fator este ano. Pois incrivelmente, mais de um milhão de torcedores se alinharam as tênues margens da estrada que leva ao topo do Ventoux. O vento que estava forte nos ponto mais altos foi bloqueado pela parede humana que se formou ao longo do caminho.


O dia era para os escaladores e para os lideres.


A vantagem de Contador era quase intransponivel para Andy Schleck. Unico atleta que mostrara capacidade de atacar Contador nas montanhas.


Mas fora a vantagem de Contador. O contra relógio afundou Frank Schleck.


Para Andy surgiu o dilema. Atacar e tenatr conquistar a imortalidade de conquistar o Ventoux e tentar trazer o seu irmão e valete Franck para o pódio. Que por hora pertencia a Armstrong.


Bradley Wiggins mostrou uma evolução incrivel em transforma suas meldahas olimpicas em pista para o sucesso no tour. Mas francamente, o querto lugar que ele buscou no contra relógio não poderia evoluir numa etapa como o Ventoux. Sua missão manter sua posição e tentar atacar Armstrong.


Armstrong só precisaria ficar na roda Wiggins e Frank Schleck.


E Contador só precisaria ficar na roda de Andy Schleck que este lhe abriria o caminho para o Champs Elysees.


A etapa começou como previsto com um grupo Tony Martin e Juan Manuel Garate.


Quando os lideres se aproxiamaram das parte mais íngremes no Ventoux e que a coisa ficou séria.


Os primeiros ataques dos irmãos Schlecks foram prontamente defendidos por Contador, Armstrong e Wiggins.


Mas após dois ou três ataques sempre puxados por Andy, ficou claro que Frank não teria como acompanhar os lideres. Seu irmão Andy esperou fielmente e nunca o abandonou.


Poderia ter tentado levar a etapa, jaque não ganhou nenhuma. Deu ela de mão beijada para Frank. Quando do ataque deles acompanhado por Contador em Le Grand-Bornard.


Não indo Schleck, a coisa ficou entre Garate e Martin. O espanhol atacou e escreveu o seu nome no Ventoux. Salvando do ridiculo a campanha de equipe Rabobank.


Andy Schleck chegou em terceiro, seguido de Contador e Armstrong. Frank Schleck e Brad Wiggins foram batidos pela montanha da morte.


Mount Ventoux, lotada de gente, foi tudo o que se podia se esperar. Com ataques e contra ataques. Mas no fim em nada mudou.


Meia hora depois, bronzeados e felizes chegaram os sprinters, descansados para o ultimo dia. E aliviados por terem conswguido terminar a Volta.


No caminho aos Campos Elísios, ja se via a total ruptura do moribundo time Astana. Que mesmo campeão não circundou muito seu líder. O campeão Alberto Contador. Estavam todos mais pro lado de Armstrong que não esperou o Tour acabar ja havia anunciado a criação de uma nova equipe junto com o estrategista multicampeão Brunnyel. Alias a equipe pendeu mais para Armstrong durante todo a competição.


O final em Paris ainda mostrou o brilho da Columbia HTC e Mark Cavendish que mais uma vez deixaram no chinelo a Garmin e Thor Hushvod. e uma vitória consagradora na última etapa.


Cavendish confirmou que é o melhor sprinter do mundo ganhando muito fácil.


Hushvod não pareceu muito precupado com isso quando subiu no pódio para pegar a camisa verde. Mas é bom ele se antenar, porque ano que vem vai pretear o olho da gateada.


Franco Pellizotti é um digno rei das montanhas e ANdy Schleck levou de novo a camisa branca mas tem potencial para muito mais.


O pódio de Contador, Schleck e Armstrong era de felicidade e constragimento


O pódio da Astana, pior ainda. Após ter levado a amarela, Contador demorou para subir.


Se terminou a Volta da França. A novela não tem fim.


Astana acabou.


Contador chineleou Armstrong. E este que passou o Tour inteiro mando letra nele via tweeter. Respondeu.


Espera-se que o time Radio Shack de Armstrong não seja tão forte quanto o Astana e se dividam as forças para no ano que vem haja verdadeira ameaça a supremacia de Contador.


Que provou que é o melhor !


Mas Armstrong mas bem preparado. Bradley Wiggins com uam equipe forte. Andy Schleck com melhores atuações no contra relógio.


E ascenções de Brice Feillu, Roman Kreuzinger, Luis-Leon Sanchez e Vicenzo Nibali.


Pode ficar muito boa a coisa.


Outros pontos altos do Tour este ano. O japonês Fumiyuki Beppu andando en la tete de course. Ele e seu compatrioata Yukira Asashiro não só terminaram a prova. Sendo os dois primeiro nipônicos a conseguir tal feito. Podendo abrir o mercado japonês para o esporte.


Beppu ainda terminou dando show no Champs Elysses empinando a bicicleta e pulando como se fosse artista de circo.


Jans Voigt e seu terrivel acidente na decida dos Alpes para abrir os olhos sobre a loucura que pode ser este esporte.


Georgie Hincapie foi um dos artistas mais dramáticos. Foi apunhalado pelas costas pela Garmin quando tentava terminar aos 38 anos pela segunda vez com a maillot jeune.


Durante maior parte de sua carreira foi domestique de Armstrong e agora fez ´parte do da incrivel máquina de sprint da Columbia e Mark Cavendish.


Hincapie, durante quatro etapas, persistiu a uma clavicula fraturada e chegou como herói de guerra na linha de chegada.


Mikel Astalorza foi pego no anti doping no teste do dia em que ele ganhou a etapa cruel nos alpes com as subidas do Grands Saint Bernard e do Petit Saint Bernard.


Quem fará parte de nova equipe de Armstrong, para onde irá Contador.


O drama não acaba nunca.


Que venga la VUELTA!

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segunda-feira, 3 de agosto de 2009

Haskell Invitational - Gr.1 - Rachel Alexandra

RACHEL ALEXANDRA - 2009 Haskell Invitational Stakes

Nossa mãe...
Na última corrida R.A. só tinha encarado duas adversárias, em raia muito rápida.
O trem de carreria de formou de forma que parecia a equipe Columbia laçando Mark Cavendish para um sprint. Mesmo sendo aliviada, o tempo estarrecedor. Quase recorde. E um recorde de Secretariat, não menos.
No mesmo dia. correu Zenyatta, que contra outras éguas pareceu penar para embalar com a sobrecarga que os handicapers lhe impuseram.
Antes da carreira da Rachel Alexandra me perguntaram quais das duas era melhor.
Afirmara que era Zenyatta.
Agora já não sei.
Elas provavelmente não vão se enfrentar.
Zenyatta é bicho de reai sintética. QUe de alguma forma é um demérito e o seu estilo de corrida , atropelando em uma rajada de velocidade, é menos versátil.
Pode-se descontar o fato que nunca correu contra os machos. Mas venceu fair and square, Ginger Punch e Cocoa Beach.
Rachel ALexandra nunca foi vilipendiada pelas penalidades de um handicap. Mas já venceu os melhores potros duas vezes. Entre os quais os passaros, Mine that Bird e Summer Bird. Vencedores do Kentucky Derby e do Belmont Stakes.

Rachel ALexandra é o melhor três anos americano.
E não fora por Sea The Stars, seria de todo o mundo.
A geração americana não é tão forte quanto pintava com os problemas que tiveram Quality Road, The Pamplemousse e I want Revenge.

No entanto vendo a performance, mais uma vez muito perto de tempo de recorde, de Rachel Alexandra. Tem se a certeza que se está vendo um fenomeno do tipo once in lifetime.

Parece ser melhor que Zenyatta, mas provavelmente nunca saberemos ao certo.

Os donos de R.A. não querem levar ela ela para a raia sintética para não ter um fiasco tipo Curlin. E os propietários de Zenyatta dizem que não correrão em hipodromos com concheiras de isoloamento (Belmont).
No provavel último ano de Zenyatta e com Rachel Alexandra protegida das descargas de peso na turma de três anos, nunca saberemos.

Mas francamente, não é preciso.

Só temos que apreciar o show que estas craques nos proporcionam.
Semana que vem é a vez de Zenyatta.

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quinta-feira, 30 de julho de 2009

Homenagem a Fernando Westphalen (Judeu)

A inesperada partida do Judeu acabou me pegando de surpresa.


Apesar de estar acompanhando sua hospitalização estava muito esperançoso na sua recuperação.


Acometido de uma tristeza muito grande tive dificuldade de iniciar essa homenagem.


Mais que um tio (tio Nando), o Judeu era um amigo e minha memória remonta as caronas no corcel pro prado.


Um amigo que esteve comigo em todos os bons e maus momentos desde uma sombria noite de 25 de julho qu\ndo ele estava ao meu lado, como no falecimento do GK , no meu casamento, na compra do meu primeiro apartamento no suporte a Dona Rosa na viuvez, enfim os braços sempre estavam estendidos para nos acolher



E quando lhe abraçava e agradecia, ele sacudia as mãozinhas e dizia: " - É isso ai cara! "


Como quem diz algumas pessoas nascem para fazer o bem.



Gênio das palavras, os papos com ele eram sempre ricos e bem humorados. Humor sarcástico, inteligente e divertido. Um apaixonado pela família e pelo turfe.


Acolheu os sobrinhos na paixão do turfe, para alguns efêmera, mas outros como eu e Tinho, ficamos marcados no DNA.


A mesma paixão que o levava a fugir do colégio para o Moinhos de Vento, hoje leva o Tinho a distribuir barbadas na Codere para os pareos mais esdrúxulos e distantes como Austrália e África do Sul e a mim de programar meus passeios pelo interior da França passando pelos pequenos e belos hipódromos franceses.



Um homem de esquerda a qualquer tempo. Na família, já não somos muitos. E o mais poderoso de nós, que manteve seus princípios intactos, nos deixou.




Cultivo também a mesma paixão pelos vinhos que ele tinha.


Agora, até por obrigação, por estar morando na França e para lhe mostra
rminha evolução em relação à quando ele me criticava em seus churrascos de domingo.Por beber cerveja e não comer doces, que ele considerava falta grave.



Estive em Porto Alegre em abril por uma semana apenas e não consegui encontrar muita gente da família. Mas essas coisa que não conseguimos explicar, resolvi ir comer um peixinho na cocheira, para encontrá-lo e entregar os livros de corridas que sempre guardo para ele e Tinho.


Estava escrito que nos veríamos apesar da distância.



Por morar longe, não pude estar presente na sua despedida.


Não por coincidência, estava em Compiègne fazendo aquilo que o Judeu mais amava, vendo corrida de cavalos, em uma viagem que tinha programado a mais de um mês.


Não estava presente de corpo a sua despedida, mas com certeza ele estava comigo admirando o balê dos puro-sangues no simpático hipódromo de Compiègne.




Por tudo que já se escreveu por sua coragem de enfrentar a ditadura e ajudar amigos em apuros àquela época,pela sua genialidade como homem de comunicações,o Brasil perde um dos seus grandes.


Mas a perda da nossa família imensurável.


Quanto ainda tínhamos ainda a aprender com ele....



A família, tia Judite, Celo e Marcia. Um grande beijo


Ao Judeu, Obrigado por tudo !




Luis Felipe Kessler


Le Sorcier Cardinet




Technorati :

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quinta-feira, 23 de julho de 2009

Le Tour- 18 etapa

Era um dia de tensão.


O contra relogio individual pode virar a tabela.


Um bom trialist pode recuperar dois ou três minutos perdidos nas montanhas.


E um escalador pode enterrar suas chances se não souber lidar o contra relógio.


Rasmunssen tinha um pódio garantido quatro anos atrás e implodiu no ITT.


A bicicleta é diferente. Alcança maior velocidade mas é menos habilidosa nas curvas.


O ritmo constante de pedalar, na velociade máxma para fazer o tempo possível.


Quarenta quilometros e meio. Um trecho em subida.


Cinquenta minutos de tortura.


Os ciclistas entram na pista na ordem inversa de suas classificações.


Primeiro vem os chinelo.


Bem cedo, o melhor tempo foi da excepcional passagem de Mikhail Ignatiev da Katusha.


No meio da ordem chegou Fabian Cancellara e cravou 48'33".


Melhorando o tempo do russo e parecendo invencível.


No últimos seis ciclistas entraram no circuito. A expectativa era saber o quanto Bradley Wiggins conseguiria recuperar. Quanto os irmãos Schlecks perderiam.


E o quão bom seriam os tempos de Lance Armstrong e Alberto Contador.


Wiggins entrou voando mas perdeu gás cedendo quarenta segundos para Cancellara.


Frank Schleck sofreu duras perdas e a menos que faça um milagre em Mount Ventoux, pode esquecer o pódio. Mais de um minuto e meio. Não foi uma volta ruim mas perdeu espaço para atletas que ele não vai conseguir recuperar no Ventoux.


Armstrong não é o mesmo Armstrong mas deu uma amostra de sua força e técnica. Cansou no final, mas voltou ao pódio da CG, e deve chegar pelo menos em terceiro em Paris.


Andy Schleck pedalou para salvar a sua vida. Para ter o pódio, talvez uma chance a maillot Jeune e consolidar a Camisa Branca. Foi muito, muito bem. O alpinista conseguiu perder somente oito segundos para Armstrong e um minuto para Wiggins.


Com o maciço provençal daqui a dois dias, ele parece estar garantido no pódio.


E nos sobra Alberto Contador. Com sua nova bicicleta para contra relógios e um treinamento especial para se igualr aos melhores. Para estar preparado para ganhar o Tour. Para provar que ele é o melhor ciclista do genêro do mundo. Ele já tinha vencido o titulo espanhol, fez excelente atuação em Mônaco e defendendo a camisa amarela e tinha que lutar pela honra de vencer esta importante etapa. O tempo de Cancellara parecia imbativel.


O suiço talvez não tenha forçado tanto quanto podia no inicio do circuito e usando todo a sua força no trecho final.


Contador, com o benefício de já saber como os outros reagiram ao percurso saiu voando desde o inicio. E mesmo não tendo uam ação final tão forte quanto a de Cancellara, algo que ninguém tem, conseguiu a vitória na etapa.


Aumentou sua vantagem sobre o Schleck para mais de quatro minutos e encerrou a discussão.


Um show de Alberto Contador.

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quarta-feira, 22 de julho de 2009

Le Tour, etapas 11 - 17- A trama pega fogo.




A grande vitória de Frank Schleck e a comeração de de Seu irmão Andy na 17a. etapa.


Alberto Contador dominou o Tour mas desarrumou a casa.


Estive fora do ar por uns dias.


Mas aqui estou de volta e yes, Honey.


Mais Tour de France!


Por sorte foram dias em que o Tour foi grande divertimento.


É engraçado ver os europeus reclamarem que não há dram na Volta esta ano. Já que desde cedo parecia certo que o vencedor seria Lance Armstrong ou Alberto Contador. O empate virtual entre os dois abria a possibilidade para as intrigas dentro da própio time.


Mas abaixo dos lideres, havia a incrível história de Bradley Wiggins. O ciclista de pista inglês que surgiu como uma das estrelas das competição por etapas.


Muitas atuações heróicas e algumas decepções.


Tudo estava na mesma ao final do dia 15 de Julho.


Cavendish voltou a escova Hushvod no sprint. Abriu uma certa vantagem na camisa verde e deixou o ciclista viking mais uma vez sem respostas.


Num dia típico de sprint em que le echapes foram esmagados pela pelotão.


Nocentini seguia de amarelo e nenhum sinal de vida na Astana, com Armstrong e Contador esperando.


Cavendish igualou o recorde de vitórias em etapas por um britânico conquistando incrivelmente sua quarta etapa.


Na 12 etapa o grupo de escapados conseguiram o raro feito de vencer o pelotão em um etapa plana. E sem sprint. Faltando pouco pra o final Nicki Soresen lançou um ataque e cedeu para a equipe Saxo Bank uma vitória heróica.


O pelotão chegou depois e no mass sprint pelos pontos que sobraram Cavendish chegou a frente de Hushvod, que não consegue lidar com o britânico no mano a mano. Etapa chocha a parte da atuação de Sorensen.


Na 13 etapa, havia previsto Lance Armstrong. O bicho ia pegar.


Mas a chuva deixou o pelotão em cheque e dura subida do Col du Platzerwasel serviu só para preparar os principais etapas nos Alpes que se seguiriam,. Na classificação geral, nenhuma mudança.


Destaque para os ataques Franco Pelizzotti que assim retomou camisa branca a pois rouge que honra o melhor escalador que cubria Egoi Martinez.


Mas Levi Leipheimer caiu e fez a fratura dos campeões. Escafoide. Teve que abandonar a Volta e a equipe Astana perdeu um dos seus mais fortes componentes.


A fuga de Heinrich Haussler e do popular ciclista francês Sylvain Chavanel seria bem sucedida devido ao desinteress do pelotão. Mas segundo ouvi nos comentários da tv, Chavanel esqueceu de se alimentar e nso kilometros finais seu organismo entrou em acidose. Seus musculos pararam de responder e o fenomeno do BONK se mostrou em toda sua impetuosidade.


Haussler sem quem o podesse ajudar baixou a cabeça e encarou um cntra relógio para evitar ser alcançado.


O ciclista alemão-australiano cruzou com mais de quatro minutos sobre o segundo colocado.


Se aproveitando da total ineptitude de Mark Cavendish em etapas não planas, Thor Hushvod atacou o sprint e colheu pontos para recuperar a camisa verde.


Outro drama que por pouco uma comédia foi o fato de Oscar Freire e Julien Dean receberam tiros de armas de pressão. Algum adolescente francês com merda na cabeça agora é fugitivo da policia


A decima quarta etapa não deveria ser tão emocionante por ser basicamente plana.


Ao invés de uma fuga engolida pelo pelotão houve grande drama juntos aos coadjuvantes do Tour. A geral seguiu a mesma Nocentini-Contador-Armstrong.


O dramas ficaram por conta da magnifica vitória de Serguei Ivanov dando a primeira vitória em um grand tour para a equipe Katusha. Ivanov fazia parte de vários escapados em que fazia parte Big George Hincapie.


Hincapie, 38 anos, um dos melhores domestiques do Tour. Sempre um coadjuvante de luxo. Grande amigo de Lance Armstrong e único atleta que o ajudou em todas as suas setes vitórias no Le Tour. Costumeiramente carregando CAvendish para um sprint, ele fora liberado para tentar os pouco mais de qutro minutos que o separavam de Nocentini para a ter a glória de vestir a Maillot Jeune. Um tributo a sua carreira fenomenal.


No pelotão as equipes Saxo e Astana, as mais fortes não tinha interesse em atacar e impedir o sucesso de Hincapie.


Mas Thor Hushvod estaria no sprint secundário e isto forçaria Cavendish a forçar o passo e jogar contra seu colega.


Ivanov lançou um ataque avassalador contra os escapos e chegou emocionadíssimo a linha de chegada. Grande festa para a equipe Katusha.


Talvez por ter chegado muito adiantado e não houvesse ninguém de seu time ficou a incrível imagem do emocioando atleta russo sentado no fio de uam calçada prostrado pela emoção e a exaustão de seu esforço. O comentarista da tv francesa só tinha uma palavra para dizer.


Chapeau.


Sem dúvida, foi de tirar o chapéu.


A etapa foi tomada de consternação quando uma espectadora faleceu ao ser atropelada por uma das motocicletas de apoio do tour.


Mas faltavam poucos kilometros e Big George dava tudo de si.


Mas a equipe que assumiu o ritmo do pelotão foi a Garmin. Pelo único motivo de impedir o atleta da Columbia de ter seu dia de glória.


Por motivo de vingança. Em retribuição ao comportamento de Columbia que espizinhou da Garmin ao vence-la em uma prova de contra relógio por equipes mais cedo este ano.


Big George ficou a frente do monitor esperando o mass sprint dos retardatários só para ver o pelotão chegar só para ver sua chance de dormir de amarelo.


Para piorar. Cavendish apesar de ter derrotado Hushvod no sprint perdeu os pontospor ter lhe cortado o caminho. Hushvod reclamou e a organização atendeu, sem direito a apelação.


Cavendish ficou lívido acusando o noruegeus de não tem capacidade de vencer em campo ter apelado ao tapetão.


E com poucos pontos de sprint restando a camisa verde está praticamene garntida para Hushvod .


Cavendish agora tenat sobreviver aos Alpes, o contra relógio e a Mount Ventoux para conseguir uma quinta etapa, uma glória de consolação, no Champs Elysees.


A etapa 15 era previsão de Armstrong, o dia em que a onça iria beber a água.


A chegada em Verbier com uma escalada de categoria 1.


Iniciada a últiam escalda o pelotão ja estava triturado pelos alpes.


Nocentini já tinha sido destruído pelo trem de carreira e se despediria finalemente da camisa amarela.


Os capitães e os principais montanhistas estavam en la teé de course.


Incrivelemente Bradley Wiggins, ex atleta de pista conseguia defender o seu terceiro lugar na CG.


Então aconteceu.


Alberto Contador repetiu o ataque que fizera em Andorra e acabou.


Ninguém foi capas de acompanhá-lo. Armstrong atônito teve que esperar por Andreas Kolden pra que este o ajudasse a finalizar a etapa.


Andy e Franck Schleck, os irmãos de Luxemburgo da equipe Saxo Bank. Mesmo sendo craques de montanha, Seguiram mas perderam tempo para o espanhol.


Kloden teve que abandonar Armstrong para o bem da equipe. O americano chegou em nono.


Contador agora era o lider incontestável e queira ou não a equipe Astana teria que lutar por ele.


Apo´s um dia de descanso em que Armstrong passou o dia afirmando suas intenções de servir de apoio para Contador haveria mais um dia de alpes.


A etapa 16 era composta de duas subidas massivas seguidas de duas descidas técnicas em alta velocidade.


Esta compsiçaõ era propicia para ataques dos coadjuvantes enquanto os favoritos ficariam masi relax e fariam a descidas com maior cautela.


O grupo de fuga conseguiu alguma separação mas o ponto alto foi o ataque do basco Mikel Astarloza da Euskatel, conseguindo uma emocionante primeira vitória em grand tours em oito anos de carreira profissional. Como na vitória de Ivanov. Uma das chegadas mais emocionantes do ano.


Armstrong teve atuação destacada ao recuperar tempo perdido devido a um ataque que ele acabou se descolando do grupo principal. Mostrando não só disposição para fazer a tática do time como grande recuperação após a escovada da subida anterior.


A nota triste ficou para o terrível acidente de Jens Voigt na última descida que forçou seu abanodono e ainda não tenho noticias da gravidade de suas lesões.


A déciam sétiam etapa seria a última nos alpes. Com muitas subidas e as duas ultimas send de classe 1. E um intervalo pequeno. Sendo perfeita para os ataques dos escaladores.


Estratégia anunciada pelo irmãos Schleck.


E realemente chegada a hora , os atletas da Saxo. Andy pensando em subir na geral o suficiente para defender um pódio e sua camisa branca de lider entre corredores com menos de 25 anos, apesar do tempo que deve perder no contra relógio. Frank queria a honra de uma etapa.


Para defender o ataque, Contador os seguiu com o suporte do companheiro de equipe Andreas Kloden.


Armstrong ficou marcando o passo de Bradley Wiggins.


Quando ficou claro que a incrivel aventura alpina de Wiggins havoa chagado ao fim e ele não tinha mais com defender o seu terceiro lugar a não ser com mais uma atauação explosiva no contra relógio, Armstrong atacou. E começou a recuperar em relação ao quatro na tete de course.


Mas ao invés de so defender os ataques dos Schlecks, unica coisa que ele precisava para manter a camisa amarela que difcilmente ira perder. COmnatdor resolveu atacar.


Para tenatr mai uma vez mostrar sua dominação sobre os inimigos.


Deu problema. Ao contrariar as ordens da equipe, o espanhol tudo que conseguiu foi derrubar Kolden que não coseguiu acompanhar. Mas os irmão Schlecks estavam fortissimos.


Os três líderes do dia conseguiram abrir dois minutos em relação aos perseguidores.


Mas as ações de Contador pode ter custado lugares no pódio para Armstrong e Kloden, que poderiam ter se juntado a Contador, aberto tempo em ralçao Wiggins e não perder tempo pra os Schlecks que hoje es tão em 2ndo e 3ro no CG.


E a aparente paz no onibis da Astana foi pro brejo.


A Astana é um time moribundo com problemas financeiros e o baile de cobras que se tranformou devido a rivalidade entre Armstrong e Contador. Após o Tour é cada um por si, de direito.


Armstrong deve correr mais um ano e cosneguiu um patrociandor americano. Johan Brunyeel, o diretor técnico multi campeão que trabalhou com Armstrong em suas vitórias. E como provavelmente Contador não ´e o cara mais popular. Deve ir o melhor da Astana junto.


Contador deve recebero apoio de Fernando Alonso que vai monatr uam equipe espanhola. A intencão do piloto de F1 foi anunciada no inicio do Tour. Já que os espanhois estavam fulos com a perda de força de Contador na Astana e a não escalação dos espanhois da equipe para o Tour. Pois eles certamente favoreceriam o seu compatriota.


Contador resolveu a richa na estrada. Mas pisou na bola. Mais uam vez o esporte se mostrou ser de egos e jogo duro.


Thor Hushvod partiu no grupo de ataque antes das ultimas escaladas e juntos pontos preciosos mais uma vez em etapas de montanha e aumentando sua diferença na camisa verde em relação a Cavendish que esta lutando para sobreviver as subidas.


Cavendish é o melhor sprinter do mundo mas Hushvod é melhor ciclista.


Agora tem o contra relógio individual que vai mudar tudo de novo e depois Mount Ventoux.


Agora pegou fogo. Mesmo sendo quase certa a vitória de Contador ainda tem muita agua para rolar debaixo da ponte.


This is all far from over.

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sábado, 18 de julho de 2009

Fernando Westphalen

genau.JPG


Da esquerda para direita: C. Xavier, Genau, Judeu, Celo e Tinho.


No dia 15 de julho passado. Neste ano de 2009. Recebi a triste noticia do falecimento de Fernando Westphalen.


Passado alguns dias para eu me recompor um pouco da imensa tristeza pelo qual eu e meus familiares fomos cometidos, é chegada a hora de eu tomar coragem e fazer este registro aqui no blog.


Além de colaborador do TTKOS, o Judeu era parcela considerável da minha massa de leitores.


A tarefa de fazer um óbituário, já comentei aqui, é das mais difíceis de um jornalista.


Fazer justiça a vida de uma pessoa.


Ás vezes medindo os altos e baixos de um a vida, mantendo objetividade e com elegância e estilo é uma tarefa para poucos.


Com certeza não é o objetivo deste post pela total impossibilidade de eu manter objetividade e distânciamento em relação ao assunto e obviamente, por eu não ser jornalista.


Mas todos nós ficamos bastante satisfeitos com o obituário que saiu na Zero Hora que pode ser lido aqui, e me falta o nome do jornalista que o fez para dar justo crédito.


Certamente a razão desta riqueza vem da colaboração do jornalista Lúcio Haeser. Que escreveu um livro sobre a história da rádio Continental 1120 e nos privilegiou com este resgate da história pessoal do Tio Nando.


No entanto, preciso escrever algumas coisas sobre ele. E neste ponto, não sei que bicho que vai dar.


Eu escrevo estas linhas para lidar com a perda.


E as torno públicas para compartilhar com as pessoas com quem posso ter este sentimento em comum.


Do privilégio da minha relação com ele, este relato foge um pouco do contéudo do obituário.


E talvez, este texto possa colaborar no enriquecimento da memória de nossa familia.


A precisão das minhas lembranças são discutíveis. Mas não sou jornalista, então não reclamem, contribuam.


Fernando Westphalen tinha muitas histórias que podem até consideradas pitorescas. Algo derivado de sua personalidade e inteligência incomuns.


Quando criança, insatisfeito com as relações familiares, se rebelou contra a hierarquia e atravessou Castro Alves para buscar indepêndência com aprendiz na sapataria do Seu Oscar.


O vô Moysés, que de bobo não tinha nada, foi indulgente com o temperamento de seu rebento com a certeza que era passageiro. E foi.


A Dona Cleci não deixava nada faltar ao seu dileto filho.


Sempre guardou um prato de comida para o seu terceiro filho. Para que este sobrevivesse ao caos que se impunha aos seus pais que tinham alimentar onze filhos e um que outro sobrinho que viera para Porto Alegre estudar.


O pratinho do Nando tava sempre garantido, não importando o quão caótico fosse os seus horários.


Quando subia o morro milenar para ir à aula no IPA junto com o tio Sèrgio. Imagino que fashionably late.


Costumava apertar o passo para chegar adiantado em relação ao irmão e trancar a porta.


O tio Pretinho, por ser mais velho e responsável, deveria garantir que ambos comparecessem à aula. Mas a cancela trancada era um obstáculo intransponível e aos jovens só restava ir ao Hipodrómo do Moinhos de Vento acompanhar os trabalhos..


O Luis Fernando Verissimo, outro estudante nota 10 do Ipa, constumava acompanhar o Tio Nando nestas empreitadas turfísticas.


A casa da familia na esquina da Vitor Meireles com a Castro Alves, fazia do hipódromo um lugar óbvio de encontro para os filhos do Moysés Westphalen e para o amigos deles, Geraldo Kessler que morava na Goethe e o Armando Hofmeister que morava na esquina da Castro Alves com a Schiller. E os leitores deste blog podem então entender de onde vem a minha paixão pelos cavalos.


Mesmo com a gloriosa Baixada Tricolor estando ali ao lado. O Judeu saiu um colorado dos mais cri-cris. Desconfio que por influência do Vô Moysés que afirmava diplomaticamente que era torcedor do Cruzeirinho mas que a mim nunca enganou. O secadorzinho!


Mas não devemos nos ater aos defeitos de nossos entes queridos.


Nem deveria tocar muito no assunto da acampamento cigano que se formou na aréa do hipódromo, que já havia se mudado pro Cristal.


As informações que tenho são limitadas, mas tem algo a ver com festas longas, mulheres bonitas.


Em uma familia em que o pai era positivista e a mãe católica fervorosa, o apelido Judeu é pelo menos curioso.


A versão que me foi dada e´que vem dos tempos do Julinho. Reza a lenda que uma época menos politicamente correta, a sua avareza com o dinheiro lhe era dado para o lanche lhe conferiu a alcunha.


O objetivo, obviamente, era investir nos cavalos.


Não posso confirmar a veracidade, uma vez que existem versões diferentes até para o meu apelido.


Seja como for, o apelido ficou para sempre e ele ficou conhecido publicamente pela alcunha.


Após um longo noivado chegou a hora que a Tia Judite, fez valer sua forte personalidade e disse era chegada a hora deles constituirem familia. Mais ou menos assim.


Casaram e tiveram dois filhos.


Como o Celo tem a minha idade, apesar de ser mais velho, sempre fui acolhido na casa deles. Desde os tempos que brincavámos de Rin Tin Tin. Eu por ser loiro era o cabo Rusty e o Celo, sei lá porque sempre, queira ser o cachorro.


Nos fins de semana, que eu ia sábado ao prado e dormia na casa deles e voltava para casa com o pai quando me juntava a ele novamente no Cristal.


A Marcia era mais novinha. Não muito, devo dizer antes que ela se empolgue.


Chegada aquela idade em as diferenças de idade não são mais relevantes nos tornamos parte de uma geração, nos tornamos grandes amigos.


A paixão pelo turfe foi marcante na vida do Tio Nando.


Me lembro ter ido, guri, jantar na casa do Renê Berutti. E ele tinha encardenados as primeiras edições do Turfe de Bolso. O GK, pegou uns para me mostrar, na certeza que eles entreteriam um jovem meio deslocado no jantar de adultos e me mostrou a coluna do "Crônometro do West", com uma caricatura que mostrava um garoto magro e de cabelos escuros que perái.... Era o Tio Nando.


Ele também narrou turfe. E acabou trabalhando mais em rádio como locutor. Até que migrou apra publicidade para trabalhar com o Mafuz na MPM.


Em alguns anos ele entrou na aventura da Rádio Continental, e recomendo o livro do Haeser ou pelo menos uma visita ao site.


Nesta época, com recursos para se permitir bons vinhos, e esta é uma versão do Tio Biduio, ele iniciou a sua paixão por vinhos.


É fácil gostar de bons vinhos o dificil é ter dinheiro para ser indulgente com a paixão.


O engraçado era ouvir ele chamar cerveja de lasix e bebida de caminhoneiro naqueles churrascos em que a temperatura beira os quarenta graus, como se ele nunca tivesse bebido uma cerveja na vida.


Os churrascos assados pelo Judeu eram um espetáculo em si.


Pessoas mais anais costumavam sofrer observando o processo.


Era invariavelmente sem sal, pois é assim que se assa em uma parilla. O sal priva a carne de seus sucos mais saborosos e só devia ser posto na hora de servir.


E caso tu não soubesse do fato, não tinha problema.


Ele atirava a carne no teu prato.


Gritava: "-Não tem sal !"


E por medida de garantia. Botava sal na carne em seu prato caso o comensal não fosse pró-ativo o suficiente e salgasse a carne à gosto em menos de dois segundos. .


A manipulação da carne era preferencialmente com a mais evoluída ferramenta da humanidade. Suas mãos encardiam o avental de um forma que eu não posso descrever com precisão. Pelo menos sempre sabíamos qual era o cálice de vinho dele. Era o mais engordurado.


Não menos sujo ficava ele quando a tia Jú abria uma mesa de massa caseira, cortada a faca. E ele se encarregava de fazer rabada.


Sempre insistia que as pessoas comessem lautamente em sua mesa.


E como eu não me fazia de rogado eu colaborava para que a superabundante refeição não se transformasse em sobras.


Em dias em que eu tinha grande atuação ele me brindava com um dúbio elogio. "-Este é cavalinho de corrida !"


Em dias de choppadas, algo que lhe revoltava, eu era reduzido a ralé conhecida com "petroleiros".


Mas se eu por um motivo ou outro não me saciasse com um frade, ele logo demostrava irônica preocupação com a minha saúde.


Afinal só doença explicaria tamanha anorexia, dois ou três pratos. " O quê...Nunca vi o oceano recusar água !"


Curiosamente, ele própio não comia muito. Ficava a espera da sobremesa. Era na mesa de doces que demonstrava espetacular desenvoltura.


Em 1977 , o as coisas com o governo militar não estavam muito satisfatórias. Ele deixou a rádio e pode voltar para MPM.


Mas a rádio mudou esta cidade. O Judeu com sua coragem e atuação politica naqueles anos deixou um legado mais profundo que o fenômeno cultural e o sucesso financeiro da Continetal 1120. Que não foi pouca coisa.


Nos anos 70 e 80, ele se permitiu ser indulgente com os cavalos de corrida e se associou ao Haras Itapuí para criar cavalos de corrida. Tinham um plantel bom e me lembro de pelo um menos um ano que liderou as estatísticas de criadores no Cristal.


Muitos destes bichos se não foram craques eram muito bons. e habitaram a minha imaginação de guri e a esperança de ir para a foto da vitória. Devilom, Chisum, Etíope, Last Time, Hey Up, Habanita em especial a Isla Real. Que corria qualquer quantidade. Levou o Diana e G.P. Luiz Fernando Cirne Lima e fez campanha na Gávea e Cidade Jardim.


Quando a MPM foi vendida para a Lintas, saiu e na negociação ficou com a Visor Propaganda. E com a Visor ele atendeu durante anos a conta da Copesul.


E faz alguns anos, ele se aposentou.


Ele ajudou muita gente. Financeira e profissionalmente.


E tenho firme crença que viveu a vida do modo que ele acreditava que deveria ser vivida.


E entre idas e voltas, isto significava: vinho, boa comida e ouvir um tango.




Nem tudo aconteceu do jeito mais justo, pelo ponto de vista de Karma. Mas a vida é assim mesmo,tem um tanto de Cambalache.


Os problemas de saúde nos últimos meses, em especial, foram pertubadores.


Porque como disse o Tio Plínio Dutra, se ele estava no hospital era porque ele não estava bem e angustiantemente como à Flores da Cunha, lhe sobrava coragem mas lhe faltava o ar.


O livro sobre a Continental foi good Karma e a manifestação de amigos e parentes em resposta ao seu falecimento mostra a justa medida do tamanho da vida que ele viveu.


Uma vida intensa em toda a sua extensão.


Desde o partidor até o espelho.


Como Secretariat no Belmont Stakes.


Ou como Estensoro. O bicho que me ele disse ter sido o maior craque saído aqui do Sul.


Não sei se faço a coisa certa em postar este texto no blog. Mas me sinto curiosamente bem após ter escrito esta confusa elegia.


E me lembro ter extraído conforto ao ler as coisas boas que foram ditas sobre o meu pai durante a desolação que seguiu o seu falecimento.


Talvez sirva também de conforto para outros.


Peço perdão se não fui preciso ou totalmente justo.


Com o falecimento do Tio Nando e a impossibilidade de continuar a compartilhar tantas coisas que tinhamos em comum, perdi um amigo, um conselheiro e um pai.


Por esta razão eu precisava botar para fora.


O tio Nando é sobrevivido por esposa Judith, seus filhos Marcelo e Màrcia, sua nora Karine e o seu neto Pedro.


Ele viverá para sempre na memória das pessoas com que conviveu e no seu legado profissional.


Fernando Westphalen (16/10/1937 - 15/07/2009).

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terça-feira, 14 de julho de 2009

Le Tour Tirando o atraso - Etapas 8,9,10

Vi uns comentários no site da Eurosport metendo o pau no Tour deste ano.


A exceção dos americanos que estão excitadíssímos por causa de Lance Armstrong e sua provável vitória, Ficam incomodados com o fato que que Alberto Contador, seu companheiro de equipe não se submeta a sua majestade e deixe ele ganhar sem contestação.


Não vai acontecer. Os comentários dos americanos indicam que o ataque de Contador em Andorra foi um ato de rebeldia.


E após uns dias sem vazar comentários Armstrong voltou a soltar uma letras. Ele diz que a decisão será em Mount Ventoux e que ele vai ser o mais forte.


Até porque parece estar com o apoio da equipe Astana. Que é de longe o time mais forte da Volta.


A menos que Contador volte a escovar Armstrong no contra relógio individual. Uma diferença maior tornaria meio absurdo a equipe não jogar por Contador. O fato de Nocentini, atual líder, não parecer forte nem ter uma equipe forte. E ainda por cima, o fato que nenhum outro competidor parece ter chance pode deixar no nível do cada um por si no Mont Ventoux.


Criticas básicas ao fato que a coruja tia mais ou menos pelada e que os Pirineus fora a etapa de Andorra não foram um fator a estratégia da competição. O vento foi mais decisivo.por enquanto.


A oitava etapa deu pelo menos uma alegria. E uma tristeza.


Primeiro de dos dias nos Pirineus em que as escaladas mais difíceis eram no meio do percurso. E que portanto teria seqüencias de downhill e as fugas na subida seriam de conseqüência apenas para os pontos de pois rouge.


Por esta razão o pelotão se manteve quieto. E Nocentini nunca teve sua posição ameaçada.


A única emoção foi ver o grupo de escape chegar ao fim na liderança. O desinteresse do pelotão permitiu em parte a façanha e quando aprontou na reta o francês Sandy Casar, da euqipe francesa Fraçaise de Jeux tentou trazer para a nação a terceira etapa consecutiva. O espanhol Luis-Leon Sanchez vinha em sua roda e botou susa maior explosão em funcionamento para levar a etapa para a Espanha e a equipe caisse D'Epargne. Tristeza para o popular ciclista francês. Êxtase par o espanhol que acompanhou o duro ritmo das montanhas para dar a estocada.


Na nona etapa, Col de Tormalet estaria esperando os atletas. Mas sem chegada de etapa no cume, ninguém do pelotão se bobeou e além do mais haveria uma grande descida a 60 km/h.


Mais uma vez le echápes conseguiram levar a etapa mas por muito pouco. O pelotão bobeou e Socar Freire desesperado para ganhar um sprint e uma etapa para Rabobank foi the best of the rest.


Pierrick Fedrigo da Bbox Bouyeges Telecom levou a etapa ao suplantar Fraco Pellizotti da Liquigas, que foi muito combativo na subida mas não aguentou o tranco.


Foram dias, talvez de descanso para Mark Cavendish e seus valetes da equipe Columbia. Que teve que amargar mais um dia com Thor Hushvod vestindo verde.


Se as duas etapas finais nos Pirineus serviram para algo foi para mostrar que é a nova estrela das escaladas. Egoi Martinez da Euskatel mostrou a tradição basca em subidas e parece muito forte para os alpes. Justiça na Blanc a Pois Rouge.


A nona etapa seria uma xaropice total não fosse os dramas de bastidores e o sprint final.


O drama dos bastidores foi que a organização do Tour baniu o uso de rádios e iria banir que estivesse de fones. Na tentativa de criar uma prova em que incentivasse masi ataques e livre arbítrio dos atletas e evitasse que o pelotão, ao receber ordens dos carros. Que aliás andam bem perto dos ciclistas. A esperança de sem a orientação de gps e computadores, o resulatdao ficasse na mãos de quem improvisasse.


OS ciclistas pro motivos de segurança foram contra e abriram a prova com operação tartaruga. Sem competir.


Tornando parte da prova e certamente o total do resultado em uma farsa.


Não por coincidência a experiência se deu no 14 de Julho. Na esperança que permitisse um francês levassasse a etapa.


Alguns atletas franceses tentaram a fuga mas até pela limitação do protesto nunca tiveram uma vantagem segura em relação ao pelotão. E foram amassados como baratas.


A ironia é que das quatro etapas que antecederam o dia da Bastilha, três foram vencidos por franceses. E é claro o duro placê de Casar.


Mais duro ainda foi ver um inglês venceu.


Mark Cavendish venceu com certa facilidade em um dia que não da para avaliar direito. Mas mais uma vez a única equipe de sprinters forte e organizada foi a Columbia de Cavendish. Que mais uma vez tinha um dosmetique pronto para lançá-lo. Thor Hushvod veio na roda de Cavendish para tentar defender a camisa verde. Mas foi trucidado, o segundo lugar e a perda da posição na classificação por pontos foi mais sal na ferida.


Hushvod foi consistentemente escovado nos sprints pro Cavendish e vai precisar de mais agressividade nos Alpes para retomar a verde. Ou torcer que Cavendish não aguente o tranco das subidas que ainda virão e desista.


Cavendish teve igual sucesso ano passado na Volta mas abandonou para se preparar para as olimpíadas, aonde falhou miseravelmente como favorito e foi um dos dois únicos ciclistas britânicos que não levou medalha. E neste ano no Giro,a mesma coisa. Desta vez largou por causa do Tour.


Segue a novela.

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segunda-feira, 13 de julho de 2009

Sariska vence o Irish Oaks

Hmmm...
Ocasião para manter os comentários ao mínimo possível.
Ainda mais que eu estou falling behind schedule no TDF.
Estou encontrando dificuldades para qualificar a atuação de Sariska, que conquistou o doppieta clasica. Juntando ao troféu do Oaks Stakes a sua vitória impressionante no Irish Oaks.
Uma vitória hands down em um classic, a la Sea Bird.
Mesmo considerando a pista muito macia e uma  turma talvez não forte. Mas de qualquer modo,muito impressionante. Talvez mais que Stacelita no Diane.
Vejam.

Irish Oaks 2009 -- Sariska

Em outra nota turfistica. O pé frio do TTKOS se manisfestou mais uma vez na July Cup.
Fleeting Spirit que levou o dinnheiro do TTKOS em Ascot ano passado, Prix de L'Abbaye e na Breeders Cup Turf Sprint, finalmente ganhou uma prova de grupo 1.
Livre do impost que é carregar o meu each way backing, ela conquistou uma prova recheada de craques> Takeover Target, Paco Boy, JJ The Jet Palne, Equiano, Scenic Blast e Art Conneiseur.
E sobreviveu a um pedido de bandeira, uma vez que se jogou forte em zigue zague no final da prova.
Se eu tivesse jogado tinha desclassificado com certeza.
A nota triste é a lesão de Takeover Target, que ao 10 anos sofreu uma fratura séria e fi operado. Com sorte esta história de cinderela não acabe em tragédia e T.T. possa curtir alguns anos de tranquila aposentadoria em uam ocheira perto de seu propieitário-treinador, Joe Janiak. Que ao comprar por dez mil dólares australianos um cavalo castrado, que ele descobriu ser fenomenalmente rápido e ambos alcançaram fama e fortuna.

GL.TT.


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sábado, 11 de julho de 2009

Le Tour - etapa 7 - Para o alto em Andorra.

Ah ! Os Pirineus.


O TDF recomeçou com ínicio das tramas que se desnvolvem mas montanhas.


Entre surpresas e a confirmação de algumas certezas, as belas montanhas do Principado de Andorra, os arroios cheios de farios


A subida ao cume do Arcalis cumpriu todas as promessas.


Brice Feillu, irmão do sprinter Roman, trouxe mais um dia de glória para a Gália e a equipe AGR. Muito forte todo o dia no grupo de fuga, confirmou a pedra cantada pelo diretor de sua equipe. E no final da escalada, mostrou muita força e cruzou sozinho a linha de chegada. Com vinte e dois anos, se junta a Roman Kreuzinger como as jovens estrelas do esporte.


Espertamente entre os escapados estava Rinaldo Nocentini, da Ag2r-La Mondiale, ganhou tempo suficiente sobre o pelotão para subir ao pódio como líder da geral.


As etapas que encerram em sommets de montanhas. Invariavelmente perto ou em cidades com resorts alpinos aonde os turistas que acompanham a competição terminam os graqnde dia com grandes festas. Ás vezes acompnahdos do pessoal das equipes.


Após nove anos um italiano vestido de amarelo. Mais que uma boa razão para espocar algumas garrafas de cavas da Catalunya


O antigo portador de Le Maillot Jeune, Fabio Cancellara. Mostrou masi uma vez que as montanhas não são sua vocação e implodiu.


Deveria ser o mesmo destino de outro especialisata em cotra reçógio, Bradley Wiggins. Mas o britânico pedalou como um mad man e se manteve no par de escaladores fortes como Lance Armtrong e Denis Menchov, que finalmente teve uma etapa digna nesta Volta.


E o grande jogada do dia, veio de Alberto Contador. Como a estocada de um matador.


Faltando alguns quilometros para o cume, Contador botou a mrcha na maior engrenagem de frente. E arrancou de modo avassalador . Ningúem respondeu ao ataque. Porque ningúem seria capaz de fazê-lo e tirou 22 segundos do pelotão E seja por plano da equipe ou por rebeldia, o certo que Contador virou o jogo contra Armstrong.


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quinta-feira, 9 de julho de 2009

Le Tour - etapa 6. Barcelona, a cidade dos corações partidos.

Fiquei off a manhã toda mas consegui assitir ao vivo o final da etapa.
Barcelona é magnífica até mesmo sob chuva. E mesmo nessa condição havia bom público as margens da rota.
Quando peguei a ação, o grupo de fuga estava totalmente desmanchado e David Millar baixou a cabeça e tentou levar a etapa fazendo um contra relógio final.
O pelotão vinha babando mas um pouco desorganizado. A chuva e as curvas fechadas atrapalhavam muito em especial a parte de trás.
Muitas quedas.
E mais sal nas feridas da Rabobank. o circuitus terribilis Menchov continuou  e ele perdeu mais um minuto em relação ao maillot jeune. Mais uma vez Cancellara. Com muita boa pinta para subir Andorra amanhã.
Rabobank tentou de tudo implacar Oscar Freire mas ele se mexeu muito cedo.
Inclua-se neste pesadelo Tom Boonen. Caiu ao fim da prova e também está tendo uma volta lamentável.
Alías recebi um email de dmenchov@teamrabobank.com pedindo pelamordedeus nunca mais torcer por ele.
David Millar lutou como um leão cheguei a me animar enquanto o pelotão a maré equatorial do pelotão se erguia no horizonte. Mas ele cansou.
É frustrante ver um atleta ir além do limite para tentar a glória e se esvair exausto enquanto o sistema lhe oprime.
Os escapados ou por ganância ou por ordem de suas equipes, não se organizaram para ter uma chance real.
Então a decisão seria no sprint.
Freire bem que tentou vencer em casa e diminuir o vexame da Rabobank Mas se mexeu muito cedo e não conseguoiu segurar a liderança, amragou um segundo lugar e cruzou a linha de chegada sacundindo a cabeça em desgosto.
 Outro espanhol que tentou e dentro cas circunstâncias foi bem paca. Foi o terceiro colocado,  Jose Joaquin Rojas.
E o vencedor em grande esitlo no Estadi Olimpic foi finalemente Thor Husshvod. Depois de tomar três escovadas de Marc Cavendish, cuja a equipe ou se atrapalhou ou resolveu se economizar para a escalada à Andorra.

Hushvod comemora. Freire lamenta.

Seja como for Thor Hushvod em grande estilo na ruas de Barcelona.
Amanhâ a novela começa a pegar fogo.

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quarta-feira, 8 de julho de 2009

Le Tour - etapas 4 e 5




Thomas Voeckler recuperou orgulho francês com uam vitória heróica na quinta etapa.


Etapa 4 -Contra Relógio por Equipes.


No últimos anos,os CRE tinham sido abolidos em parte porque favoreciam muito Lance Armstrong que sempre tinha infrae$tura para montar a melhor equipe.


Eu sei que é um esporte em que deve prevalecer o trabalho de equipe. E se as outras equipes não conseguem juntar atletas fortes de contra relógio que sejam versáteis o suficiente para proteger seu capitão tanto na etapas planas quanto nas escaladas.


Mas não há como negar que o TTT (team time trial) desequilibra a tabela de classificação.


O percurso era o cão. Várias quedas.


E o pé-frio do TTKOS segue congelante.


Denis Menchov caiu e afundou mais ainda. E azedou ainda mais o TdF desastroso da Rabobank.


A equipe Astana confirmou e deu um salto na classificação e agora tem quatro atletas no top 5. Seis entre os onze primeiros.


O time Garmin-Slipstream, muito forte no TTT entrou segundo e manteve Bradley Wiggins no top 10. Com excelente atuação dele e David |Zabriskie.


Outra equipe que se puxou foi a Saxo Bank, tentando segurar a camisa amarela em Fabian Cancellara. Que teve que ir pra frente do trem e carregar os seus companheiros na maior parte do tempo.Secretariat, I say.


A diferença de 40 segundos que a Saxo Bank cedeu a Astana era exatamente a diferença que Cancellara trazia sobre Armstrong e estando absolutamente empatados, le maiilot jeune seguiu por critérios de desempate, o contra relógio individual, com o suiço.


O time Columbia com abnegada e esforçada atuação de Mark Cavendish não perdeu muito tempo para os líderes e agora Tony Martin tem chances para ficar entre os primeiros colocados.


Dentro do enredo que se ransformou a queda de braço entre Lance Armstrong e Alberto Contador. Um pequeno alívio para o último. Umas vez que se Armstrong chegasse ao pés dos Pirineus vestido de amarelo seria bem mais dificil do espanhol angariar o apoio de sua equipe que é politicamente bem mais afiliada ao americano.


E com twiiters e maior visibilidade da mídia. Armstrong ataca o espanhol sempre que pode.


A trama engrossa !


Contador terá de compensar a chupada de bala na Provence com um ataque já nos Pirineus, Na Provence, ele deixou o pelotão se dividir e viu Armstrong virar o atleta mais bem posicionado da Astana. E ele não me pareceu particularmente forte no TTT. Mas foi uma etapa cruel com todos os atletas


Etapa 5


O orgulho nacional francês estava pra lá de combalido como vexame da Bbox Bouyges Telecom, quando quatro componentes cairam na TTT.


Algúem tinha que fazer alguma coisa e Thomas Voeckler, uma das donguinhas, resolveu que era o dia dele ganhar uma etapa do Tour e se reabilitar


Desde o inico ele esteve no grupo de fuga. O que, em geral, é quase fútil. Pois os escapados sempre são amassados pelo pelotão.


O pelotão tinha probelmas própios. O vento tramontana rachou o pelotão do mesmo jeito que o mistral dividiu o pelotão dois dias atrás.


Mais uma vez Menchov não conseguiu acompanhar o pelotão e pior ainda para Rabobank. Robert Gesink caiu , teve quer escoltado por um compnheiro de equipe, Grischa Niermann, e amargaram le lanterne rouge, cedendo nove minutos ao pelotão. Diganosticaram à noite uma fratutra no pulso de Gesink. Que teve que abandonar a competição. Missing in action.


Pelo menos evitou a humilhação de ser carregado para Perpignan no voiture balai. O vagão das vassouras para onde são limpas as sobras do caminho.


Alberto Contador esteve alerta a ruptura do pelotão e não perdeu nenhum segundo.


A segunda parte do pelotão teve que suar sangue para se juntar a par




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Somewhere over the Sea (Finalmente achei o video)

Não da música de Bobby Darin mas do craque Sea The Stars levando outra


Estava esperando um vídeo pintar nos Youtube de vida para que os meus tres fiéis leitores pudessem testemunhar o que eu já vi.


Achei no canal, ja assinado da Racing UK



Sea The Stars corre demais.


Semana passada John Oxx retirou do Derby Irlandes devido a pista muito macia e inscreveu o dual classic winner colt no Eclipse Stakes.


Grande jogada. O tempo se manteve firme na Inglaterra toda a semana permitindo uma pista mais rápida. Maid afeita as habilidades do filho de Cape Cross.


A turma da Coolmore encheu de front runners para aprumar a carreira para Rip VAn Winkle, mas de nada adiantou.


Ganhando o Eclipse, Sea The Stars completa um acumulada rara (2000 Guineas- Derny Stakes - Eclipse) e mais uma vez se coloca ao lado do craque Nashwan, último potro a completar o feito.


E o mais impressionante foi a sobra. Rip Van Winkle, da Coolmore, deu tudo que tinha e quando parecia que poderia ameaçar o jóquei Mick Kinane exigiu um pouco mais de STS e a corrida acabou.


O Racing Post deu rating de 132 elevando Sea The Stars ao status de melhor corredor do mundo este ano. Rip Van Winkle ficou a um corpo e por isso foi elevado a um RPR de 128, empatado com o vencedor do Irish Derby Fame and Glory. e A frente do 126 da atuação de Gladiatorus no Dubai Duty Free. O Timeform também ergeu STS ao topo lhe dando 133. RVW está com 131 que lhe coloca em segundo no geral empatado com a atuação de WEll Armed na Dubai World Cup


Para dar tamanho ao feito do filho da craque Urban Sea, basta notar que o campeâo so St.Leger e da Beeder's Cup Turf Conduit, ainda que penalizado com 10 lbs, chegou a quatro corpos e meio.


Urban Sea, vencedora do Prix Arc de Triomphe, é a mãe de Galileo e outros qautro vencedores de provas grupo 1.


Cape Cross, mile champion é o pai da imortal Ouija Board.




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